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terça-feira, 27 de novembro de 2018

Agenda de Oração 2018

Tanzânia

Continente: África
Capital: Dodoma
População: 55,57 milhões
Idioma: Suaíli (oficial), Kiunguja (nome do suaíli em Zanzibar), Inglês (oficial, idioma principal do comércio, administração e ensino superior), Árabe (língua mais falada em Zanzibar), muitas línguas locais.
Religião (Continente):
35% Muçulmanos
35% Crenças Indígenas
30% Cristãos
Religião (Arquipélago de Zanzibar):
+99% Muçulmanos
Pedido de Oração: Pela vitória sobre as barreiras idiomáticas tem causado.

Ore pela Tanzânia.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


MEZUZÁ
Parte Final

A mezuzá é um lembrete para os que entram e saem de que aquela casa é um lar judaico onde reina a presença de D-us. Imagine que coisa tremenda é essa! 

Quem conhece este símbolo e chega a um determinado lugar onde ele está automaticamente pensa: "Aqui o D-us Eterno reina; aqui e Ele quem dá as ordens e dirige!".

No lado externo da Mezuzá, geralmente, vem escrito à palavra Shadai, que é um dos nomes do D-us Eterno e que significa Todo-Poderoso!

Este nome reforça a idéia da proteção divina (Sl 127.1b). E ainda mais, pois Shadai é uma abreviação de "Shomer daltot Israel" (O Guardião das Portas de Israel). Não é curioso que o Eterno seja justamente o guardador das portas de Israel? Ele cuida de nós fisicamente, dando nos a proteção necessária dos ataques físicos e espirituais do reino das trevas, mas também guada, preserva a autoridade que a nós foi conferida por Ele!

Outros acreditam que Shadai provém de "She  omer le olam daí" que significa "Aquele que disse ao mundo: Basta!". Neste casos a conotação é a seguinte: O eterno, que guarda, preserva, cuida de nós, levanta-se e diz ao mundo: chega! 

Estes são os meus filhos e escolhidos, portanto não se metam com eles! Aqueles que contra eles se levantarem estarão, certamente, lutando diretamente comigo!


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


MEZUZÁ
Parte I

A mezuzá é um objeto que é fixado no batente (ou umbral) da porta dos lares judaicos em todo o mundo. Nela contém a passagem bíblica do Shemá (Dt 6.4) que diz: "Ouve Oh! Israel, o Senhor nosso D-us é o único Senhor". Esta passagem bíblica é repetida pelo menos duas vezes pelos judeus diariamente. 

Quando declaram isso, lembram-se de quem é o Senhor para Israel! Há também um fator interessante aqui. A mezuzá é fixada no umbral da porta numa posição inclinada, lembrando-nos que, para mantermos um relacionamento ideal precisamos estar dispostos a fazer concessões co todos que moram dentro do lar e no nosso convívio.

A porta na Bíblia tem significados muito profundos. A porta significava o local onde as autoridades se reuniam para tomar decisões e julgar as causas. É então local de autoridade, força e poder.

Vejamos então que é justamente no umbral da porta que é fixada a mezuzá. É ali que, quando chegamos a nossa casa devemos enxergá-la e lembramo-nos de que, no local de autoridade de nossa casa está a Palavra do Senhor declarando que Ele é o único Senhor!

E este objeto é fixado nas portas das residências judaicas em obediência à Deuteronômio 6.9 que diz: "E as escreverás nos umbrais de lua casa, e nas tuas portas". Muitos se perguntam: mas é somente por isso? Quero lembrá-lo que está escrito que "É melhor obedecer do que sacrificar" (1Sm 15.22). 

O fato de qualquer pessoa obedecer ao Senhor e à sua Palavra traz consigo também as bênçãos do Eterno. E nós sabemos disso: obediência é igual ao cumprimento das promessas do Senhor! Porém existe uma diferença entre o povo de Israel e a Igreja: eles obedecem e são abençoados; nós clamamos por bênçãos e nem sempre obedecemos!

Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sexta-feira, 24 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


TALLITH
Parte Final

Estudiosos julgam que Paulo, Priscila e Aquila podem ter sido os fabricantes de tallith. Até mesmo Yeshua usou um tallith. Em Mateus 9.20 e Lucas 8.44 nós é relatado sobre a mulher com fluxo de sangue que chega até Yeshua para tocar o tzitzit (franja) do artigo de vestuário dele (o tallith). A mulher, sendo uma judia conhecia os mandamentos concernentes ao tallith e sabia quem era Yeshua.

Sua intenção em tocá-lo foi premeditada, pois quando isso acontecesse, seria liberado o poder de D'us para curá-la. Ela então percorre o caminho em direção à Yeshua, passa pelo meio da multidão, e estende sua mão por trás de Yeshua para tocar no tzitzit (franja) do tallith de Yeshua!

E então acontece! Ela é instantaneamente curada! Ela alcançara seu objetivo, pois fizer a coisa certa quando tocara no tzitzit (franja) do tallith de Yeshua. Foi ai que Yeshua sentiu que poder havia saído dele! Então ele pergunta: "Quem me tocou?" Os discípulos indagam: "Mestre, a multidão te aperta, e como dizes: Quem me tocou? Então Yeshua responde: alguém me tocou, pois saiu de mim poder ". Aí ela se apresenta e recebe a confirmação da bênção que tanto esperara: a cura!

O povo judeu nos dias de Yeshua entediam que quando um homem ungido por D'us usava um tallith o poder de D'us estava disponível naquele momento e através daquele homem. Usá-lo seria incluíam poder curativo. Mateus 14.36 e Marcos 6.56 nos falam que muitos buscaram tocar o tzitzit (franja) do tallith (manto) de Yeshua para que fossem curados.

É interessante notarmos que estas franjas representavam a autoridade do homem judeu, e foi justamente ali o local onde todos tentavam tocar para receberem bênçãos! Não é fantástico como D'us se utiliza daquilo que o povo já conhece para trazer-lhes sua bençãos? Os necessitados tocavam naquilo que representava a autoridade de Yeshua! E quando eles dá uma benção para quem usa o Tallith, que diz:

Baruch atá Adonai elohênu mélech haolam, asher kideshánu bemítsivanu lehiatef betsitsit.

"Bendito és Tu. ó Senhor! Nosso D'us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus Mandamentos e nos ordenou envolver-se em Tsitsit".

Novamente queremos ressaltar que o uso do Tallith não acrescenta nada à salvação que já recebemos do Messias. Porém queremos afirmar que, D'us não nos deu Sua Palavra à toa! Cada coisa está escrita nela tem um significado e uma aplicação para nós hoje! E creio eu, tudo o que está escrito tem a finalidade de nos trazer uma melhor qualidade de vida e um melhor relacionamento com o D'us.


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

quinta-feira, 23 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNCO


TALLITH
Parte II

O Centro Judaico de Estudos Cristãos acharam esta referência em escritos judaicos do primeiro século. Esta referencia em particular feita a Sha'ul (Paulo). Priscila e Aquila é significante porque nós sabemos que Sha'ul (Paulo) havia estudado com Gamaliel (At 22.3) e também Priscila e Aquila devem ter sido treinados no judaísmo, para que Sha'ul (Paulo) tivesse tal consideração para com eles, a ponto de ajuntar-se com eles trabalhando em conjunto. 

Para fazer os nós nas franjas de um tallith requeria-se uma especialização e um treinamento rabínico. Toda linha e todo laço eram significantes. Alguns conseguiam tocar a Yeshua, algo de tremendo acontecia!

Notemos ainda que o ato de colocar uma pequena franja em cada canto das vestimentas está relacionado com a ação de D'us livrando o seu povo do Egito, pois o olhar para as franjas relembre também os atos salvíficos do Senhor D'us de Israel para com seu povo!

Yeshua disse: "Amarás o Senhor teu D'us de todo o teu coração e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este e o primeiro e grande mandamento" (Mt 22.37-38). Os escribas dividiram os 613 mandamentos  (os quais Yeshua foi exigido saber já aos treze anos de idade) em 246 mandamentos afirmativos (ou positivos), que correspondem aos ossos do corpo; e 365 mandamentos negativos, que correspondem aos dias do ano.

O peculiar feitio das franjas tem um profundo significado simbólico. Elas tem sempre 8 tranças e 5 nós, o que dá um total de 13. Os cinco nós também indicam que devemos nos ligar aos Cinco Livros de Moisés, ao passo que os oito fios simbolizam os oito órgãos do corpo humano que estimulam o homem a pecar (olhos, ouvidos, boca, nariz, mãos, pés, genitais e coração) que devem ser subjugados e santificados. 

Se somarmos as letras que compõem a palavra "Tzit tzit", franja em hebraico, obteremos a soma de 600 e somarmos o numero 600 com 13 obteremos 613 que é exatamente o número de leis e mandamentos contidos na Tanach: "Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul. 

E as franjas vos serão para que, vendo-as , vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais: e não seguireis o vosso coração, nem após os vosso olhos, pelos quais andais vos prostituindo" (Nm 15.38,39) e também "Franjas porás nas quatro bordas da tua manta, com que te cobrires" (Dt 22.12).


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

quarta-feira, 22 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNCO


TALLITH
 Parte I

"Fala aos filhos de Israel, e dize-lhes: Que nas bordas das suas vestes façam franjas pelas suas gerações; e nas franjas das bordas ponham um cordão de azul. E as franjas vos serão para que, vendo-as, vos lembreis de todos os mandamentos do Senhor, e os cumprais ; não seguireis o vosso coração, e nem após os vossos olhos, pelos quais andais vos prostituindo. para que vos lembreis de todos os meus mandamentos, e os cumprais, e santos veja a vosso D'us" (Nm 15.38-40).

Este é o mandamento do Senhor aos judeus acerca do tallith, (o manto ou xale de orações) que é usado por todo judeu em todo o mundo. O tallith também é chamado um manto de oração porque quando é posto sobre a cabeça ele provê isolamento e previne da distração, o que permite ao usuário orar como se tivesse entrado em um armário ou barraca.

Yeshua disse, "Mas tu quando orares entra em teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto..." (Mt 6.6). A palavra no grego traduzida para aposento é tameion, que procede do hebraico heder e se refere ao tallil como um quarto de oração ou armário.

Quando os judeus olham para as franjas do tallith eles se recordam:

  • Da Lei do D'us;
  • Eles era responsáveis em obedecer a Lei de D'us;
  • Eles foram chamados para serem homens santos.
O uso do tallith linha e tem um efeito pedagógico e serve também de sinal para que aquele que o usa possa, ao ver as franjas, lembrar-se das leis (preceitos) da Palavra do Senhor. Eles deveriam (e ainda devem) obedecê-las e andar de conformidade com tudo aquilo que lhes foi revelado por D'us. Essa forma de vida apenas externaria aquilo que já estava bem consolidado em seu interior: o amor e a obediência ao D'us Eterno!

Em Atos 18.3 encontramos escrito: "e como era (Paulo) do mesmo oficio,  ficou com eles (Priscila e Áquila), e trabalhava; pois tinham por ofício fazer tendas". A palavra "fazer tendas" em nossa versões vem do original grego shenopoios e significa "um que fez barracas portáteis pequenas de couro, pano ou linho". Como previamente declarado, o tallith também era chamado ou tido como uma barraca. 


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sexta-feira, 10 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


KIPÁ

O kipa é um simbolo para o judeu e significa estar sujeito à Deus; estar sob sua autoridade. O kipa nos lembra do tamanho de nossa estatura; daí para cima quem comanda é D'us!

O fato de ser sujeito á D'us é muito importante e muitas vezes nos esquecemos de que D'us é quem comanda, dirige, conduz nossa vida e que automaticamente, devemos nos sujeitar a Ele em todos os aspectos de nossa vida! Disso deduzimos que o Senhor tem toda a autoridade sobre a nossa vida.

Mas será que na prática é assim que tudo funciona? Nem sempre. Por isso cremos que é muito importante a simbologia do kipa, pois ele nos ajuda a nos lembrarmos de Quem está no comando da nossa própria vida!

Cobrindo a cabeça os judeus lembram-se da onipresença de D'us e com este ato conscientizam-se  que a essência da Torá é a humildade (Lv. 8.9; 1.5-4).

É interessante como O Senhor se utiliza de meios e artifícios para que nos lembremos e tomemos consciência  daquilo que ele quer fixar em nossos corações através deste e de outros símbolos.

Você pode estar se perguntando: será que agora eu devo usar também o kipa? Estou obrigado a me portar como um judeu?

A resposta é não! Lembremo-nos que o uso ou não do kipa e de outros símbolos não influenciam em nossa salvação! Continuarmos salvos, pois fomos comprados pelo precioso sangue de Yeshua que nos resgatou do império das trevas. Porém devemos também nos lembrar de não desprezamos estas coisas e não criticamos aqueles irmãos do quem D'us tem cobrado o uso de tais "paramentos".

Sabemos que o Espírito Santo se relaciona com cada indivíduo de forma única. Temos visto que após a ministração da palavra e do ensinamento sobre esse símbolo, pessoas nos procuram dizendo: "Pastor, o Eterno me tocou dizendo que eu também devo usar o kipa  como um sinal para minha vida". 

Nós então perguntamos a estas pessoas: "Vocês realmente entendem o que significa isso? Entendeu que não é uma imposição, não deve ser um jugo para você e que isso somente será uma benção para você se o irmão  tomar isso como apenas um sinal diante de D'us?".

Novamente queremos dizer: D'us não que impor algo ao seu povo, mas sim trazer-lhe maior conhecimento de Si mesmo e de sua Palavra através daquilo que ele revela ao seu povo. Você poderá até vir a usar o kipa  um dia, mas faça-o somente se o Senhor lhe disser, de forma clara, que você deve fazê-lo. E só então laça com humildade, não para ser o destaque da Igreja ou porque é bonito ou traz ou status maior a você?


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sábado, 4 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


MENORÁ
Parte Final

As sete hastes simbolizam:

Os sete espíritos de D'us (Is 11.2; Ap 5.6). Os sete espíritos de D'us simbolizam a Totalidade da presença do Espírito Santo na vida daquele que recebe e preserva o Senhor em sua vida. Tudo começa com o Espírito do Senhor que depois se manisfesta também como espírito de sabedoria e conhecimento, espírito de conselho e fortaleza, espírito de conhecimento e temor do Senhor. 

Veja que isto tudo forma um conjunto! Não podemos querer possuir apenas uma característica isolada pois a beleza está no TODO que funciona harmoniosamente na vida do servo de D'us!

Os sete dias da Criação. Aqui a Menorah nos mostra D'us (a haste principal) de onde saem ou procedem todas as outras coisas. Toda a crianção saiu de D'us através da Palavra! Está escrito: "E ordenou Elohim..." (Gn 1.3; 1.6; 1.9; etc...). 

A partir de então vemos que da Pessoa de D'us procedeu tudo o que conhecemos e vemos, não só na Terra, mas também no Universo por nós conhecido! 

Em seis dias (as outras seis hastes) D'us cria todo o Universo e o homem, dando assim uma forma definitiva ao seu projeto, que ao final recebeu do próprio D'us o elogio de ser "muito bom" (Gn 1.31)! 

E, voltando á haste principal, vemos ali novamente outra coisa que o Senhor nos ensina: no sétimo dia tudo se completou! Por isso a Palavra nos informa que neste dia o Eterno deu exemplo e parou tudo, consagrando assim este dia para si mesmo!

As haste da Menorah eram feitas em forma de flor de amêndoa shaqad (significa "estar alerta", "estar vigilante". Por isso a Menorah ficava defronte da mesa dos pães - Ex 25.33) que significam: "... Porque Eu vejo sobre a minha palavra para cumpri-la" (Jr 1.11-12). 

Em cada haste havia três flores de amêndoa , que saíam do ponto de interseção com a haste principal em direção ao topo da haste (que termina com um "copinho" que é o lugar onde ficava o óleo que produzia o fogo para iluminar o local). Isso não lhe parece tremendo!

Notamos um processo de revelação gradativa do Eterno. Essa revelação iniciou-se com o Pai na Tanach (Velho Testamento), chegou ao seu ponto máximo através do Filho (Yeshua) e continua na Pessoa do Espírito Santo, o Santo até o dia de hoje! 

E ainda mais: o copinho da Menorah tem sido alimentado pelo azeite de unção da presença do Espírito durante todo o tempo em que nos relacionamos com Ele e o buscamos! Aleluia!

O Eterno realmente "vela", "vigia", sobre sua Palavra para fazê-la cumprir! Todas as suas promessa nos alcançarão e tudo aquilo que Ele nos prometeu certamente o cumprirá!

O combustível da Menorah é o azeite! Nós temos a plena consciência de que toda a nossa vida tem sido alimentada, cuidada, regada pelo Espírito de D'us. Assim como o azeite providenciava o combustível para o o Tabernáculo, assim Espírito Santo providência sua presença em nossa vida a fim de que a lâmpada de D'us em nós não se apague! 

O Tabernáculo (que somos nós) é iluminado pala presença do Espírito, que também nos capacita a trabalharmos e sermos usados pelo Senhor através dessa unção!

Que maravilhoso símbolo o Eterno deu a Israel! Louvamos ao Senhor que nos dá a chance de resgatarmos este símbolo com tantos e tão profundos significados proféticos para nós hoje.


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sexta-feira, 3 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


MENORÁ
Parte II

A Menorah era feita de ouro. O ouro na Palavra representa o D'us Eterno, pois este material é incorruptível (não se degenera), maleável e não mancha! Foi o metal escolhido por D'us para representá-lo no Tabernáculo e posteriormente no Templo. 

O ouro fala também de realeza, de algo nobre e caro. Quando adquirido trazia alegria ao seu dono e também despertava-nos outros o desejo de possuí-lo. Assim nos fala também a Menorah em relação à nossa vida com D'us.

O Eterno nos tem dado a chance de nos relacionarmos com Ele, que é santo (incorruptível), porém maleável em seu tratamento com cada ser humano (pois Ele conhece as nossas fraquezas!). Todos aqueles que nos conhecem deveriam ter o desejo de possuírem aquilo que nós já temos: o Eterno D'us em seus corações. 

Temos o maior tesouro que alguém poderia desejar! Ele é o ouro cujo preço nunca podeira ser pago pro nós para adquiri-lo! E nós o recebemos gratuitamente, como um presente dos céus que veio para nós...

A Menorah possui sete hastes. O sete na Bíblia tem uma simbologia de totalidade, de algo que é completo, pleno. Tudo o que recebemos-do Eterno vem para nós em sua totalidade, para aquele momento. 

Não recebemos d'Ele bênçãos pela metade! Até mesmo sua presença e unção quando nos alcançam trazem algo que completa nossa vida e nos capacita a continuarmos nossa caminhada com busca da perfeição!.

A haste principal sustenta as outras seis. Esta haste representa D'US'. Ele á o criador de todas as coisas e as sustenta pela palavra de seu poder! (Jo 1.3 com Hb 1.3). 

João 1.3: "Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez". Hebreus 1.3: "O qual sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavras do seu poder...".

Notamos que a haste principal além de sustentar as outras seis ela dá equilíbrio a todo o conjunto da Menorah, por causa da sua base! D'us, além de sustenta a sua criação, dá equilíbrio (não permite que tudo caia e seja destruído) através da base que Ele colocou já na seguinte: "Ele é a pedra que foi rejeitada por vos edificadores, a qual foi posta por principal de esquina" (grifo nosso).


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

quinta-feira, 2 de maio de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


MENORÁ 
Parte I 

A palavra Menorah é um acróstico retirado do versículo de Zacarias 4.6, que diz: "Não por força nem por violência, mas pelo meu Espirito diz o Senhor dos Exércitos". Este é o simbolo da nação de Israel, desde a sua fundação. Também há um Menorah localizada em frente ao Knesset (Parlamento) em Yerushalayim.

Para nós isso tem um profundo significado profético. Em primeiro lugar porque a Menorah significa "... não por força nem por violência...", e isso nos mostra como as coisas acontecem em Israel. Desde nascimento da nação em Abraham (Abrão), o D'us Eterno dirige os rumos da nação através de milagres e intervenções que demonstram que os passos dados por Israel são dirigidos pelo Senhor em tudo!

Este é o principal símbolo para Israel hoje! Isso não aconteceu simplesmente por um acaso! Aí está a mão do Eterno. Com isso Senhor que dizer: "Ainda agora Eu controlo e comando os rumos da nação que escolhi para nela colocar o Meu Nome"!

Nem os políticos escapam da direção do Espirito de D'us! Em frente ao Parlamento em Yerushalayim ali está novamente a Menorah, simbolizando que o Eterno dirige os rumos políticos do povo de Israel! Eleições, discussões, novas leis, acordos, tudo isso não acontece porque os políticos judeus assim o desejam! Ma sim porque o Espírito de D'us os impele a tomarem atitudes que culminarão no cumprimento dos desejos do coração do Eterno para Israel e para o mundo!

A Menorah, no passado, estava no tabernáculo, no santo lugar, em frente à mesa dos pães da proposição... Isso nos mostra outra grande revelação. A Menorah representa a iluminação e a unção do Espirito de D'us em nossas vidas. Vejamos então o seguinte: ela ficava defronte à mesa do pães da proposição; ou seja, a Palavra  do Senhor só pode ser entendida à luz da iluminação do Espirito Santo! Sem a unção do Espírito da Palavra é somente mais um livro a ser lido! 

Yeshua afirmou: "Errais não conhecendo as Escrituras (os pães da proposição) nem o poder de D'us..." (a unção da Menorah)... Veja que necessitamos ter o equilíbrio entre as duas partes: conhecimento e relacionamento com D'us. Muitos de nós pecamos por sermos extremistas em qualquer um dos pontos. Alguns acham que o conhecimento das Escrituras é suficiente para servimos bem à D'us e que a unção do Espirito não se faz necessárias nos dias de hoje. 

Outros crêem que precisam somente da unção do Espirito, que é poderoso para ensinar-lhes tudo o que necessitam saber, desprezando assim o conhecimento das Escrituras. Precisamos voltar o ponto de equilíbrio  possuindo dos dois:  conhecimento e unção na medida necessária para que o Eterno nos use e nos conduza em vitória no nosso dia a dia.

Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sábado, 27 de abril de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


A  ESTRELA DE DAVI 


Aqui temos um dos mais conhecidos, senão o mais conhecido símbolo judaico: a Estrela de David! Este símbolo é muito forte e cem também uma conotação profética que aponta grandemente para o homem e para a Igreja.

A Estrela é também conhecida por "Maguem David" (Escudo de David). Segundo uma antiga tradição judaica, a estrela estava presente nos escudos dos valentes do exército de Davi. Por isso recebeu este nome.

A estrela é composta por dois triângulos, um com a ponta para cima, outro para baixo. Um deles aponta para tudo que a espiritual e santo. O outro aponta para baixo, para tudo que é terreno e secular. Ao levar uma vida de Torá (ensinamentos e instruções - Vida de acordo com os princípios bíblicos) e Mitzvot (significa mandamentos - obediência aos mandamentos bíblicos) o judeu luta para unir o munto espiritual ao terreno, o sagrado e o secular.

O vértices do 1º triângulo (voltado para cima) representam os três pilares da fé Judaica:

D'us

Homem                              Povo

Com D'us temos o principio de tudo; Ele cria o homem lhe dá autoridade para dominar sobre o restantes da criação. Este ser criado à imagem e semelhança de D'us torna-se um povo (depois vários povos) que se espalham e habitam a terra. Porém o plano de D'us não termina ai! Então, resumindo: D'us cria o homem, que se torna um povo e que depois, deve voltar-se novamente para seu criador, com sempre esperou o eterno D'us!

O segundo triângulo (voltado para baixo) representa os três grandes momentos da historia dos judeus: 

Criação                         Revelação
                (passado)                               (passado que prossegue no presente)


Redenção
(Futuro)

A historia dos judeus a Tanach e a Bril Hadasha (Bíblia)! Ali estão relatados os primórdios  não só da humanidade, mas principalmente do povo judeu. E o primeiro grande momento da história é justamente a criação, quando o Eterno D'us traz à existência, do nada, tudo quilo que conhecemos hoje em nosso planeta. D'us ordena as coisas saem dele e passam a existir.

A palavra da cria, utilizando-se somente do absoluto poder de Elohim. Depois vemos homem que é criado do "pó da terra", porém diferente de todo o restante da criação, pois nele estão a imagem e a semelhança do Criador. Tudo isso se refere ao passado do homem.

Temos então o período da revelação, iniciado logo após a criação, pois a partir dai o Eterno D'us inicia um relacionamento com o homem e vem, gradativamente, revelando-se a ele, mostrando através de sua Palavra as várias facetas de Sua personalidade e convidando o home à andar com Ele e a relacionar-se com Aquele que tem em suas mãos todo o poder.

Porém nem todos aceitam este convite e apenas sabem algo sobre D'us! Seu conhecimento é muitas vezes intelectual e um ato que se inciou no passado (da parte de D'us) e que continua até o nosso presente, pois o Senhor espera que estejamos abertos à revelação de sua Pessoas, quer seja através de Sua palavra, quer seja através da oração, quer seja através de outras pessoas... Ele continua buscando revelar-se ao homem!

Por fim, temos a redenção. Após a criação e o incio do processo de revelação, o homem rejeita o governo de D'us e para redimir o homem como individuo, porem almejava D'us redimir também a família, a sociedade e a humanidade! O processo redentivo no coração de D'us é completo! Isso aconteceu de forma embrionária do passado, quando tal processo iniciou-se, até que chegasse ao ápice da redenção humana com a vinda de Yeshua!

Isso também nos fala de um processo que se iniciou em algum lugar no passado e que se estende até o dia em que o Eterno julgará os vivos e mortos, buscando entre eles os redimidos que retornarão ao principio, ou seja, que se tomarão novamente como Adão era no incio da criação: homens e mulheres santos e que vivam em permanente contato com o Senhor Criador! Somente o futuro nos dirá quem são e quantos são os redimidos do Senhor!

Há ainda outro significado: os dois triângulos entrelaçados, compartilhando o mesmo centro, dão a contradições em perfeita harmonia. Poderia o perfeito unir-se ao imperfeito? O Eterno viveria com o mortal? Habitará o Santo com o profano juntamente?

É justamente isso que nos mostra este símbolo: a possibilidade de compartilhamento entre opostos ! O Senhor D'us, sendo perfeito, eterno e santo, compartilha com o homem imperfeito, mortal profano e seus desejos e chama-o a ter comunhão com Ele!

Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).
                                   

quarta-feira, 17 de abril de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


 SÍMBOLO DA CIDADE DE JERUSALÉM (Ierushalaim) 
Parte Final


Os ramos de Oliveira representam para nós os dois povos que estariam unidos em torno do Leão da Tribo de Judá: Israel e a Igreja! (Ef 2.14-16) "Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos dos povos fez um: e derrubando a parede de separação que estava no meio, na sua carne desfez a inimizade fez , isto é", a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz, e pela cruz reconciliar ambos com D'us em um corpo, matando com ela as inimizades, estarem sob os pés do Leão representa que estariam sob o seu governo!

Aquele que foi designado por D'us para reinar já iniciou o seu reinado, porém precisa estendê-lo de forma a alcançar também seus irmãos judeus! Sabemos que hoje o Senhor Yeshua já reina na Igreja.

Agora é necessário que este reino seja estendido também aos judeus, para que possam completar o número dos salvos que comporão a Noiva do Cordeiro! Por isso devemos orar e trabalhar pela nossa reunião com o povo de Israel, que tanto nos deram e abençoaram desde o seu nascimento até hoje. Precisamos amar a Israel agora!

Isto está tão claro, pois os ramos de oliveira aparecem novamente no Brit Hadashá (Novo Testamento) em conexão com Israel em Romanos capítulo 11. Ali Paulo estabelece a conexão entre Israel e a Igreja de Yeshua na terra!

Paulo nos informa que "...veio o endurecimento em pane sobre Israel, até que plenitude dos gentios haja entrado..." (Rm 11.25). Ou seja, no símbolo da Cidade de Yerushalayim estava profetizado que dois povos, saídos do mesmo lugar (Israel e a Igreja) estariam sob o governo de um home, o Leão da Tribo de Judá que, no fim dos tempos, uni-los-ia sob seu governo para sempre...

Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

terça-feira, 16 de abril de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


 SÍMBOLO DA CIDADE DE JERUSALÉM (Ierushalaim) 
Parte II

O leão era lido como um símbolo de realeza e força no Oriente Médio. Aqui ele representa muito mais, pois aponta para aquele que viria para governar a nação de Israel eternamente: O Leão da Tribo de Judá. É notório também que Iaackov (Jacó - significa Calcanhar de Deus - Aquele que agarra) profetizou sobre Ielûdâ (Judá - significa Louvor) o governo e a autoridade que seriam estabelecidos nele! 

Está escrito: "Judá é um leãozinho, da presa subiste, filho meu. Encurva-se e deita-se como um leão, a como um leão velho quem o despertará? O cetro não se arredará de Judá. nem o legislador de entre os seus pés..." (Gn 49.9,10a).

A autoridade é sempre dada por alguém que a possui. Neste caso, o Leão da Tribo de Judá reina e reinará sobre Israel e a Igreja por ter recebido toda a autoridade nos céus e na terra! O pai concedeu-lhe tal autoridade já na eternidade. 

Porém a autoridade usurpada pelo adversário (há  satan - Satanás) precisava ser readquirida, para que o governo do Eterno pudesse ser plenamente desenvolvido. Assim então Yeshua se sujeita totalmente ao Pai e vai à cruz, onde é morto como O sacrifício perfeito por toda a humanidade. Como esta predito, fica durante três dias no seio da terra!

Nesta ocasião houve como que um lapso de tempo na eternidade! Tudo parou à espera daquilo que aconteceria. No inferno, o adversário (Satanás) e seus demônio festejava a "vitória" sobre o Filho de D'us, pois isso significava terem vencido o próprio Criador! Criam eles que agora poderiam despojar o Eterno de sua habitação, porque tendo vencido à Yeshua automaticamente conquistaram o direito de governar e reinar sobre todo o mundo espiritual e também o Físico.

Mas, o Terceiro dia algo surpreendente acontece. O Cordeiro que foi mono se apresenta diante do adversário (Satanás) e das hostes demoníacas! Agora não como um frágil homem que fora ferido e morto numa cruz, mas como o Leão da Tribo de Judá, como o Príncipe da Vida que agora a estarem sob o poder absoluto de Yeshua! Aleluia!

Agora, o adversário não tem autoridade nem mesmo em seus domínio (no inferno), pois foi vencido pelo Leão da Tribo de Judá! E no Salmo 24.7-10 nos é relatado o seu retorno ao céus como vencedor: "Levantai, ô portas, as vossos Senhor forte e poderoso o Senhor poderoso na guerra. Levantai, ó portais, as vossas cabeças, levantai-vos, ó entradas eternas, e entrará o Rei da Glória. Quem é este Rei da Glória? O Senhor dos Exércitos, ele é o Rei da Glória".

O poder de D'us é demonstrado ao adversário e aos demônios através de seu Filho! Este fato foi um dos marcos na história da humanidade! Agora, podemos afirmar categoricamente que somente Yeshua tem a plena e total autoridade nos céus e na terra!


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus as serviço do reino de Deus).

segunda-feira, 15 de abril de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO

 SÍMBOLO DA CIDADE DE JERUSALÉM (Ierushalaim) 
Parte I


Este símbolo da Cidade Ierushalaim (Jerusalém) é denso com significado e fala de realidade até então desconhecidas para nós hoje.

Comecemos pelo nome IERUSHALAIM escrito acima dele. Esta palavra é formada da fusão de duas outras Yir (Cidade) e Shalom (Paz). Seu significado é "Cidade de Paz" isto fala do caráter e do anseio do povo de Israel desde os primórdio de sua existência.

Houve sempre, por parte deles, uma procura incessante pela paz, que já num passado distante culminou em cessões e concessões para que assim evitassem a guerra. A época da paz em Israel deu-se com seu rei mais sábio Shelomo (Salomão) que em hebraico significa "pacífico".

Apesar disso, sempre existiram tentativas por parte dos inimigos do povo de Israel (diga-se que tais inimigos são espirituais) a fim de contrariarem aquilo que fora dito pelo próprio D'us no nome da cidade onde tile mesmo habitaria!

Hoje há uma "disputa" por Yerushalayim (Jerusalém) que parece não permitir que a cidade repouse e desfrute da Paz que está com seu próprio nome! Diga-se de passagem, tal disputa não é territorial, mas sim espiritual, pois no munto espiritual sabe-se que Yerushalayim (Jerusalém) é o centro do Universo (não somente físico, mas também espiritual). Foi ali que no passado o Eterno realizou grandes coisas e sempre apontou Yerushalayim (Jerusalém) como um lugar especial para ele e para sua igreja.

No presente, a cidade reflete sua importância mundial e profética. É também conhecida como "Cidade de Ouro" (ou dourada), pois ela é construída de pedras calcárias que, a noite, com o reflexo dos raios da lua reluzem como o ouro! No futuro, a cidade aguarda ansiosamente o volta do Messias que reinará a partir de Yerushalayim (Jerusalém), que se transformará definitivamente no centro político e espiritual do mundo! Yeshua retorná para lá, não para outra grande cidade do mundo!

Isto tudo demonstra a importância profética deste no  "IERUSHALAIM", nome que é tão importante para nós e para os nosso irmão judeus que esperam sua redenção final ali, na Cidade do Grande Rei!


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

terça-feira, 9 de abril de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


A SIMBOLOGIA E A HISTÓRIA

A história secular nos informa como e quando a simbologia judaica foi abolida e considerada como "heresia". Já na Reforma Protestante, Lutero aboliu a simbologia como se estivesse fazendo uma "limpeza" da Igreja que nascera!

Os concílios também foram uma rica fonte de proibições escritas contra os judeus e suas tradições. Os papas e seus auxiliares compuseram uma série interminável de "regras", através das quais seria mais fácil identificar-se aquilo que eles chamaram de "a heresia judaica". Vejamos parte de um deste relatos.

"... Os outros cristãos eram chamados a observar a atitude dos conversos; até mesmo este últimos sob pena de serem punidos com os castigos mais severos, tinham ordem de denunciar qualquer desvio da conduta católica por parte de seus irmãos cristãos novos. Para tornar mais fácil a descoberta da heresia por parte dos fiéis, foi preparado pelo Santo Ofício Inquisidor Bernardo Guidonis.

Estas eram algumas maneiras de se identificar a "heresia judaizante o uso de vestimentas limpas e festivas no Shabat (descanso) e nos dias santificados; o acender as velas do Shabat, cozinhar carne para o tcholet do Shabat na Sexta-Feira, observar os jejuns judaicos prescritos, sobretudo "jejuar durante vinte e quatro horas" e "pedirem perdão uns aos outros da maneira judaica" no  Yom Kippur, o Dia da Expiação; recitar orações com a face voltado para a parede, tornar casher a carne e matar os animais "como os judeus o fazem" circuncidar as crianças do sexo masculino, recitar a berachah (benção) antes de comer... o uso de qualquer símbolo judaico, etc..."

Isso aconteceu na época da "Santa" Inquisição na Espanha e em Portugal, quando a perseguição chegou a um ponto cão extremo que os judeus foram obrigados a fugirem ou a se "converterem" ao catolicismo!

A intenção e o desejo final daqueles que assim agiram era de riscar do mapa tudo aquilo que ligava um judeu à suas tradições e cultura! Tudo o que lembrasse ao judeu quem ele realmente era, deveria ser abolido, pois eles já viviam como apátridas (sem uma pátria para viver) e agora deveriam "esquecer-se" de seu passado e também não ter esperança quanto ao seu futuro!

Isso também foi herdado pela Igreja chamada cristã ou evangélica! Nós também temos um profundo desconhecimento sobre aquilo que foi feito no passado e herdamos a "judeufobia" e também o asco pela simbologia bíblica e judaica!

Agora o Eterno tem nos dado a oportunidade de resgatarmos estes valores que durante tanto tempo permaneceram ocultos, pois o reino das trevas lutou e ainda luta para que não descubramos que o Senhor deus-nos também isso (pois tais símbolos são bíblicos e falam a nós ainda hoje!).

Devemos ter em mente que quanto maior conhecimento e profundidade tivermos em nosso relacionamento com D'us e sua Palavra, maiores adversários seremos do reino das trevas! Tornemos então de volta tudo àquilo que nos pertence por direito e recebamos as bênçãos que o D'us Eterno tem nos reservado através dos símbolos que falam tão alto ao nosso coração...


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sexta-feira, 5 de abril de 2013

JUDAÍSMO MESSIÂNICO


OS SÍMBOLOS JUDAICOS

A simbologia bíblica e judaica traz em si um profundo e rico significado, a qual nos mostra como D'us, revelou-se aos judeus através da simbologia bíblica.

A palavra "símbolo" tinha diversos usos, como por exemplo, sinal, garantia, e a sua importância derivava do fato que era um objeto representativo que garantia a realidade daquilo que eslava assim simbolizando.

Os símbolos são também ações ilustrativas que ultrapassam o seu contexto imediato, apontando para circunstancias que falam da personalidade e caráter de D'us, de seus atos redentores e salvíficos  que falam de seu amor, misericórdia, mas que também apontam ao homem em sua natureza e seu relacionamento com o Eterno.

A Tanach (Velho Testamento) é muito rico em simbologia que aponta profeticamente para Yeshua e para a Igreja. Veremos como o Lútero se importou em dar ao povo de Israel e isso ainda hoje símbolos que apontam para seu profético relacionamento com Yeshua e sua reunião (também profética) com a Igreja.

A igreja, desde a Reforma Protestante com Lutero aboliu inteiramente a simbologia bíblica de seu culto e também do lares daqueles que a compreendiam. Desde então ter qualquer simbolo judaico-bíblico em seu poder significava ser um apostata e maldito, pois Lutero assim classificou aqueles que guardassem qualquer lembrança ou simbolo para si.

Mas, perguntaríamos qual a utilidade de tais símbolos para nós hoje? A resposta soa um tanto óbvia, mas vamos lá: através destes símbolos somos levados a nos lembrarmos daquilo que o Lutero disse em sua Palavra e assim guardarmos seus mandamentos e preceitos, pois sabemos que é através da obediência que alcançamos (ou alcançaremos) a vitória.


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

sexta-feira, 22 de março de 2013

O QUE É UMA CONGREGAÇÃO JUDAICO-MESSIÂNICA?

PARTE FINAL

O Judaísmo Messiânico adota a integridade das realidades do Novo Pacto disponíveis através de Yeshua, e busca expressa-las em formas extraídas da experiencia judaica e acessíveis ao povo judeu.

Reconhecemos que todos os Judaísmos são, em certo sentido, messiânicos. Michael Wuschogrod vai mais longe quando escreve: "O Judaísmo autêntico deve ser o o Judaísmo Messiânico. O Judaísmo Messiânico que leva a serio a crença que a historia dos judeus, apesar de tudo o que tem acontecido, é o preludio a um ato extraordinário de D'us  cuja historia chegara ao seu ápice e a reconciliação entre D'us e o homem, e entre homem e o homem se concretize" (The Body of Faith, Northvale, NJ: 1996, pp. 254-255).

Tais condições criam uma comunidade de fé que se torna uma opção viável para o povo judeu. Aguardamos a mesma esperança messiânica como todo o Israel. Por esta razão, participamos totalmente no ciclo anual e nas orações do sidur (Livro de orações Judaicas), os quais estão repletos de expectativa messiânica  Clamamos com nosso povo pela restauração de Israel que redenção por vir. Nossa diferença é que clamamos por meio do Mashiach para experimentarmos um pouco, nesta era, daquela redenção antes que ela venha em plenitude na era por vir.

Abraham Joshua Heschel colocou um desafio diante de nós há quase meio século atrás: "Para nós judeus, não há comunhão com D'us sem a comunhão com o povo de Israel. Abandonando Israel, abandonamos D'us" (G-d in Search of Man, New York: Farrar, Strauss, e Giroux, 1976, p.423). è claro que no Mashiach Yeshua, foi gratuitamente restabelecida a nossa comunhão com D'us.

Se mantivermos nossa solidariedade com Israel pelo Mashiach, temos ambos: Israel e Mashiach. Se ficamos fora da comunhão com Israel, mesmo proclamando o Mashiach para Israel, perdemos nossa parte na chamada de Israel, nossa posição intercessória em prol de Israel e das nações, um aspecto significante do eterno proposito de D'us.

Quando imaginamos nossa principal comunidade sendo a igreja invisível  precisamos definir a nós mesmos dentro desta mesma igreja pela nossa "qualidade de judeu", mas quando nossa comunidade de referencia é Israel - nosso povo judeus e suas tradições - definimos nós mesmos dentro daquele ambiente pela nossa lealdade ao Mashiach. 

É muito mais constrangedor ao povo judeu, o qual fomos chamados para servir, e muito mais biblicamente coerente, colocarmo-nos dentro de Israel pelo Mashiach, do que dentro de uma igreja visível pelas nossas raízes judaicas.


Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

quinta-feira, 21 de março de 2013

O QUE É UMA CONGREGAÇÃO JUDAICO-MESSIÂNICA?

PARTE IV

A maneira judaico-messiânica de viver implica no esforço em cumprir o pacto de responsabilidade de Israel contido na Torah dentro do contexto do Novo Pacto. A halachah judaico-messiânica está arraigada na Escritura (nos escrito do Tanach e do Novo Pacto), a qual é a única santidade e autoridade.

No entanto, também extrai, da tradição judaica, especialmente aquelas praticas e conceitos que tem ganhado quase que aceitação universal dos judeus devotos através dos seculos. Além disso, como a maioria dos outros troncos do Judaísmo, o Judaísmo Messiânico reconhece que a halachah deve ser tanto dinâmico quanto fiel, pois implica na utilização da Torah a uma variedade mais abrangente de situações e circunstâncias variáveis.

A halachah (também como Halaca, Halacha ou Halakha)  é o nome do conjunto de leis da religião judaica, incluindo os 613 mandamentos que constam na Torá e os posteriores mandamentos rabínicos e talmúdicos relacionados aos costumes e tradições, servindo como guia do modo de viver judaico.) é uma sinal de que levamos a serio a responsabilidade pactual. A vida de obediencial não acontece simplesmente, mas requer esforço comum deliberado.

Esta compreensão é fator-chave que define o Judaísmo Messiânico como uma forma de Judaísmo mais propriamente do que um subgrupo judaico dentro da igreja. A discussão popular e aplicação da Torah para os detalhes do dia a dia é uma iniciativa unicamente judaica. Alguns contrastariam a enfase cristã na direção do Espirito com a direção desta noma popular. Mas um processo judaico-messiânico haláchico buscará  a direção do Espírito mesmo que adote a responsabilidade humana para encaixar a instrução divina numa comunidade especifica.

A palavra mais importante neste paragrafo pode ser "tentativa". Reconhecemos a inovadora natureza do Judaísmo Messiânico quando o prevemos. Para falar de halachah nesta etapa é prescritivo ao invés de descritivo. mas temos que assumir a responsabilidade pela halachah, se quisermos desenvolver um Judaísmo genuíno que possa ser passado para as próximas gerações. "R. Tarfon diz: O dia é curto, a tarefa é grande, os trabalhadores são preguiçosos, a recompensa é grande e o Mestre é insistente. Não se espera que você termine o trabalho e ainda não esteja livre para escapar dele" (Pirke Avot 2:15-16).

Continua...

Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).