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sexta-feira, 8 de maio de 2026

Não faça isso!

Fonte: Pinterest.


Evite "acrobacias e malabarismos teológicos".

A Bíblia é simples, pois sua verdade é simples.

Não invente o que não irá conseguir sustentar.

Pregue o Evangelho! 

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Devocional do Dia - “Medo: ‘e se’ / Fé: ‘mesmo se’”

Fonte: Pinterest.
"[...] e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!"
Mt 28.20b

Posicionamento — como nos posicionamos diante das situações dessa vida expõe como somos ou como escolhemos agir.

Todas as escolhas que fazemos nesta vida são imbuídas de significado para nós. 

Algumas difíceis, algumas fáceis, mas todas tomadas por nós.

Mesmo quando decisões alheias nos afetam.

Ainda assim, há uma escolha nossa em acatar, seja pelo mínimo esforço, seja pelo desejo maior de “ser feliz” do que pelo de “ter razão”.

Enfim, toda escolha é carregada de um viés filosófico, o que se pode aceitar a fim de ser feliz?

Quando vemos a vida espiritual, não é diferente.

É o duelo do medo e da fé.

Ambos colocados na balança da escolha em nosso foro mais íntimo.

O “medo” vem com “e se”.

E se isso acontecer?

E se isso não der certo?

O “E se” impede a nossa felicidade. Isso aumenta o impacto psicológico, moral ou ético de uma escolha.

Espiritualmente, é o jeito mais fácil, pois não é necessário mudar ou abandonar a zona de conforto.

Já a “fé” traz o “mesmo se”.

Mesmo se tudo der errado.

Mesmo se todos falharem.

Mesmo que não seja o esperado.

É a decisão que te põe em movimento.

É uma decisão corajosa, que devota confiança, ainda que tudo pareça contrário. 

Como cristãos, nossas decisões espirituais são tão importantes ou mais que as naturais e físicas.

E, nesse campo, precisamos ter avanço contínuo!

Ser melhor, mesmo se tentarem me impedir.

Ser mais santo, mesmo que seja extremamente penoso, alcançar isso.

O nosso posicionamento cristão demonstrará se temos fé ou medo.

É uma questão individual.

Não terceirize isso!

Bom dia.

quarta-feira, 6 de maio de 2026

História do Cristianismo

Fonte: Pinterest.
O imperador Sétimo Severo (193-211)

O imperador Sétimo Severo, homem de grande sagacidade e sabedoria, era africano de nascimento, e foi odiado pela sua perfídia (deslealdade, traição, falsidade) e crueldade.

A quinta perseguição, que teve princípio em seu reinado, não foi excedida em barbaridade por nenhum dos seus antecessores, nem tampouco foi, de certo, por nenhum de seus sucessores.

Durante algum tempo Severo pareceu estar favoravelmente disposto aos cristãos, alegando-se que atribuia o seu restabelecimento de uma grave doença às orações de um cristão chamado Próculo.

Mas a sua benevolência não durou muito, e no ano de 203 a perseguição rebentou na África com desusada violência.

Nem os esforços de Tertuliano, que não eloquentemente apelou para a humanidade do povo, nem os solenes avisos que ele dirigiu ao prefeito da África, serviram para fazer parar a torrente da fúria popular que nesse movimento se desencadeava sobre os cristãos.

Foram, um após outro, arrastados à tortura e executados, até que as palavras do grande apologista foram verdadeiramente cumpridas:

"A vossa crueldade será a nossa glória. Milhares de pessoas de ambos os sexos, e de todas as classes, hão de apressar-se a sofrer martírio, hão de exaurir os vossos fogos, e cansar as vossas espadas. Cartago, há de ser dizimada. as principais pessoas da cidade, talvez mesmo os vossos amigos mais íntimos, e os vossos parentes, hão de ser sacrificados. Mas a vossa contenda contra Deus será em vão."

Continua.

KNIGHT, A. E.; ANGLIN, W.. História do Cristianismo. 3. ed. Teresópolis: Casa Editora Evangélica, 1955. 404 p.

terça-feira, 5 de maio de 2026

Devocional do Dia - “... e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito”

Fonte: Pinterest.
"Atentei para todas as obras que se fazem debaixo do sol, e eis que tudo era vaidade e aflição de espírito."
Ec 1.14

O que nos aflige de verdade, será que sabemos?

Achamos que boletos são aflição.

O gás que acaba.

O pneu que fura.

O atraso na entrega do correio.

E por aí vai.

Achamos que isso, e apenas isso, é aflição de espírito que vem sobre nossas vidas, mas não é “só” isso.

Aqui podemos enquadrar como “vaidade e aflição” tudo aquilo que toma de assalto a nossa mente.

Rouba o nosso sossego, domina nossa expectativa e passa a ditar nossos próximos passos.

Seu aparelho de celular, o “smartphone” que você tem nas mãos agora.

Quanto de vaidade ele proporciona para você?

Pela marca, potência ou idade?

Quanto de aflição ele lhe proporciona a cada barulhinho ou luzinha que ele faz?

Não é desesperador?

Fale a verdade, quantas vezes você já não teve um mini ataque cardíaco quando não sabia onde ele estava?

Tanto a aflição quanto a vaidade são sentimentos geradores de pertubação espiritual severa.

Apesar de falar do celular, não quer dizer que está sendo “demonizado” o aparelho. 

Foi apenas um tipo, um exemplo muito próximo e fácil de ser compreendido. 

Empregos, relacionamentos, veículos, objetos, títulos e tudo o mais que possa te “sequestrar”, te tornar “cativo” a ele, é vaidade e aflição de espírito.

Precisamos rogar ao Senhor que nos liberte de tais jugos, opressões do inimigo em nossas vidas.

Que tudo ao nosso redor seja útil, mas não senhor de nossas vidas, que não tirem o nosso sono e paz.

Uma boa forma de se livrar disso é entronizar Jesus como Senhor de nossas vidas. 

Dar a ele a primazia, rogar dele a libertação total de nosso ser.

Só assim seremos livres de tudo.

Bom dia. 

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

 

Fonte: Pinterest.


Todos nós — que estamos em Cristo — já fomos alguém à beira do poço, no calor do dia, fugindo de nossos próprios pecados.

Até que Jesus apareceu.

Jamais se esqueça disso.

Boa Semana.

domingo, 3 de maio de 2026

Devocional do Dia - “Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos”

Fonte: Pinterest.
"E, respondendo Simão, disse-lhe: Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, porque mandas, lançarei a rede."
Lc 5.5

Parecia uma jornada que terminaria em cansaço e frustração, mas não foi assim dessa vez.

A noite de trabalho deles havia terminado, o turno já estabelecido, o barco, as redes e toda a experiência deles.

Não foi por falta de nenhuma dessas coisas, mas às vezes, as coisas não saem como o planejado.

Veja que, diante da palavra de ordem de Jesus, o cenário muda de imediato.

Eles não foram repreendidos por não conseguirem pescar nada.

Quantas pessoas se frustram por fazerem tudo o que aprenderam uma vida inteira e não alcançarem resultado de imediato.

Nem todo bolo sairá perfeito; nem toda pregação será a melhor; nem toda reação será a mais adequada; todavia, não são nossas incapacidades que ditarão o rumo de nossas vidas.

Precisamos compreender: ao entregarmos nossa vida para Jesus, precisamos estar sob suas orientações.

É fazer o que nos cabe.

Há pregadores que, a cada sermão, geraram reboliços em cidades inteiras.

Há pregadores que pregaram e nada de especial aconteceu.

Qual deles não sabia o que estava fazendo?

Não é uma questão do quanto somos “bons” ou “maus” em algo, mas o quanto estamos empenhados em obedecer, mesmo que tudo implique ao contrário.

Veja que, eles não terem pegado nada, era a deixa para o milagre da pesca.

Se você não conseguiu resultado algum, não se desespere.

Ouça o que Ele te disser e siga.

Para os incrédulos, Jesus estava louco de mandar os pescadores de novo ao mar; para os pescadores era o motivo que precisavam para vencer a frustração.

O que nos falta é ouvir a pessoa certa!

Bom dia.

quinta-feira, 30 de abril de 2026

Devocional do Dia - Comunicação assertiva

Fonte: Pintererst.
"E, quando vos conduzirem às sinagogas, aos magistrados e potestades, não estejais solícitos de como ou do que haveis de responder, nem do que haveis de dizer. Porque na mesma hora vos ensinará o Espírito Santo o que vos convenha falar."
Lc 12.11-12

Comunicação assertiva é a capacidade de expressar-se de forma clara, respeitosa, objetiva, de modo a ser entendido pelo interlocutor.

Falar para ser entendido.

Toda transmissão de conhecimento é bem feita quando passa por isso.

Os conhecimentos podem ser pensados a partir de quatro dimensões principais: científico, filosófico, religioso e empírico.

Sem uma forma de transmitir mensagem, conteúdo e contexto, o melhor dos homens terá falhado em propagar o conhecimento que carrega.

Quando olhamos a Bíblia, vemos uma declaração num contexto de definição de parâmetros para a missão de anunciar a Palavra.

O conhecimento do Senhor, toda a dimensão do Evangelho, é uma área do saber não de natureza física como as quatro supracitadas, mas espiritual.

Mesmo o conhecimento religioso, que trata em muitas de suas linhas mais sobre o servir no modelo ou sistema de fé, é abrangente a qualquer tipo de religião.

Quando vemos na Bíblia, a dimensão é a cristã; quem traz a luz ao homem sobre a Palavra de Deus é o Espírito Santo.

Ele nos dá sabedoria sobre:

[1] O que falar, qual texto usar a cada situação ou contexto.

[2] Quando falar, o momento de nos achegarmos, de “ver” a oportunidade.

[3] Como falar, é o tom de voz, a postura e até o olhar.

Diante dessa ajuda especializada do Espírito Santo, cabe a nós nos prepararmos o Espírito ajudará, mas não revelará nada novo.

Ele te fará lembrar do que você já leu, da oração que já fez, da provação que já passou.

Não é espírito de adivinhação.

Se prepare, faça sua parte.

Na hora certa, o Espírito descerá sobre você e terás o que dizer.

Bom dia.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

Trabalho duro faz parte da sua vitória!

 

Fonte: Pinterest.


Deus somente fará tudo por você quando for algo que você realmente não consiga.

Muitos na primeira dificuldade já se fazem acreditar que não conseguem.

Caem diante de uma ineficácia que colocam sobre si mesmos.

Veja, Deus te dará direção, mas se você não começar a remar, somente saberá para onde ir.

Todavia, nunca chegará lá.

Agora, pense nisso enquanto rema!

terça-feira, 28 de abril de 2026

Devocional do Dia - Quem você pensa que é mesmo?

Fonte: Pinterest.
"Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece."
Ec 1.4

Estudos foram feitos para compreender o impacto das diferentes “eras” e contextos sociais; fez-se necessário criar uma classificação para separá-las.

São separadas assim:

Baby Boomers: Nascidos entre 1946 e 1964.

Geração X: Nascidos entre 1965 e 1980.

Geração Y ou Millennials: Nascidos entre 1981 e 1996.

Geração Z: Nascidos entre 1997 e 2009.

A geração atual é a Geração Alpha, composta por pessoas nascidas a partir de 2010 até 2025.

Eles também são conhecidos como “Gen A”.

Cada geração tem sua própria contribuição para humanidade.

Claro que os Baby Boomers, nascidos no pós-guerra e na bomba atômica, não são a primeira geração do mundo.

Já existiram outras tantas, entretanto, a definição vem da história, de eventos que mudaram o padrão no mundo.

O fato é que sempre desce uma geração para outra subir.

Existem pessoas que não aceitam a idade, não aceitam trajetória, não aceitam o mundo que vivem.

Por mais que alguém lute para mudar o mundo, sozinho ele não vai.

Não há riqueza ou título humano que transpasse a fase tangível para intangível.

Um homem, lembrado por sua riqueza, não a carrega quando falece.

O título, por mais elevado que seja, só tem seu valor real em vida.

Mortos até possuem patentes, mas não possuem exércitos.

Toda importância de alguém está na história de vida que constrói.

Ser soberbo ou um grande arrogante é somente uma questão temporal.

Uma grande certeza dessa vida é a morte física.

No futuro, não importará sua geração, mas importará o que você fez com sua vida na sua geração.

Qual seu fruto?

Bom dia.

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

 

Fonte: Pinterest.


Por muitas vezes, nós somos o grande empecilho para os milagres que pedimos.

Boa Semana

domingo, 26 de abril de 2026

Devocional do Dia - Como trazer Deus para o meio de nós?

Fonte: Pinterest.
"Porém tu és Santo, o que habitas entre os louvores de Israel."
Sl 22.3

Já é conhecido de todos que Deus faz sua “habitação”, ou seja, estadia e presença, entre os que louvam seu nome.

Ele se alegra com essa devoção proposital e racional para Ele, buscando realmente chamar atenção e seu favor para o meio da congregação.

Mas o que atrai mesmo a Deus é o louvor?

Se observarmos nas páginas da Bíblia Sagrada muito louvor foi feito com o subtítulo “para Deus”.

Muitos ornamentos foram colocados, cânticos proferidos, rituais e cerimoniais, todos “em nome” de Deus.

Entretanto, Deus não foi a todos eles.

Não se fez presente e nem desceu seu favor sobre os que se reuniram.

Mas a letra do louvor era pertinente?

Sim.

O lugar era o correto?

Sim.

Os cargos e pessoas eram os certos?

Sim.

Então, o que havia de errado em muitos casos dessa não-aprovação divina?

O desejo do coração dos que ali ministravam as ações de adoração e louvor a Deus. 

Cantavam, por ser a obrigação, em vez do prazer. Iam aos lugares corretos, mas nunca estavam lá de verdade.

Escolhidos, mas nunca escolheram ao Senhor verdadeiramente.

Podemos conjecturar que esse seja o motivo de Jesus testificar do Pai na sua busca por “adoradores verdadeiros”.

Estes não estão em locais reunidos por obrigação; não estão com veste de culto por capricho ou mesmo, não estão louvando para fortalecer ou criar laços sociais, eles estão ali por amor ao Senhor.

Como está o nosso culto pessoal?

Como você está oferecendo o louvor a Deus?

Será por obrigação?

Amor?

Barganha?

Deus não precisa de nosso louvor, mas tem desejo por Ele; não aceitará qualquer coisa ofertada “a Ele”.

Bom dia.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

Pense nisso

 

Fonte: Pinterest.

Ter a mesma roupa — todos os dias — também é uma bênção.

Seja grato!

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Devocional do Dia - Eu, nadando com tubarão?

Fonte: Pinterest.
"Posso todas as coisas naquele que me fortalece."
Fp 4.13

A metáfora corporativa de gestão diz: “Vamos colocar um tubarão no seu aquário”

Talvez isso assuste alguns pela associação do instinto animal com problemas diários reais.

Os japoneses gostam de peixe fresco, mas a pesca, cada vez mais longe da costa, fazia os peixes pescados chegarem indesejáveis ao paladar.

A indústria pesqueira japonesa já havia tentado de tudo, mas o gosto não era de “peixe fresco”.

Os peixes morriam antes do tempo nos aquários dos navios de pesca.

Um dia tiveram a ideia de colocar um pequeno tubarão no tanque com eles.

E, para o espanto de todos, com a presença do tubarão, os peixes continuavam nadando o tempo todo nos aquários dos navios até a chegada no Japão.

Após processamento em terra, o gosto dos peixes era de fresco.

Um ponto interessante da nossa perspectiva cristã nessa terra é como encaramos elementos ao nosso redor.

Entendendo a metáfora do tubarão em termos cristãos, temos:

[1] Refletir sobre o propósito do que fazemos — Por qual razão sirvo a Jesus?

[2] Definir se as ações e rotinas estão conforme o propósito — O que faço no meu dia a dia está alinhado com a escolha de vida com Cristo que eu fiz?

[3] Criar objetivos e metas desafiadores — Como estou hoje, em que preciso melhorar como cristão?

[4] Estimular a contribuição diária para o crescimento pessoal — Quais disciplinas tenho de aplicar para melhorar mais meu propósito, orar mais, louvar mais, perdoar mais?

Às vezes, só falta um “tubarão” ao nosso redor, fazendo-nos orar, pensar mais sobre nossa jornada, para nos manter vivos!

Vamos nadar um pouco?

Bom dia.

quarta-feira, 22 de abril de 2026

Me de que mesmo?

Fonte: Pinterest.

Não hesite diante do que expõe a sua fé.

Não desista diante do que a prova.

Não a esconda por medo, pois ela é preciosa diante de Deus.

Pois é por meio dela que você permanece firme na esperança da vida eterna em Cristo.

terça-feira, 21 de abril de 2026

Devocional do Dia - Nem toda oportunidade não significa ser Deus!

Fonte: Pinterest.
"Há caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte."
Pv 16.25

Ao homem que busca uma vida com Deus, há um grande desafio em seu interior a ser vencido — a sua própria vontade sobre a de Deus.

É muito comum ouvirmos orações assim: “Senhor, eu quero desse jeito”.

Já pontuando aqui, cada um pode ter seus desejos, vontades e expectativas sobre acontecimentos que, à luz do conhecimento próprio de cada um, pareçam os melhores resultados.

Quem precisa vender algo logo pede ao Senhor que a venda seja feita de forma rápida e mais lucrativa.

Quem pede saúde não pede a mesma para receber em 45 dias, mas pede para receber ainda durante a oração.

Quem pede sem ponderar o desejo em si, em sua vida, arrisca cair na armadilha do “eu”.

Às vezes desejamos tanto algo que nem perguntamos ao Senhor se aquilo é a vontade Dele para nós.

Não falamos aqui de trivialidades, mas de decisões que afetam tanto o físico, o moral, o social e, o mais importante, o espiritual do homem.

Nem toda “oportunidade” que se abrir diante de nós, poderá ser classificada como bênção.

Por vezes, ela é apenas “isca” para que te leve ao laço do passarinheiro.

Quando vemos um caçador, ele sempre usará uma isca apetitosa para chamar mesmo a atenção da presa incauta.

Jesus nos ensina em sua oração no Getsêmani que Ele tinha uma opinião, mas que a do Pai prevaleceria por ser a melhor em seu contexto.

Nem todo trabalho, curso ou título do sonho será uma bênção para você!

Atente-se a isso e ore: “Senhor, eu quero isso, todavia, não seja só o que eu quero, mas o que tu queres segundo o teu propósito”.

Isso gera bênçãos reais.

Bom dia.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

Fonte: Pinterest.

Como você entende seu relacionamento com o Senhor?

Ao errar, você se culpa por transgredir algo específico ou, por causa do pecado, você agora se sente envergonhado e distante de Deus?

Como você se sente quando erra?

Boa Semana

domingo, 19 de abril de 2026

Devocional do Dia - Como está sua carga?

Fonte: Pinterest.
"Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve."
Mt 11.30

Existe uma frase que traz uma expressão muito explicativa sobre a nossa maneira de viver e que corrobora com o texto bíblico.

Essa frase diz: “Não é a carga que o derruba, mas a maneira como você a carrega”

Quantas vezes vamos pegar algo pesado e pegamos erradamente; colocamos força nos braços quando deveria ser nas pernas; levantamos mais peso do que suportamos apenas para impressionar os outros.

Cambalear já não é uma opção, mas uma realidade.

Quando jovens, ignoramos os efeitos nocivos desses exageros.

Com o tempo, tais extravagâncias cobram seu custo.

Claro que existem profissionais, como estivadores, que conseguem carregar 4, 5 ou até 6 sacos de 60 kg acima de suas cabeças.

Por mais técnica eles possam ter adquirido ao longo de anos de profissão, o peso não fica “leve”, mas aceitável, e causa também efeitos irreversíveis.

À luz das Sagradas Escrituras, o fardo pesado não são cereais, artigos cimentícios ou pozolânicos, mas o pecado.

Esse é o peso que o mais forte, fisicamente, dos homens não consegue suportar nem com suas pernas ou braços.

Por mais que o homem tenha experiência com o “peso do pecado”, ele não é livre dos resultados de uma vida de excessos, carregando esse peso todo para cima e para baixo.

Não é a nossa habilidade que nos livrará dessa carga.

Toda a questão é “trocar o fardo” com Jesus.

O fardo de Jesus é sofrer por seu nome, padecer pela justiça, viver correta e justamente.

Terá um peso, mas esse “peso” não te deforma e nem te condena como o pecado faz. 

Ninguém é obrigado a trocar o fardo com Jesus, mas com Ele você aguenta até o fim. 

Bom dia.

sexta-feira, 17 de abril de 2026

Ser ou não ser

 

Fonte: Pinterest.


Só temos lugar no pasto celestial se formos ovelhas do Sumo Pastor.

Ou se é ou não.

Escolha hoje!

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Devocional do Dia - A busca pela justiça é diária entre homens

Fonte: Pinterest.
"Não fareis injustiça no juízo; não aceitarás o pobre, nem respeitarás o grande; com justiça julgarás o teu próximo."
Lv 19.15

Além da justiça divina, operada por Jesus em nossas vidas, que nos faz aptos a receber o Senhor em nosso ser, existe um tipo de justiça baseada na sabedoria, sendo potencializada pela justiça divina.

É a justiça no proceder com o próximo.

O homem deve buscar uma vida justa e correta diante da sociedade, respeitando leis e autoridades.

Ciência de que tudo o que se faz na vida produz uma consequência, que pode ser benéfica quanto maléfica.

A busca pelo “viver corretamente”, agindo para exercer justiça aos outros, deve ser prezada como sinal de nossa transformação no Senhor.

Quando alguém é trapaceiro, julga que o outro é “bobo”, “lento” e “menos esperto” do que ele.

Agir com justiça entre os homens é considerar que o juízo de nossas ações será pesado diretamente por Deus, pois o homem é falho e seu juízo, tão falho quanto.

Já percebeu que começamos a julgar as pessoas assim que elas começam a falar conosco?

Em nossa mente fica: “será que ela nunca percebeu isso?”.

Jesus conhecia o coração e as intenções do homem, não jugava, mas oferecia uma palavra de mudança.

Quando agimos com justiça nos julgamentos e decisões, fazemos do Senhor o juiz de nossa conduta.

Preciso aprender a não considerar os outros, por suas falhas e desatenções, inferiores a nós.

Talvez hoje não estejamos em grande delito ou desatenção, mas amanhã pode ser a nossa vez.

Como você quer ser julgado?

Qual peso quer que seja contrabalanceado com você no juízo?

Um viver justo, ao homem de Deus, expõe o Senhor reinando em seu interior.

Seja justo, não importa a situação.

Bom dia.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

SOLIDÃO, COMPANHIA E A FIDELIDADE DE DEUS NA CAMINHADA MISSIONÁRIA

Pr. Paulo Henrique P. Cunha

A VISÃO ROMÂNTICA QUE A REALIDADE CORRIGE

Antes de ser missionário na Índia, eu já estava ativamente envolvido na evangelização de minha cidade natal.

Lembro-me de momentos em que estava a evangelizar em alguns lugares difíceis na zona rural da nossa cidade e precisava me separar da equipe para alcançar uma casa isolada, atravessando um trecho de mato fechado ou subindo um morro íngreme.

Nessas caminhadas solitárias, eu me imaginava sozinho pregando em solo indiano. Era, reconheço hoje, uma visão claramente romântica e imatura da vida missionária, mas ela capturava, sem eu perceber, algo que nenhum relatório ou conferência costuma anunciar com honestidade: o peso real da solidão no campo.

O SILÊNCIO QUE A PARTIDA DEIXA

Quando estava me preparando para ir à Índia, fizemos um estágio missionário na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Tivemos a oportunidade de ouvir um experiente missionário naquele campo, e o texto que ele escolheu ficou gravado em minha memória: “Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo” (Jo 16.32).

Sua palavra foi breve, mas densa: o mesmo que aconteceu com Jesus diante dos discípulos acontece, em menor escala, com o missionário. As pessoas voltam para suas casas, suas rotinas, seu trabalho — e quem ficou no campo permanece só, frequentemente esquecido, ou quase.

Esse fenômeno tem um nome: descompasso (gap) missionário. Quem passa anos num campo transcultural caminha numa direção, enquanto sua igreja, seus amigos e sua família seguem em outra. Com o tempo, as diferenças se aprofundam de forma quase imperceptível.

Conversas que antes fluíam naturalmente tornam-se difíceis; referenciais comuns desaparecem; e os vínculos, sem o oxigênio da interação cotidiana, vão se tornando mais frágeis. Não por maldade ou indiferença, mas pelo simples peso da distância — não apenas geográfica.

Como alerta a especialista em cuidado missionário Antonia Leonora van der Meer, “uma reclamação comum é que os missionários não têm com quem desabafar”, e esse isolamento, silencioso e progressivo, cobra um preço alto e raramente mencionado.

OS AMIGOS QUE FICAM QUANDO OS OUTROS PARTEM

É justamente nesse cenário que a frase de John Collins Churton adquire todo o seu peso: “Na prosperidade, nossos amigos nos conhecem; na adversidade, nós conhecemos nossos amigos”. No começo da jornada missionária, quando o entusiasmo do envio ainda está fresco, muitos se aproximam, oram, contribuem e acompanham.

Mas, à medida que os anos passam, que a distância aumenta e que a vida segue seu curso de cada lado, torna-se visivelmente claro quem são os amigos de fato — aqueles que continuam presentes apesar de tudo, que oram sem serem lembrados, que escrevem sem aguardar resposta, que permanecem vinculados não pelo entusiasmo inicial, mas pelo amor genuíno que a distância não consegue desgastar. Esses amigos são raros, e por isso mesmo são preciosos.

O CUSTO QUE NINGUÉM CONTABILIZA

Além da solidão no campo, há ainda outro custo raramente descrito: o estranhamento no retorno. Certa vez li um artigo que afirmava que o missionário não pode mais voltar para casa porque a sua casa agora é em todo lugar e em lugar nenhum.

Quem passou anos num campo transcultural nunca mais é o mesmo. Ao retornar, frequentemente se sente mais deslocado em sua terra natal do que havia se sentido no campo.

Antonia Leonora Van der Meer confirma isso ao descrever que os missionários que retornam “com frequência se sentem confusos, exaustos, inseguros, perdidos e solitários”, vivendo o que é comumente chamado de choque cultural reverso.

O que deveria ser reintegração acaba sendo, muitas vezes, uma nova forma de solidão — a de estar fisicamente em casa, mas espiritualmente em outro mundo.

NUNCA VERDADEIRAMENTE SÓ

E, ainda assim — e aqui está o paradoxo glorioso da missão —, ao olhar para trás, posso afirmar com convicção: nunca estive verdadeiramente só. Deus me deu uma esposa maravilhosa que tem sido uma companheira fiel e corajosa em cada etapa.

O Senhor também levantou irmãos, pastores e igrejas que nos sustentaram fielmente — e ainda fazem — com oração e contribuições. Em momentos de grande necessidade, Deus providenciou pessoas certas que chegaram de formas que jamais poderíamos planejar. Não exatamente da maneira que nossa solidão exige, mas da maneira que a sua soberania provê.

Essa é uma lição que a caminhada missionária ensina de forma inegociável. A promessa de Deus é clara: “Nunca te deixarei, nunca te abandonarei” (Hb 13.5). Não é uma promessa de ausência de solidão, é a garantia de uma presença que não falha, mesmo quando tudo ao redor parece falhar.

A SEMENTE, AS LÁGRIMAS E OS MOLHOS

Há um versículo que, para mim, resume com precisão singular toda a experiência missionária: “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos” (Sl 126.6).

A missão tem choro. Tem solidão. Tem caminhada por trilhas difíceis, literalmente e metaforicamente. Mas tem também — e esta é a certeza que sustenta tudo — a promessa firme da colheita. Uma colheita que pertence ao Senhor da seara, e que Ele garante para os que perseveram com fidelidade.

O missionário não vai ao campo porque é corajoso ou aventureiro. Vai porque foi chamado. E é nesse chamado que encontra a única companhia que verdadeiramente nunca falta: o Pai que está com ele — como esteve com Jesus — mesmo quando todos os outros voltam para casa.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Devocional do Dia - “When fishermen cannot go to sea, they repair nets”

Fonte: Pinterest.
"Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?"
Pv 6.9

Talvez você já tenha ouvido esse ditado popular assim: “Quando os pescadores não podem ir ao mar, eles consertam as redes”.

A ideia aqui desse ditado é que, quando o mar está muito agitado para navegar, os sábios não esperam — eles começam a trabalhar, se preparar em terra.

Eles consertam suas redes, afiam suas ferramentas e se preparam para o momento em que a tempestade acontecer.

Porque mesmo na quietude, há progresso.

Não se trata de ficar sentado, mas de construir o que vem a seguir.

O bom pescador sabe que as redes precisam ser consertadas regularmente, mas também sabe que existem momentos apropriados para isso.

Podemos ver muito bem pela lente desse ditado sobre obreiros da Casa do Senhor que nunca consertam suas redes.

Continuam com a mesma “rede rasgada” tentando pescar, mas sem sucesso.

Entendem momentos que não estão agindo como “momentos de descanso”, “sono”.

Eles só esperam a “tormenta passar”.

A questão é que, se ela passa, mas, sem seus aparatos em condição de uso eficiente, acaba gerando transtorno.

Obreiros, quando não for seu dia de pregar — leia a Bíblia.

Quando não for seu dia de “ficar na porta” — chegue como se fosse.

Não está “evangelizando” hoje — testemunhe, porte-se como se estivesse.

“Não dou aula” — estude a Bíblia como se você fosse o professor do mundo curioso sobre Cristo.

Quem não se preparar, nunca terá uma pesca maravilhosa; sempre terá pouco ou até nada para apresentar ao Senhor.

Todos servem para algo! Você só não pode servir de “mau exemplo” para os outros.

Bom dia.