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sábado, 2 de julho de 2016

Mistérios da Escritura 1-10

Os Mistérios do Reino do Céu

"E falou-lhe de muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear.E, quando semeava, uma parte da semente caiu ao pé do caminho, e vieram as aves, e comeram-na; E outra parte caiu em pedregais, onde não havia terra bastante, e logo nasceu, porque não tinha terra funda; Mas, vindo o sol, queimou-se, e secou-se, porque não tinha raiz. E outra caiu entre espinhos, e os espinhos cresceram e sufocaram-na. E outra caiu em boa terra, e deu fruto: um a cem, outro a sessenta e outro a trinta. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. E, acercando-se dele os discípulos, disseram-lhe: Por que lhes falas por parábolas? Ele, respondendo, disse-lhes: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; Porque àquele que tem, se dará, e terá em abundância; mas àquele que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz:Ouvindo, ouvireis, mas não compreendereis,e, vendo, vereis, mas não percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido,E ouviram de mau grado com seus ouvidos,E fecharam seus olhos;Para que não vejam com os olhos,E ouçam com os ouvidos,e compreendam com o coração,e se convertam,e eu os cure. Mas, bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Porque em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram. Escutai vós, pois, a parábola do semeador. Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho. O que foi semeado em pedregais é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; Mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e, chegada a angústia e a perseguição, por causa da palavra, logo se ofende; E o que foi semeado entre espinhos é o que ouve a palavra, mas os cuidados deste mundo, e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e fica infrutífera; Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta. Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio? E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. Outra parábola lhes propôs, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao grão de mostarda que o homem, pegando nele, semeou no seu campo; O qual é, realmente, a menor de todas as sementes; mas, crescendo, é a maior das plantas, e faz-se uma árvore, de sorte que vêm as aves do céu, e se aninham nos seus ramos. Outra parábola lhes disse: O reino dos céus é semelhante ao fermento, que uma mulher toma e introduz em três medidas de farinha, até que tudo esteja levedado. Tudo isto disse Jesus, por parábolas à multidão, e nada lhes falava sem parábolas; Para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta, que disse: Abrirei em parábolas a minha boca; Publicarei coisas ocultas desde a fundação do mundo. Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo. E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem; O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno; O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos. Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo. Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Também o reino dos céus é semelhante a um tesouro escondido num campo, que um homem achou e escondeu; e, pelo gozo dele, vai, vende tudo quanto tem, e compra aquele campo. Outrossim o reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; E, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a. Igualmente o reino dos céus é semelhante a uma rede lançada ao mar, e que apanha toda a qualidade de peixes. E, estando cheia, a puxam para a praia; e, assentando-se, apanham para os cestos os bons; os ruins, porém, lançam fora. Assim será na consumação dos séculos: virão os anjos, e separarão os maus de entre os justos, E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes."
Mateus 13.3-50

Os mistérios do Reino do Céu (v.11) estão apresentados neste capítulo na forma de sete parábolas. Nos capítulos iniciais de Mateus o Senhor Jesus Cristo apresenta-se perante Israel como o Messias — o Rei.

No capítulo 12 os líderes religiosos dos judeus rejeitaram-No, acusando-O de fazer milagres pelo poder do demônio. Agora que o Rei é rejeitado, o reino surge de uma forma diferente. É precisamente isso que lemos em Mateus 13.

Estas sete parábolas são a descrição do reino durante o tempo da rejeição do Rei até ao Seu regresso para reger sobre a terra.

O Rei está agora ausente, porém, o Seu Reino pode ser visto onde qualquer homem escolher reconhecê-Lo como Rei.

sexta-feira, 1 de julho de 2016

Gostei, vale o lembrete!


Porque estudar Escatologia?

Texto Referência: Hb 4.7 - “[Deus] determina outra vez um certo dia, Hoje, ... depois de tanto tempo, como antes fora dito: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações.”

1) OBSERVAÇÕES SOBRE O ESTUDO DE PROFECIAS
  • Limites: há limitações quanto ao que pode ser conhecido sobre certos assuntos (At 1.7); o conhecimento do futuro é limitado e tem o propósito de conduzir o cristão a uma vida de acordo com a vontade de Deus.
  • Tensão entre “já” e “ainda não”: 1 Co 2.9; 1 Jo 3.2.
2) POR QUE ESTUDAR PROFECIA?
  • Saber: As profecias nos informam sobre o plano de Deus para o homem;
  • Esperança: A profecia oferece esperança segura em uma era sem esperança;
  • Consolo: O estudo das profecias estimula a santidade e piedade do crente;
  • Vigilância: O estudo das profecias capacita evitar os enganos e erros;
  • Salvação: mostra o caminho da comunhão com Deus e livramento da ira;
  • Confiança: as profecias ajudam a confiar no caráter e soberania de Deus;
  • Compromisso e missão: O estudo das profecias promove uma igreja evangelística.
3) O QUE É ESCATOLOGIA?
  • Escatologia: doutrina bíblica que lida com as “ultimas coisas” (do grego eschatos - “último”, logos - estudo).
  • Expressões bíblicas: “últimos dias” (Is 2.2; Mq 4.1), “últimos tempos” (1 Pe 1.20) e “última hora” (1 Jo 2.18).
  • Definição: estudos dos acontecimentos finais do plano de Deus para este mundo e a consumação do propósito de Deus.
  • Profecia: é a proclamação da vontade de Deus presente e futura (Anders).
  • Alfa e Ômega: Cristo é o princípio e o fim de todas as coisas.
4) PREMISSAS
  • Houve um início e haverá um fim do atual sistema mundial;
  • Desfecho da evangelização mundial;
  • A justiça divina deve ser implantada; o Reino eterno de Jesus será estabelecido;
  • É necessário iniciar-se o tempo eterno;
  • A morte e o mal serão destruídos; o pecado e suas conseqüências terão fim;
  • O bem triunfará.
5) A PERSPECTIVA ESCATOLÓGICA DO ANTIGO TESTAMENTO
  • Vinda do Redentor: semente da mulher (Gn 3.15); semente de Abraão (Gn 22.18); da tribo de Judá (Gn 49.10); descendente de Davi (2 Sm 7.12-13); Profeta, Sacerdote e Rei (Dt 18.15; Sl 110.4; Zc 9.9); Servo Sofredor (Is 42.1-4; 49.5-7; 52.13-15; 53); Filho do Homem (Dn 7.13-14);
  • A chegada do reino de Deus: Dn 7.13-14
  • O estabelecimento do Novo Pacto: Jr 31.31-40; cf. 1 Co 11.25; Hb 8.8-13;
  • A restauração de Israel: Jr 23.3; Is 11.11;
  • O derramamento do Espírito Santo sobre toda a carne: Jl 2.28,29;
  • Novos Céus e Nova Terra: Is 65.17; 66.22.
6) O CARÁTER DA ESCATOLOGIA DO NOVO TESTAMENTO
  • No NT o grande acontecimento escatológico predito no AT (a vinda do Messias) já ocorreu com a vinda de Jesus Cristo;
  • O NT mostra que muitas profecias descritas como um único acontecimento, envolvem duas etapas: a presente era messiânica e o futuro;
  • A relação entre estas duas etapas escatológicas é que as bênçãos da era presente são o penhor e a garantia de bênçãos ainda maiores na era por vir.
  • A pregação de Jesus pode ser resumida em Mc 1.15: "O tempo está cumprido e o Reino de Deus está próximo; arrependei e crede no evangelho". Em certo sentido, o Reino já estava presente no ministério de Jesus: "se, porém, eu expulso os demônios pelo dedo de Deus, certamente é chegado o Reino de Deus sobre vós" (Lc 11.20; cf Mt 12.28). Mas, em outro sentido, o Reino ainda estava no futuro: "Venha o teu Reino" (Lc 11.2).
7) TEMAS ENVOLVIDOS
  • Arrebatamento: súbita partida dos cristãos para o encontro com Cristo;
  • Segunda vinda: volta de Cristo à terra em momento desconhecido;
  • Tribulação: período de catástrofes sem precedentes que virá sobre a Terra;
  • Milênio: período de reino de Cristo;
  • Anticristo: personificação do mal e agente de Satanás contra o plano de Deus;
  • Tribunal de Cristo: premiação dos cristãos segundo as suas obras;
  • Ressurreição e juízo: a bendita esperança dos justos e o julgamento dos ímpios;
  • Céu e inferno: escatologia estudo completo;
  • Trono de julgamento: julgamento dos rebeldes contra Deus.
8) IMPORTÂNCIA DA DOUTRINA DA SEGUNDA VINDA DE CRISTO
  • Importância: A segunda vinda é mencionada mais de 300 vezes na Bíblia. Os 216 capítulos do Novo Testamento contêm 318 referências à volta de Cristo, e 1 em cada 30 versículos fala deste fato. Apenas 4 (Gálatas, Filemon, 2 e 3 João) não mencionam a volta de Jesus.
  • Chave: Várias promessas dependem diretamente da vinda de Cristo, como por exemplo, a ressurreição do corpo, a vitória final sobre Satanás, prova final da divindade de Cristo, porque ele prometeu voltar.
  • Certeza absoluta: embora o momento exato seja desconhecido (Mt 24.36), a vinda de Cristo foi assegurada por ele mesmo (Jo 14.3) e pelos anjos no momento de sua ascensão (At 1.11).
9) PRINCÍPIOS DE ESTUDO DAS PROFECIAS
  • Picos de profecia: as profecias do Novo Testamento lançam luz sobre profecias do Antigo Testamento (1 Co 2.9); por exemplo, os judeus não perceberam que a vinda de Jesus seria constituída de duas etapas: (a) encarnação e crucificação e (b) a segunda vinda com poder e glória;
  • Dupla referência: aplicação imediata e/ou futura.
  • Hermenêutica: interpretação principalmente literal (1 Pe 1.20-21);
  • Escrituras: a Bíblia tem autoridade suprema na interpretação do texto; as verdades da Palavra de Deus devem ser respeitadas no estudo das profecias;
  • História: a profecia se refere ao passado ou ao futuro? Ela se cumpriu totalmente ou parcialmente?
10) DESAFIOS
  • Santidade: 2 Pe 3.10-14; 1 Jo 1.5-7;
  • Compromisso: Rm 5.1-9; 12.1-2; Ef 2.1-10;
  • Proclamação: Mt 28.19-20; Mc 16.15-16; Jo 21.15-17; At 1.6-11.
CONCLUSÃO

Vale apena todo o tempo investido na Palavra, é o tempo investido em nossa própria edificação.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Frase para Meditação


"Martinho Lutero ensinou que se, ao orarmos o Pai Nosso, um pensamento da parte de Deus vier à mente, é necessário parar de orar e anotá-lo, pois as palavras ditas por Deus excedem ao valor de cada palavra falada por nós."

Francisco de Sales (1567-1622)

CONTE PARA DEUS


CONTE PARA DEUS


Profetiza sobre o teu problema! 

Ezequiel cap 37 é a visão do vale de ossos secos; e está escrito que eram sequíssimos, mas Deus mandou profetizar sobre aqueles ossos para que vivessem, e nasceram nervos e a carne, osso com osso se encaixou e levantou-se um grande exército, pois o espírito de Deus estava ali e tudo aconteceu, e em nome de Jesus o mesmo espírito de vida vai te visitar e se você profetizar que vai acontecer, tenha certeza que tudo o que te oprime e te faz chorar vai se transformar através da sua declaração de vitória, não se assuste com a situação mas creia no impossível. 

Deus te abençoe!

Dcª Eliana Grasiela Bortolo


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

Predestinação

"Na sua onisciência, Deus predestinaria um número exato de pessoas para ser condenado e outro para descansar eternamente? Teria cada homem seu destino traçado?"

Acreditamos que Deus, na sua onisciência, por meio de leis científicas e matemáticas, sabe quantos vão vencer a batalha da fé e terminar triunfantes na eterna glória, porém, isso nada tem a ver com a predestinação fatalista: Jo 17.5.

No que tange à predestinação, ela se baseia, em essência, no "conhecimento anterior" de Deus, no sentido de que o seu "amor eterno" e preocupação e interesse pelos crentes é que está em foco. Aqueles sobre quem fixou seu coração de antemão, portanto, são aqueles que se tornaram o alvo de seu decreto determinador.

Esse decreto determinador não é um mero pronunciamento judicial, mas é, sem dúvida, acompanhado por um poder orientador e criador, através do Espírito Santo, que garante o cumprimento do propósito de Deus.

O grande alvo da predestinação é a chamada dos crentes dentro do tempo, e o resultado de ambas as coisas é a transformação do crente segundo a imagem de Cristo, tanto moral (no que tange à participação do crente na própria santidade de Deus, tal como Cristo dela participa), como metafísica (no que convence a natureza essencial de Cristo).

Não existe, portanto, predestinação para a condenação. Por exemplo: O caso do endurecimento do coração de Faraó, por dez vezes consecutivas, a Bíblia diz que ele mesmo se endureceu contra a ordem de Deus (Êx 7.13; 8.15,19,32; 9.7,34,35; 13.15; 14.22), e dez vezes lemos que Deus o endureceu: Êx 4.21; 7.3; 9.12; 10.20,27; 11.10; 14.4,8,17.

Theodoret assim explica o caso: "O sol, pelo seu calor, torna a cera mole e o barro duro, endurecendo um, amolecendo outro, produzindo pela mesma ação resultados contrários. Assim a longanimidade de Deus faz bem a alguns e mal a outros; alguns são amolecidos e outros endurecidos". Contudo, cremos que esse amolecimento ou esse endurecimento vêm daquilo que o homem apresenta a Deus: um coração contrito, ou orgulhoso.

Deus não endurece o coração de um indivíduo, necessariamente com uma intervenção sobrenatural; o endurecimento pode ser produzido pelas experiências normais da vida, operando através dos princípios e do caráter da natureza humana, que são determinados por Ele. Esta verdade é profundamente hebraica. Um exemplo semelhante desta forma hebraica de pensamento encontra-se em Marcos 4.12, onde Jesus apresenta sua razão para ensinar a verdade sob a forma de parábola.

Em outras palavras, apesar de a Bíblia declarar que Deus predestina para a vida, para a transformação segundo a imagem de Cristo e para a santidade, isso não quer dizer que Ele predestine algumas pessoas para a condenação conforme os teólogos calvinistas mais radicais têm imaginado. Deus predestina segundo a sua presciência: 1 Pe 1.2.

As Escrituras denominam tão-somente os crentes de eleitos, chamados, escolhidos e predestinados, mas sempre relacionados com a sua posição em Cristo, como as varas na videira. "Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo", 2 Co 5.17; "Todo aquele que crer em Jesus, e pela fé permanece nele tem a vida eterna e não entrará em condenação", Jo 15; Rm 8.28-30.

O fatalismo e a predestinação absoluta nunca fizeram parte da doutrina e tradição apostólica, e são comuns às seitas heréticas que se consideram favoritas da divindade e responsáveis pelo desinteresse, frustração e miséria de muitos indivíduos, povos e igrejas.

Analisando a ideia do destino na linguagem popular, vemos que significa uma forma sobrenatural, indomável e irresistível, da qual não podemos fugir e que limita a nossa liberdade e vontade.

Por ser uma maneira muito cômoda de pensar e de agir, é ela perfilhada por várias religiões e filosofias (fatalismo) e até por confissões religiosas (predestinação absoluta), mas sem base no ensino das Sagradas Escrituras.

Desde épocas imemoriais o homem tem tido o hábito de acumular na lembrança, através da sua agitada existência, pequenos fracassos, desventuras e fatalidades, e com elas construiu um monstro a que deu o nome de "destino", que compreende como uma determinação imutável, esquecendo as inúmeras bênçãos, vantagens e vitórias alcançadas sobre a adversidade.

Sendo o destino o fim para que tende qualquer ação, o lugar a que se dirige a pessoa ou objetivo em causa, está ele sujeito às leis espirituais e materiais que regem o universo.

Assim, a vida é composta de bons e maus sucessos, em conformidade com o tempo, o local, o ambiente, a experiência e a atitude do indivíduo em relação a esses elementos. Cada homem tem, pois, que procurar, na prática de uma boa consciência, o caminho da verdade e do dever, sejam quais forem as conseqüências da sua determinação.

Está escrito na Bíblia que só Deus é realmente bom, não pode ser melhor do que é visto ser a personificação do Amor: Lc 18.19; 1 Jo 4.8. Como pessoa livre, perfeita e justa, criou o homem à sua imagem e tornou-se o alvo de toda a dedicação: Gn 1.26,27; SI 8. Como podia Deus fazer acepção dentre as suas criaturas e determinar-lhes destinos diferentes, senão aqueles que eles próprios como seres livres e feitos a semelhança da mesma divindade, desejarem de "motu proprio" trilhar? Rm 2.11-16; 10.12-17.

Deus não apenas seria imperfeito, mas também a encarnação da matéria e maldade, se nos induzisse a acreditar no Evangelho para nossa salvação, quando afinal já determinara que nos havíamos de perder ou salvar.

Portanto, nenhum homem, grupo ou organização tem privilégios diante de Deus, a não ser aquele que aceita Jesus como Salvador. Porque Deus não faz acepção de pessoas, e muito menos predetermina, para certos grupos, um juízo, um destino cruel na eternidade. Sobre o assunto a Bíblia diz: "Vivo eu, diz o Senhor Jeová, que não tenho prazer na morte do ímpio mas em que o ímpio se converta do seu caminho, e viva: convertei-vos, convertei-vos dos vossos maus caminhos; pois por que razão morrereis?" Ez 33.11a; "Porque eu bem sei os pensamentos que penso de vós, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais", Jr 29.11.

Glossário
  • Fatalismo - Doutrina segundo a qual os acontecimentos são fixados com antecedência pelo destino. Atitude dos que acreditam nessas ideias.
  • Predestinação Absoluta - A doutrina da predestinação está particularmente associada ao Calvinismo. A predestinação é um elemento que descende da teologia de João Calvino. Dentro do espectro de crenças quanto à predestinação, é no Calvinismo que possui sua forma mais enfática entre cristãos. Ensina que a predestinação de Deus é fruto de sua onisciência, como presciência, a qual Ele rege de acordo com a Sua vontade e absoluta soberania, em relação as pessoas e acontecimentos. E numa forma insondável, por muitas vezes não compreensível ao nosso entendimento, Deus age continuamente com liberdade total, de forma a realizar a sua vontade de forma completa. Por outras palavras, o Calvinismo baseia a sua doutrina da predestinação na perspectiva de que Deus predestina previa e absolutamente a humanidade, escolhendo entre os homens aqueles que irão salvar-se e aqueles que vão ser condenados. Esta doutrina tira ao Homem qualquer possibilidade de rejeitar ou aceitar livremente a graça divina. Tanto para o Calvinismo quanto para o catolicismo-romano agostiniano, não há livre-arbítrio. Para ambos, a soberania de Deus prevalece. O cristão escolhido não pode rejeitar sua eleição, pois Deus há de curvá-lo até que ele aceite a Sua graça.
  • Motu proprio - A expressão motu proprio poderia ser traduzida como "de sua iniciativa própria" o que se opõe ao conceito de rescrito que é, em regra, uma norma expedida em resposta a uma dada situação.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Testemunho


Ele nos mostra com quem estamos andando....

"... e ser-me-eis testemunhas ..."
At 1.8

Frase de Impacto


"O significado da oração é alcançarmos a Deus, não a resposta."

Oswald Chambers ( 1874-1917)

FRASES


Deixe Jesus Cristo fazer parte da sua vida, e veja a diferença que isto faz.


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Missões


Como está o seu desejo de fazer Missões hoje?

Já sentiu ou lembrou-se que milhões vão ao abismo todos os dias?

Já parou e pensou que Deus tirou dos judeus o privilégio de evangelizar o mundo e deu em suas mãos?

Ore já!

Conselhos Bíblicos