quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O pecado nos separa de Deus - Pré Adolescentes

Eduardo Sousa

Introdução

PECADO. Eis uma das palavras mais terríveis que podemos encontrar em nosso idioma. O pecado é responsável por toda a miséria humana. Ele é tão terrível que tem como resultado final a morte.

I. O que é pecado?

Na Bíblia encontramos uma definição de pecado: “... pecado é transgressão da lei" (1 Jo 3.4). Paulo confirma essa definição: "Porque até a

o regime da lei havia pecado no mundo, mas o pecado não é levado em conta quando não há lei" (Rm 5.13)

1. Etimologicamente.

Encontramos várias palavras, tanto no Velho Testamento (Hebraico), quando o Novo (Grego), para a palavra pecado. O significado, entretanto, é comum a todas: transgressão, desobediência, rebelião.

2. Outras definições.

Pode também ser considerado como "qualquer coisa na criatura humana que não expressa ou é contrária ao caráter santo do Criador".

3. Teologicamente.

Pela teologia, o pecado é definido como "errar o alvo", ou seja, andar de modo contrário à vontade de Deus. Quem peca não está acertando o alvo, que é a vontade de Deus.

O pecado provoca muitos males

A Bíblia aponta várias conseqüências do pecado na vida do homem. Os atos pecaminosos trazem conseqüências sobre a vida do homem. Mas o principal é O PECADO (a natureza pecaminosa), que é a raiz do problema. O homem não é condenado somente por praticar atos de pecado, mas por ser, ele mesmo, pecador por natureza. O pecado trouxe as seguintes conseqüências para o homem.

1. Julgamento.

O homem está julgado. O julgamento que veio sobre Adão, quando pecou, é imputado a toda raça humana.

2. Condenação.

O homem, julgado, está condenado. O pecado o levou à condenação.

3. Morte.

Tanto morte física quanto a espiritual. Morte é separação. E o homem pecador está separado por Deus. Deus não está com as mãos encolhidas para que não possa salvar, nem os seus ouvidos estão surdos para que não possa ouvir, mas o pecado faz separação entre o homem e Deus (Is 59.1,2)

4. Culpa.

O pecado traz culpa. A pessoa culpada diante de Deus. Daí, a razão do seu julgamento e condenação. Entende-se por culpa a dívida que o pecador tem por causa do pecado, em relação a quem ele ofendeu. É o que o faz ser passível de punição.

A culpa traz a pena, o castigo. O castigo, o salário do pecado, que é a morte (Rm 6.23)

Conclusão

Você pode tratar cada pecado e se livrar de cada um deles, um por um. Mas o problema de PECADO, na sua natureza, só pode ser resolvido se você aceitar Jesus Cristo como seu Salvador.

Fonte: Extraído das Lições Passo a Passo com Cristo 1 - LERBAN

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

As Sete Dispensações

Dispensação “é um período em que o homem é experimentado em relação à sua obediência a alguma revelação especial da vontade tanto permissiva como diretiva de Deus”.

A palavra dispensação deriva do termo grego “oikonimia” que por sua vez significa economia que é a “boa ordem na administração na despesa de uma casa”.

As sete dispensações são:

1 – Dispensação da Inocência

Seu início deu-se na criação e findou-se na queda de Adão. O tempo não é revelado.

2 – Dispensação da Consciência

Esta dispensação começou em Gn 3 e durou cerca de 1656 anos: de zero (0 ) a 1656 a.C., abrangendo o período desde a queda do homem até o dilúvio; Gn 7.21,22.

3 – Dispensação do Governo Humano

Esta dispensação começou em Gn 8.20 e perdurou cerca de 427 anos. Desde o tempo do Dilúvio até a dispersão dos homens sobre a superfície da terra, sendo consolidada com a chamada de Abraão; Gn 10.15; 11.10-19;12.1.

4 – Dispensação Patriarcal

Teve início com a Aliança de Deus com Abraão, cerca de 1963 a.C., ou seja, 427 anos depois do dilúvio. Sua duração foi de 430 anos; Gl 3.17; Hb 11.9,13. A palavra chave é PROMESSA. Por meio desta dispensação, Abraão e seus descendentes vieram a ser herdeiros da promessa.

5 – Dispensação da Lei

Ela teve início em Ex 19.8, quando o povo de Israel proclamou dizendo que “tudo que o Senhor falou, faremos.” Sua extensão é de 1430 anos. Do Sinai ao Calvário; do Êxodo à cruz.

6 – Dispensação da Graça

Esta dispensação começou com a morte e ressurreição de nosso Senhor Jesus Cristo e terminará em plenitude com o arrebatamento da Igreja; porém, oficialmente falando, seus efeitos continuarão até Apocalipse 8.1-4.

7 – Dispensação do Reino

Esta dispensação terá, de acordo com a própria escritura, a duração de 1.000 anos; Ap 20.1-6. É também chamada de a dispensação do Governo Divino. Esta dispensação é algo para o futuro, logo após o julgamento das nações descrito em Mt 25.31-46, e antes do Juízo do Grande Trono Branco (GTB). É neste ponto, que se encontra a essência do entendimento do campo da escatologia bíblica, ou seja, compreender o que Deus traçou para o futuro da Igreja, Israel e dos gentios. Esta última dispensação, que é a juntura do presente século e do vindouro, fornece um nítido exemplo de sobreposição das dispensações, isto é, que às vezes há um período transitório entre uma e outra.

Por: Pr. Paulo Mori – Bacharel Teologia – Licenciado Pedagogia – Filosofia; Pós Graduado Docência do Ensino Superior; Técnico Eletrônico.

A LIBERTAÇÃO

O que é a Libertação?
A salvação de nossos fardos e dificuldades? Em parte, sim. Porque, além de ficarmos libertos do jugo do pecado, adquirimos outro jugo: o de Cristo. Ele nos liberta de nossos velhos fardos de pecado e soluciona nossos problemas, a fim de sermos transformados para uso em seu Reino. Quando aceitamos a Cristo, e entregamos a nossa vida a Ele, vivemos para Ele, e não para nós mesmos.
Vivemos no mundo doentio, neurótico, oprimido e cheio de patologia. Os lares estão em crise, o divórcio parece uma normalidade, a violência entre os filhos e o abandono deles às babás eletrônicas, são altamente prejudiciais.
Uma boa parte dos meios de comunicação está comprometida com o engano, publicam somente o pecado que gera a morte, notícias ruins, ou que os favorecem. As drogas continuam matando viciados, e agregando defensores, fazendo com que os valores morais sejam invertidos, a sociedade moderna está enferma.
A igreja é o contraponto desta anomalia, a igreja é lugar de refrigério. ”Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor” (At 3.19). A grande resposta para tanto sofrimento e angústia está na palavra.
Precisamos sentir a dor da sociedade, e observar de perto o quanto está apática, e ter compaixão como Jesus teve de sua situação deprimentemente miserável. “E Jesus, saindo, viu uma grande multidão, e teve compaixão deles, porque eram como ovelhas que não têm pastor; e começou a ensinar-lhes muitas coisas” (Mc 6.34).

A PALAVRA FAZ A DIFERENÇA
Tomé tinha tudo para ser um depressivo, e viver isolado por não crer em seu mestre, e posteriormente, encontrar-se com ele eliminando toda a incredulidade a seu respeito.
Pedro deveria viver com trauma-neurosa, e viver separado dos demais pela vergonha de ter negado seu Mestre. Porém a palavra, que estava neles fez com que superassem todas as possibilidades de um viver negativo.
A resposta para a sociedade está na Bíblia.
O sermão da montanha é uma verdadeira aula de paz interior, de curas emocionais e físicas. Nas suas cartas, Paulo deixa um legado de um verdadeiro manual de curas e libertação.
Romanos fala da opressão do pecado, da angústia e a vitória pela fé em nosso Senhor Jesus Cristo.
Aos Coríntios, escreve sobre suas fragilidades espirituais e emocionais e mostra contra isso o amor, a esperança e a fé.
Escrevendo aos Gálatas, repreende a vida medíocre dos irmãos, e mostra que a verdadeira libertação é pelo evangelho e o Fruto do Espírito.
Os irmãos de Éfeso foram admoestados pela carta de Paulo, a vencerem a ansiedade, porque a igreja é um corpo e unida, precisa marchar em comunhão.
Os filipenses aprenderam a trabalhar a terapia da alegria que é o segredo da vitória, e vencer a tristeza e o desânimo.
Os Colossenses aprenderam a perdoar, porque Cristo nos perdoou e nos abençoou. Paulo exorta sobre a esperança aos tessalonicenses, e somos esperançosos.
Precisamos procurar uma resposta para a sociedade na Bíblia, ela tem todas as respostas para sermos salvos e ter comunhão com Deus. Se alguém quer fazer a vontade de Deus para ser salvo, precisa conhecê-la. “E no último dia, o grande dia da festa, Jesus pôs-se em pé, e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, venha a mim, e beba. Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu ventre” (Jo 7.37,38).

EV. Geziel Silva Costa

HAMARTIOLOGIA - Doutrina do Pecado

Sei que existe muito mais por traz desta definição, mas aqui vai apenas uma "pequena" introdução ao assunto.

01 - Introdução: No grego, hamartia? (hamartiologia = doutrina do pecado). Significa: errar o alvo, fracassar.
Filósofos, psicólogos, teólogos, cientistas e muitos outros tem-se ocupado com o mistério da origem do pecado. Os resultados das suas pesquisas diferem muito entre si, mas a Bíblia nos da uma definição correta.

02 - A origem do pecado:
A origem do pecado jamais pode ser de Deus, pois Deus é Santo (1Pedro 1:16). Deus é Luz, e não há trevas nenhuma (1 João 1:5); Deus não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta (Tiago 1:13).
A origem do mal tampouco foi o homem. O homem foi criado a imagem de Deus: "E criou Deus o homem a sua imagem; a imagem de Deus o criou" (Gênesis 1:27). Foi criado perfeito: "Viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom" (Gênesis 1:31). A Bíblia diz: "Deus fez ao homem reto" (Eclesiastes 7:29). Quando Adão e Eva foram criados, o mal já existia no Universo.

a. Jesus revela o pecado: Ele disse: "Ele (satanás) foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele, quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira" (João 8:44), e também: "O diabo peca desde o principio" (1 João 3:8).
O diabo era antes um querubim ungido para proteger (Ezequiel 28:14). Diz a Palavra de Deus: "No monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas"(Ezequiel 28:14). Apesar de tudo isso, ele disse em seu coração: "Eu subirei ao céu, e, acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono, e, no monte da congregação, me assentarei, da banda dos lados do Norte. Subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo" (Isaias 14:13, 14).
Assim nasceu o pecado, como um pensamento no coração de Lúcifer. E esse pensamento ele pôs em ação! Rebelou-se contra Deus, e foi lançado fora do céu (Ezequiel 28:16-19).
Jesus disse para os seus discípulos que havia visto satanás, como raio, cair do céu (Lucas 10:18). Desde então, o diabo tornou-se o adversário de Deus. E satanás (em hebraico, satã) ou diabo (em grego, diablos) significa em português: adversário, acusador. Ele era Lúcifer, isto é, Estrela da manhã, filha da alva (Isaias 14:12). Mas degenerou-se, tornando-se o príncipe das trevas (Mateus 12:24).
E Lúcifer possuía livre arbítrio, coisa que Deus sempre considera. Ele abusou dessa extrema liberdade e sofreu as conseqüências. Pertenceu aos céus, mas tornou-se o antônimo do bem, o opositor de Deus.

b. De que maneira entrou o pecado no Mundo?
O mal do pecado havia entrado no universo. Porém, o homem vivia no paraíso em absoluta inocência, em pleno gozo e perfeita comunhão com Deus. De que maneira esse quadro tão perfeito foi desfeito? "Por um homem entrou o pecado no mundo." (Romanos 5:12).
Adão e Eva, por um ato de desobediência, conscientemente abriram a porta pela qual o inimigo entrou e com ele, todo o mal que trazia. A arma que o inimigo usou foi à tentação.
A Bíblia nos relata esse acontecimento de modo detalhado (Gênesis 3:1-24). Essa narração não é, como os materialistas afirmam, uma lenda, nem é, como outros dizem, somente figurativa, sem nenhum valor real. A Bíblia é sempre a verdade (João 17:17). O apóstolo Paulo acreditava no fato descrito em Gênesis 3, pois escreveu sobre ele ( 2 Corintios 11: 2,3; 1 Timoteo 2:14). O diabo veio na forma de uma serpente (Gênesis 3:1). Ele, como um anjo caído, um ser com corpo imaterial, um espírito, pode manifestar-se de muitas maneiras. Até Pedro, certa feita, foi utilizado pelo diabo como trampolim no seu ataque contra Jesus (Mateus 16:22, 23).

c. Qual foi a estratégia da operação tentação, aplicada contra Adão e Eva? O inimigo fez vários ataques, um após outro, até derruba-los?:
O diabo procurou, no seu primeiro ataque, despertar dúvida sobre a veracidade da Palavra de Deus. E ele, que é o pai da mentira (João 8:44), perguntou, torcendo a Palavra que Deus havia dito: "É assim que Deus disse: não comereis de toda árvore do Jardim?" (Gênesis 3:1). Porém, Deus havia dito: "De toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore da ciência do bem do mal, dela não comerás." (Gênesis 2:16,17). Quando Eva, na sua réplica, fez referência ao que Deus havia dito sobre a árvore do meio do jardim, o diabo torceu novamente a palavra: "Certamente não morrereis." (Gênesis 3;4). A dúvida estava plantada.
O Segundo ataque tinha por alvo colocar em dúvida as intenções de Deus para com eles, insinuando que Jeová não queria que os homens fossem tão felizes como Ele, pois não gostaria que se tornassem tais quais Ele. O diabo disse: "Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus." (Gênesis 3:5).
No terceiro ataque, o diabo despertou neles a tentação de se igualarem a Deus. Foi exatamente o mesmo pecado que o havia derrubado do céu (Isaias 14:14).
O poder da tentação estava ocupando tanto o entendimento como o sentimento de Eva (Gênesis 3:6). À vontade deles estava sendo conquistada por um desejo ilícito. Só faltava uma coisa, a própria ação. A vontade já contaminada deu o impulso necessário para que Eva cedesse; ela tomou do Fruto, comeu e deu a Adão, que também comeu (Gênesis 3: 6). Uma catástrofe, a maior de todos os tempos, havia acontecido.

d. Por que Deus permitiu que o homem fosse tentado?
Deus havia criado o homem a sua imagem e semelhança; Assim, o homem possuía livre arbítrio. Como uma criatura de Deus, estava sujeito a Ele e as suas determinações. Porém, o verdadeiro amor ao Senhor se manifesta na obediência a sua Palavra (João 14:15, 23 e 15:14).
Com o livre arbítrio, o homem podia, voluntariamente, mostrar sua inteira disposição de obedecer a Deus de coração. Com o livre arbítrio, uma atitude dessas não representaria nada.
Da mesma forma, sem que houvesse tentação, sem que fosse oferecida uma alternativa, o homem não teria tido oportunidade de mostrar que desejava sujeitar-se a Deus em tudo.
Assim, Deus permitiu que adão e Eva fossem tentados, dando-lhes, porém, as possibilidades de vencer. Deus também permitiu que seu próprio Filho fosse tentado. Jesus passou por uma prova muito mais dura (Lucas 4:1-13).
Deus sabia que o seu filho, como homem, tinha possibilidade de cair (se não houvesse essa possibilidade, a tentação teria sido apenas uma representação). Porém, Jesus venceu e permaneceu sem pecado (Hebreus 4;15), tendo voltado do deserto da tentação cheio do Espírito Santo (Lucas 4;14). Aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu. (Hebreus 5:8) e agora pode ajudar a todos que são tentados (Hebreus 2:18; 4:16).

03 - Definição do pecado a luz da queda do homem:
Os diferentes nomes que a Bíblia usa a respeito de pecado expressam as principais definições sobre o que ele significa:
Transgressão (Hebreus 2:2)
Literalmente, ir além do limite (Romanos 4:15). Os mandamentos de Deus são cercas, por assim dizer, que impedem ao homem entrar em território perigoso e dessa maneira sofrer prejuízo para sua alma. Adão caiu em transgressão (1 Timoteo 2:14; Romanos 5:14), o que significa que ele violou as ordens de Deus, deixando de cumprí-las. Toda a transgressão desonra a Deus (Romanos 2:23).

Impiedade (Romanos 1:18; Tito 2:12)
Significa uma ação sem piedade, isto é, uma ação sem amor, sem adoração e devoção as coisas de Deus. O homem ímpio é o que dá pouca ou nenhuma importância a Deus e às coisas sagradas. Estas não produzem nele nenhum sentimento de temor e reverência. Ele está sem Deus porque não quer saber de Deus.

Injustiça (Romanos 1:18)
Justiça é um procedimento de acordo com o direito. Quando isso falta, então se trata de injustiça.

Desobediência (Hebreus 2:2)
Significa insubmissão ou rebelião, literalmente ouvir mal, ouvir com falta de atenção, coisa que, diante de Deus, é como feitiçaria (1 Samuel 15:2). Foi o que Adão e Eva cometeram (Romanos 5:19)

Iniqüidade (Romanos 2:8; 1 João 5:17)
Significa uma falta de eqüidade, de reconhecimento do direito ou dos princípios imutáveis da justiça. É algo que promove desordem, e quanta desordem o pecado não causou na vida do homem. Quando Lúcifer se rebelou contra Deus, promoveu a eterna desordem. O anticristo é, por isso, chamado o iníquo (2 Tessalonicenses 2:8).

Errar o Alvo
O certo é atirar sem errar o alvo (Juizes 20:16). Porém, quando alguém não faz o que é certo, errou o alvo, e isso expressa o que é pecado. Os homens procuravam atirar no alvo de se igualarem a Deus, mas erraram e ficaram sendo dominados por Satanás.

Divida (Mateus 6:12)
O Homem deve (A palavra deve vem de dívida) a Deus a guarda dos seus mandamentos; todo pecado cometido é contração de uma dívida. Incapaz de pagá-la, a única esperança do homem é ser perdoado, ou obter remissão da dívida.

Queda (Efesios 1:7)
Falta, ou cair para um lado no grego, donde a conhecida expressão, cair no pecado. Pecar é cair de um padrão de conduta.

Derrota (Romanos 11:12)
Ao rejeitar a Cristo, a nação judaica sofreu uma derrota e perdeu o propósito de Deus.

O erro (Hebreus 9:7)
Descreve aqueles pecados cometidos como fruto da ignorância, e dessa maneira se diferenciam daqueles pecados cometidos presunçosamente, apesar da luz esclarecedora. O homem que desafiadoramente, decide fazer o mal, incorre em maior grau de culpa do que aquele que é apanhado em falta, que foi levado por debilidade.

04 - Conseqüências do pecado:
O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião à lei de Deus, é um ato da vontade do homem, como separação de Deus, vem ser um estado pecaminoso.
Segue-se uma dupla conseqüência; o pecador traz o mal sobre si mesmo por suas, más ações, e incorre em culpa aos olhos de Deus. Duas coisas, portanto, devem distinguir-se; as más conseqüências que seguem os atos do pecado, e o castigo que virá no juízo.
As escrituras descrevem dois efeitos do pecado sobre o culpado: O primeiro, é seguido por conseqüências desastrosas para sua alma; O segundo, trará da parte de Deus o positivo decreto de condenação.
O pecado interrompeu a comunhão entre Deus e o homem. Deus convivia com o homem em comunhão e cooperação maravilhosa (Gênesis 2;18,19). Porém, quando Deus, após a queda, veio ao seu encontro, Adão e Eva esconderam-se entre as árvores do jardim (Gênesis 3:8).
A pergunta de Deus: "Onde estas?" (Gênesis 3:9), mostra que a atitude de Deus para com Adão era agora diferente. A Bíblia diz: "As vossas iniqüidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus." (Isaias 59:2). Assim, devido ao seu pecado foram expulsos do jardim (Gênesis 3:23, 24).
O pecado torna o homem culpado diante de Deus. Culpa é uma omissão prejudicial, um delito, uma inobservância de uma regra de conduta. Deus perguntou a Eva: "Por que fizeste isso?" (Gêneses 3;13). Aquele que tropeçar em um só ponto, torna-se culpado de todos (Tiago 2:10). Assim, Todo o mundo fique sujeito ao juízo de Deus (Romanos 3;19).
O pecado faz o homem ficar debaixo da ira de Deus (Romanos 1:18-20). A Bíblia diz: "Por essas coisas vem a ira de Deus" (Efésios 5:6). Quando há perdão, a ira de Deus se retira. (Isaías 12:1-3), mas permanecerá sobre aqueles que não aceitarem o único meio de perdão, Cristo, que Deus oferece (João 3:18).

05 - Os efeitos do pecado na vida do homem:
Os prejuízos que o pecado traz na vida do homem são incalculáveis. O pecado fez o ser humano perder a sua tranqüilidade. Antes que o pecado entrasse no mundo, não existiam angustia, aflição, lagrimas etc.
Porém, depois que o homem caiu, foi obrigado a enfrentar tribulação e angustia (Romanos 2:9). O pecado colocou o homem sob seu domínio, pois ele alastrou-se e multiplicou-se de tal maneira na vida do homem que o profeta Isaias disse: "Desde a planta do pé até à cabeça não há nele coisa sã" (Isaias 1:6).
O pecado contaminou o entendimento e a consciência do homem (Tito 1:15). A sua vontade ficou inteiramente sujeita ao mal (Romanos 7:19-23): Toda imaginação dos pensamentos do seu coração era só má continuamente (Gênesis 6:5).
Pelo pecado o homem perdeu a sua posição de governo, Deus o colocara para dominar (Gênesis 1:28); porém, pelo pecado, tornou-se dominado, não somente pelo pecado, mas também pelas coisas criadas (Romanos 1:25).
Em lugar de ser senhor, tornou-se escravo da cobiça, da inveja, da avareza e outras conseqüências (1 Timoteo 6:10). Em lugar de governar sobre o pecado, tornou-se escravo dele (João 8:34).
O pecado prepara uma plataforma para o diabo na vida do homem. Se o crente é vencido pelo tentador, e o pecado entra na sua vida, deixa nela uma plataforma para o inimigo exercer maior influência.
Mas, se resistirmos ao diabo, ele fugira de nós (Tiago 4:7). Quando, porém, o homem obedece ao pecado (Romanos 6:16), os seus membros se tornam sujeitos a imundícia e a maldade (Romanos 6:19).
O pecado sujeitou o homem à morte, Deus disse no Éden: "No dia em que dela comeres, certamente morreras" (Gênesis 2:17).
Paulo escreveu que: "Por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte" (Romanos 5:12).
Essa palavra se cumpriu no dia da queda. A morte entrou e iniciou o seu domínio em três sentidos:

A morte física. Deus disse ao homem no dia da queda: "Comerás o teu pão, até que te tornes a terra" (Gênesis 3:19). Assim, a morte física ou a separação do espírito e alma do corpo (Tiago 2:26) começou desde o dia da queda. Deus, já no Éden, falava de dor (Gênesis 3:16). A doença é o inicio da morte.
A morte espiritual. É a separação entre o homem e Deus. Por isso, a Bíblia fala do homem não-crente como de um morto (Lucas 15: 24,32). Em Mateus 8:22, Jesus fala desses dois tipos de morte, ou seja, da morte espiritual e da morte física.
A segunda morte (Apocalipse 20:6). Significa a eterna separação de Deus de todos que, antes da morte física, não aceitaram a salvação. É Bem verdade o que a Bíblia afirma: "O Salário do pecado e a morte" (Romanos 6:23).

06 - Conclusão:
Devemos sempre estar em alerta, vigiando e orando para não cairmos na astutas ciladas do inimigo, pois ele lança as suas ofertas para nos tentar, e fazer com que pecamos. Mas se pecarmos: "Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça" (1 João 1:9).
"Meus filhinhos, estas coisas vos escrevo, para que não pequeis; mas, se alguém pecar, temos um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o justo" (1 João 2:1).

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Para Refletir

VERSÍCULO: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todos os que nos devem. E não nos deixes cair em tentação." Lucas 11.4

Perdão é uma peça-chave nos principais relacionamentos do discípulo. Se é para ele amar a Deus e ao seu próximo como a si mesmo (10.27), então o perdão de tudo que quebra estes relacionamentos é essencial. Nossa tendência é de lembrar e buscar sempre o perdão de Deus porque vemos o valor de restaurar nosso relacionamento com Ele.
Sem Deus nada somos e tudo perdemos. Mas, Jesus nos lembra que temos que "repassar" este precioso perdão divino adiante para nossos próximos que porventura tenham nos ofendido. É fácil receber perdão.
Às vezes parece quase impossível repassar. Alguém observou que todos os pedidos pessoais desta oração estão no plural. Não podemos orar como Jesus nos ensinou sem pedir pão, perdão e livramento de tentação só por nós.
Como Jesus nos ensinou, temos que também pedir por nossos próximos. Se pedimos perdão de Deus pelos pecados deles, temos que também perdoá-los nós mesmos.
Que Deus nos ajude!

E não é isso que precisamos pedir também?

Miss. Deividi C. Davel

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O arrependimento produz vida

Por Eduardo Sousa

O arrependimento é uma das chamadas “Doutrinas da Salvação”, e considerada com a primeira delas. É uma doutrina muito importante do evangelho.

A Importância do Arrependimento

A palavra de João Batista. João Batista iniciou seu ministério proclamando o arrependimento (Mt 3.1,2).

O apoio de Jesus. Jesus começou sue ministério pregando o arrependimento (Mt 4.17).

Mensagem básica. O arrependimento foi à mensagem básica dos apóstolos (Mc 6.7,12).

É fator indispensável. A falta de arrependimento leva à perdição. Por outro lado, o arrependimento produz vida (Lc 13.3,5; 2 Co 7.10).

O que o arrependimento não é:

Arrependimento não é simples tristeza.

Arrependimento não é remorso.

O que é arrependimento

Conceito: “Pesar sincero de algum ato ou omissão; desistência de cousa feita ou empreendida” (Pequena Enciclopédia Bíblica – O. S. Boyer); “Pesar do que se fez ou pensou; sentimento; dor, contrição, mudança de opinião”(Dicionário da Língua Portuguesa).

Definição etimológica: Arrependimento vem da palavra grega “Metanóia” (meta=mudança+nous=mente), significado “mudança de mente” ou “mudança de pensamento”.

Definição Teológica. Arrependimento é “MEIA-VOLTA”. O homem, que seguia em direção contrária a Deus, dá meia-volta e passa a andar de acordo com Deus, em seus pensamentos, emoções e vontade.

Três faces do arrependimento:

Mudança de mente;

Mudança de sentimento; e

Mudança de vontade.

Como se opera o arrependimento:

Pela graça (Rm 2.4);

Por Cristo (At 5.31); e

Pelo Espírito Santo (Rm 7.24b).

Resultados do Arrependimento:

Gozo no céu;

Perdão dos pecados;

Recebimento do Espírito Santo;

A duração do arrependimento; e

O Arrependimento nos identifica com Deus.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Prisioneiros

“Portanto, não se envergonhe de testemunhar do Senhor, nem de mim, que sou prisioneiro dele, mas suporte comigo os meus sofrimentos pelo evangelho, segundo o poder de Deus.”

2 Timóteo 1.8

Nesta página encontra-se o nome de cristãos presos oficialmente por causa de sua fé e testemunho cristãos, e uma breve descrição de seu caso . Eles estão agrupados de acordo com o país onde estão detidos. A data entre parênteses corresponde ao ano de seu nascimento.

Utilize esses nomes apenas para suas orações. Se quiser mandar uma carta, escreva apenas para aqueles que têm campanhas de cartas associadas.

A lista de prisioneiros será atualizada uma vez por mês, e todas as informações obtidas a respeito dos prisioneiros serão colocadas aqui. Dados que não estiverem aqui se encontram fora de nosso alcance.

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Portas Abertas

http://www.portasabertas.org.br/

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

MUDANDO O FOCO E GANHANDO TEMPO

1- II Corintios 4:4 - Nos quais o deus deste século... (incrédulos)

2- I Pedro 2:9 - Mais sois a geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.
Isaias 9:2 - O povo que andava em trevas viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz.

Com o primeiro povo, Ele trabalha pela salvação.

Com o segundo povo, Ele ajuda a levar a salvação.

Porem tem alguns problemas acontecendo, ... o nosso grande adversário, quer mudar o foco e ganhar tempo. -Vejamos=

Lucas 10:1 - Ganhando tempo lançando o desânimo.

Mateus 18:15 a 22 - ganhando tempo no isolamento.

Marcos 6:1 a 6 - Ganhando tempo lançando desvalorização no seio da Igreja de Cristo.

Mateus 20:17 a 22 - Ganhando tempo com pedidos absurdos.

Lucas 7:18 A 25 - Ganhando tempo lançando dúvidas.

Mateus 12:24,25 - Ganhando tempo dividindo o reino.

João 7:10 a 27 - Ganhando tempo lançando murmúrio entre o povo.

Hebreus 12:15 - Ganhando tempo lançando raiz de amargura.

Mateus 20:1 - Ganhando tempo lançando discução na seara.

Atos 17:18 a 21 - Ganhando tempo lançando novidades.

Atos 17:17 - Ganhando tempo com disputa.

II Pedro2:2 - Ganhando tempo lançando espíritos enganadores.

Queridos, tem acontecido algumas destas coisas na Igreja de Deus em que você faz parte?

Se a sua resposta for afirmativa, veja se você não está fazendo parte destas coisas?

Se ainda assim você se sente parte deste problema, ainda é tempo de se voltar aos caminhos apontados pelo Senhor, acredita-se que ainda dará tempo, porem abreviam-se os dias, tome logo a decisão de ser verdadeiramente cristão. ... Salve sua alma!


Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do Reino de Deus)

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bem-aventurados!

No capitulo 5 do Evangelho de Mateus relata o famoso e contundente Sermão do Monte.
Nele existe a expressão "Bem-aventurado" nos versículos de 3 á 11, versículos que falam diretamente de nossas condutas como cristãos.
Mas o que é um "Bem-aventurado"?
Em um de meus estudos encontrei uma explicação muito interessante na Bíblia de Estudo King James - Novo Testamento, vejamos abaixo:

"A KJ (King James) de 1611 traz a expressão inglesa blessed (abençoado, bendito, muito feliz) que foi adotada pela maioria das traduções em todo o mundo, inclusive pelas mais modernas. "Bem aventurados" transmite melhor a idéia do original grego makarios referindo-se a uma felicidade que excede às circunstâncias, que tem a ver com o profundo sentimento de paz e alegria que todos os que foram "abençoados" com a Salvação em Cristo e Seu Reino devem sentir e desfrutar, mesmo em meio às aflições cotidianas."

Quando buscamos a Cristo, levamos a Sua Palavra, vivemos Seus Ensinos, buscamos o ceús através dEle, somos bem-aventurados!

O nosso corpo pode estar em aflição de dores, mas o nosso espírito em gozo da paz dos céus.

Vamos ser "Bem-aventurados"?

Dc. Jonathas Januário Pereira

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Nações do Antigo Testamento

No quadro vemos de onde surgiram algumas das nações que estavam sobre a terra durante o Antigo Testamento.
Material muito interessante para você tirar suas dúvidas e para ser usado nos ensinos da Escola Bíblica (E.B.).

Por Jonathas Januário Pereira