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Ef 6.13
É muito interessante a posição das coisas que o Espírito Santo inspira no texto do apóstolo Paulo.
Ele começa falando de nós “tornarmos a armadura”, i.e., pegar e fazer uso, vestir.
Se preparar para o que virá pela frente.
Ninguém que põe uma armadura completa o faz sem propósito.
Preparação é para luta, não para o descanso.
Visto a armadura, pois o “dia mau”, ou seja, o momento da dificuldade, do confronto e da oposição de tudo que é contra os santos.
Daí, nos é apresentada a condição para alcançar a recompensa — “havendo feito tudo”.
Aqui é a hora onde é provado o valor das intenções do coração, do uso correto de todo o benefício divino oriundo da “armadura de Deus”.
Você veste essa armadura e batalha, luta, não se entrega, mas vai até o fim com a certeza de vencer em nome do Senhor.
Só após você fazer tudo o que era possível de você ter feito, que vem a recompensa.
A firmeza só é alcançada quando fazemos tudo o que podemos.
Preguiçosos não são firmes; descompromissados não são firmes; medrosos não são firmes; desistentes não são firmes.
Todo o que abandona a luta sem dar seu melhor não é digno de receber recompensa alguma.
A luta nunca acabará para eles!
Será que estamos fazendo tudo que é possível?
Será que não estamos cedendo a visão conformista que diz que não precisa fazer força se é de Deus?
Isso é loucura!
O céu é conquistado com muita luta: contra si, contra o pecado e contra o mundo.
Batalhar não é uma opção, mas uma certeza para todo o cristão.
Se quisermos estar firmes até o fim, precisamos lutar em todos os dias maus que vieram, dando tudo de si.
Bom dia

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