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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Estratégias de Conquista - O Cerco

Cerco ou sítio é um método de estratégia militar onde unidades militares cercam o inimigo ou uma edificação, como as praças-fortes, onde estes se abrigam com o intuito de não permitir uma evasão ou impedir o recebimento de provisões. O termo deriva do latim sedere, "sentar". Geralmente nesta estratégia, é comum o uso de armas de assédio para a destruição de edificações.

As armas de cerco ou armas de assédio são máquinas construídas a fim de destruir muralhas e fortificações durante um cerco.

O cerco era uma das táticas militares mais comuns da Idade Média. Em vez de travar uma sangrenta batalha campal, o exército que pretendia conquistar determinado castelo ou fortificação se posicionava em volta dessa construção, evitando que os inimigos saíssem do local.

"Algumas técnicas básicas de um cerco, estabelecidas na Antiguidade, são empregadas até hoje. Eram atividades que consumiam tempo e recursos", diz o historiador australiano Stephen Wyley, um especialista em guerra medieval. Após estabelecer o cerco, o exército atacante tinha duas opções: manter a fortaleza bloqueada e esperar pacientemente uma rendição ou então organizar ataques para invadi-la. A primeira alternativa envolvia uma complicada logística para abastecer as tropas, além de grandes recursos para pagar os soldados responsáveis pelo cerco, que podia durar vários meses. Além disso, aliados do exército sitiado podiam aparecer para tentar resgatar seus companheiros.

Já a opção de invadir a fortaleza exigia o uso de máquinas de guerra, que podiam ser construídas no local ou já levadas desmontadas pelo exército atacante. Para quem se defendia, era preciso, antes de tudo, prevenir-se, investindo na arquitetura militar ao construir as fortificações. Muitos castelos eram erguidos em locais de difícil acesso, à beira de abismos ou no alto de colinas. Fossos em volta da construção e enchidos com água também ajudavam no isolamento, embora os inimigos pudessem usar terra ou galhos de árvores para tapá-los. Outra tática comum dos exércitos que lançavam o ataque era estimular traições ou rebeliões entre os sitiados, estratégias que ajudavam a vencer a batalha quase sem baixas.

O Cerco contra o Cristão

Em nossa vida temos que resistir a muitos cercos, armas de assédio, investidas contra a nossa vida e salvação.

Ninguém nunca irá atacar pelo lado mais forte, e o cerco era a oportunidade para que o inimigo durante o sítio vislumbrasse todos os pontos fracos existente nas defesas do oponente. O inimigo tem mais facilidade para ver as nossas fraquezas do que nós próprios!

O inimigo sabe que em campo aberto ele é facilmente derrotado por ser visto a distância.

Se Deus não for o nosso refúgio e fortaleza (Sl 46) seremos facilmente derrotados, só Ele é a torre forte na nossa salvação.

Se você tiver problemas com bebidas, vigie (!), pois é nisso que o inimigo irá nos atacar. E isso vale para tudo: pornografia, fumo, prostituição, idolatria, etc. Ele conhece os nosso pontos fracos, tem "boas armas" e sabe usa-las.

Se o Senhor não guardar a casa, em vão vigia o sentinela (Sl 127), coloquemos o Senhor como nosso Guarda Fiel, refúgio e fortaleza.

Sozinhos, seremos facilmente derrotados, não duvidemos disso! Entreguemos nas mãos do Senhor a defesa da nossa vida.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-um-cerco-medieval
http://tempomedieval.blogspot.com.br/2009/05/armas-de-cerco.html

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