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Lc 24.21
Se olharmos friamente o que acontece no mundo ao nosso redor, também diremos como foi dito pelos dois discípulos no caminho para a pequena Emaús.
Era uma distância aproximada de 60 estádios (cerca de 12 km) entre Jerusalém e Emaús.
Não era uma viagem longa, considerando uma velocidade de caminhada, normal para o ser humano de 3,6 km/h, essa viagem deve ter durado aproximadamente umas 4 horas.
Certamente, havia começado aquela viagem após o almoço e, por fim, chegando por volta do final do dia as 18 horas, final do período do dia para o judeu.
Não sabemos a que ponto da viagem Jesus se aproximou, se logo ao começo, meio ou já próximo do final.
Chegado Jesus junto deles, não se apresenta, mas os ouve para ver o “nível de fé” que era com eles.
Esses homens, tinham uma fé que estava as duras provas desde o dia da crucificação. Toda esperança de restauração que eles tinham estava a prova.
Jesus os interpela a respeito dos eventos pregressos ao longo da história de Israel que apontavam para o Cristo, sua paixão e morte.
Jesus não queria lhes destruir a fé, mas fortalecê-la.
Quantas vezes olhamos como se toda a expectativa estivesse por terra por olharmos como as coisas vão acontecendo.
Se não fosse o consolo do Senhor, nós, certamente, naufragaríamos na fé.
O Senhor chega a nós para nos fazer lembrar que suas promessas não são vazias, não são paradas por situações que parecem inevitáveis ou imutáveis.
Quando Jesus aparece, são abertos os olhos.
Peça para que o Senhor “abra seus olhos” e que aqueça seu coração para manter sua fé viva.
Bom dia.

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