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| Fonte: Pinterest. |
1 Jo 1.9
Sendo bem direto, você gostará da Bíblia até ela chamar o que você gosta de pecado!
Agora, vamos avaliar essa afirmação.
É fácil e gostoso ouvir ditosas promessas e bem-aventuranças.
Como é bom quando o pecado apontado na pregação é o que outro comete.
Até mentalmente temos uma lista de pessoas que se enquadram nos desvios que julgamos estar livres.
Todavia, e quando o machado sai da raiz de outra árvore para a raiz da nossa?
Aí a coisa muda de figura.
É iniciada em nós uma ponderação ou gradação do pecado.
Passamos a justificar, dar razões para estarmos cometendo erros que são biblicamente claros.
Se fosse em outros, a execução seria sumária.
Em nós, cremos que sempre cabe um recurso ou álibi que nos justifique ou isente do erro.
É nessa hora que o pregador não é bom.
Que a mensagem não é de Deus.
Que o tempo não passe!
Gostamos da Bíblia quando ela não nos corrige, mas e quando ela corrige?
Será que o amor acaba quando a condenação vem?
Não podemos ser hipócritas quanto a isso!
Se conhecemos nosso pecado pela Bíblia, também é nela que encontramos o sacrifício e o perdão para nossa salvação.
É por isso que, quando confrontados, a única coisa que os homens não querem é mudar!
A Bíblia traz o que precisamos para sermos aceitos definitivamente pelo Senhor nos céus.
O que o Senhor traz como sua verdade é também nossa “régua de medir”.
É pela Bíblia que será o homem medido, pesado e julgado.
Contudo, o juízo pode ser a condenação eterna ou a salvação eterna.
Tudo vai depender de como você reage ao conteúdo da Bíblia.
Bom dia.

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