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| Fonte: Pinterest. |
1 Jo 3.20-21
Tens tu algum pregador que gostas?
Alguém que, quando munido da oportunidade e cheio do preparo, prega com desenvoltura.
Ministra de forma que ao olharmos, desejamos ficar por horas a fio ali.
Vemos e desejamos dom semelhante para o trato com a Palavra de Deus.
É bom termos referências pessoais de preletores.
Ministros que são um ponto de comparação e também de contraponto para nós.
Sem esforço algum, facilmente você pode elencar de três a cinco que são seus preferidos.
Entretanto, eles somente chegam na profundidade que o ouvinte permite que eles cheguem.
Se você não os buscar, eles jamais lhe trarão reflexão alguma.
São bons, mas não externos.
Estão fora de nós e só entram se os convidarmos a entrar pelos nossos ouvidos.
Contudo, somos ferrenhos críticos de nossas próprias atitudes.
Seja para o bem ou para o mal, nos perguntamos frequentemente sobre o impacto de nossas atitudes na vida espiritual que buscamos ter.
Sabe quando só há você?
Ninguém te vendo, ou te julgando.
Só você e sua própria consciência.
Com um mínimo de conhecimento sobre o Evangelho, Jesus e a eternidade, passamos a fazer um foro íntimo, um pequeno tribunal mental onde somos: réu, defesa, júri e juiz.
É quando aquela voz interior diz em nossa mente: “você não deveria fazer isso” ou “você deveria fazer isso”.
Por isso, uma consciência pura diante do Senhor é um recurso fantástico para nosso estado de salvação.
Agora, respondendo à pergunta do tema: VOCÊ é esse pregador inevitável!
É preciso valores do Reino em nós para essa “voz interior” ter a força correta.
Bom dia.

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