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Sl 22.3
Já é conhecido de todos que Deus faz sua “habitação”, ou seja, estadia e presença, entre os que louvam seu nome.
Ele se alegra com essa devoção proposital e racional para Ele, buscando realmente chamar atenção e seu favor para o meio da congregação.
Mas o que atrai mesmo a Deus é o louvor?
Se observarmos nas páginas da Bíblia Sagrada muito louvor foi feito com o subtítulo “para Deus”.
Muitos ornamentos foram colocados, cânticos proferidos, rituais e cerimoniais, todos “em nome” de Deus.
Entretanto, Deus não foi a todos eles.
Não se fez presente e nem desceu seu favor sobre os que se reuniram.
Mas a letra do louvor era pertinente?
Sim.
O lugar era o correto?
Sim.
Os cargos e pessoas eram os certos?
Sim.
Então, o que havia de errado em muitos casos dessa não-aprovação divina?
O desejo do coração dos que ali ministravam as ações de adoração e louvor a Deus.
Cantavam, por ser a obrigação, em vez do prazer. Iam aos lugares corretos, mas nunca estavam lá de verdade.
Escolhidos, mas nunca escolheram ao Senhor verdadeiramente.
Podemos conjecturar que esse seja o motivo de Jesus testificar do Pai na sua busca por “adoradores verdadeiros”.
Estes não estão em locais reunidos por obrigação; não estão com veste de culto por capricho ou mesmo, não estão louvando para fortalecer ou criar laços sociais, eles estão ali por amor ao Senhor.
Como está o nosso culto pessoal?
Como você está oferecendo o louvor a Deus?
Será por obrigação?
Amor?
Barganha?
Deus não precisa de nosso louvor, mas tem desejo por Ele; não aceitará qualquer coisa ofertada “a Ele”.
Bom dia.

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