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Jo 3.17
Frequentemente, cinéfilos (amantes do cinema), críticos e a própria “fandom” (fã-clube especializado em determinada obra) citam que determinados filmes são “completos” em apenas um único filme.
São chamados “filmes redondos”, ou seja, sem falhas ou erros.
Filmes como Tubarão (1975), Highlander: O Guerreiro Imortal (1986), O Exorcista (1973), Matrix (1999), Todo-Poderoso (2003) e O Máscara (1994) são exemplos de filmes completos em si.
Criam e encerram sua história, arcos e personagens.
Todavia, todos tiveram continuações, e todas abaixo do nível da obra inicial.
Quando olhamos para os eventos do Evangelho de João, no capítulo 3, a maioria das pessoas só lembra de Jo 3.16.
E, a despeito dos demais versículos, o versículo 17 é uma continuação direta e tão importante quanto o 16.
O 16 foca no tipo de amor, o “amor sem igual”, a “única esperança”.
Já o 17 foca na manifestação do mensageiro desse amor, aquele por onde esse tal “amor” é manifesto e sua relação com a nossa situação espiritual.
Cada um tem sua importância e impacto.
Precisamos compreender que não podemos ter um sem a ação do outro.
Não há manifestação desse amor único sem a presença daquele que foi enviado como seu portador e salvador dos homens.
Nem só o amor, nem só Jesus, mas os dois!
Tem quem pregue amor sem Jesus e quem pregue Jesus sem o amor.
Ambos estão falhando.
Estão incompletos, faltos do básico: o entendimento da mensagem, do mensageiro e resultado dessa interação nas nossas vidas.
Não firme sua fé apenas em um versículo.
Não é “caixinha de promessas”, é Bíblia!
Bom dia.

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