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domingo, 8 de junho de 2014

José, o empreendedor

Antes da era das startups, da sociedade do conhecimento, das revoluções industriais e até mesmo do alfabeto escrito como o conhecemos, existiram empreendedores. 

A história de José (Gn 39) comprova que esse comportamento, tão estimado atualmente, independe de quaisquer condições para existir. 

Não importa se é o segundo sobre todo o reino, ou o último do cárcere, o empreendedorismo se manifesta em qualquer lugar. 

E sob a mão de Deus, conforme os versículos 3 e 23

Ser empreendedor é um dom.

José foi traído pelos irmãos por inveja e entregue como escravo para contrabandistas. 

Foi vendido a Potifar, um oficial do Faraó e, mesmo na condição de escravo, prosperou rapidamente, assumindo os negócios do patrão em sua ausência. 

Potifar confiava tanto em José que deixou de se importar com os detalhes dos próprios negócios e deixou tudo na mão do hebreu, "de maneira que nada sabia do que estava com ele, a não ser do pão que comia" (39.6).

Sofreu assédio sexual e, ao recusar a oferta fácil, foi acusado pela esposa do oficial de ter atentado contra ela própria. 

Jogado na prisão na condição de escravo, José ganhou a confiança do carcereiro de tal maneira que praticamente administrava o calabouço do Faraó. 

"E o carcereiro não tinha cuidado de coisa alguma que estava na mão de José, porquanto o Senhor era com ele, fazendo prosperar tudo quanto ele empreendia" (39.23).

Deus revelava a José, por meio da fé, a interpretação de sonhos. 

Foi assim que ele previu a morte do padeiro do Faraó, a libertação do copeiro, os sete anos de fartura e posterior seca no Egito. 

Até aqui foram nada menos que dois anos na prisão (nunca reclame que Deus se esqueceu de você). 

O aconselhamento de José foi digno de um empresário responsável.


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

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