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sábado, 5 de março de 2016

Resumo sobre Missões

Deus:
  • Dá a chama da sabedoria a quem prepara os missionários.
  • Dá graça ao que envia obreiros ao campo missionário.
  • Dá vigor ao que está no campo missionário.

Simples assim, somos todos partes do mesmo sistema ao qual Deus é a força motriz!

FRASES

APROVEITE O PRIVILÉGIO DE SER EXCLUSIVO DE DEUS.


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

sexta-feira, 4 de março de 2016

Um pouco de história para entender a História - Pôncio Pilatos

Estava provavelmente relacionado com a família romana dos Pontii e é chamado Pilatos porque esta é uma palavra que deriva da palavra latina pileatus, i.e., “que usa um pileus”, ou seja, um “boné ou distintivo de escravo emancipado”, querendo indicar que ele era um “homem livre”, ou que era descendente de um. Era o sexto na ordem dos procuradores romanos da Judeia (26-36 d.C.).

O seu quartel-general encontrava-se em Cesareia mas ele dirigia-se, por vezes a Jerusalém. O seu governo estendeu-se pelo período do ministério de João Batista e de Jesus Cristo e em ligação com o julgamento de quem ele ocupou um lugar proeminente.

Pilatos era um “romano típico não dos tempos anteriores, mas do período imperial, um homem que ainda possuía algumas reminiscências da antiga justiça romana na sua alma, embora fosse amante dos prazeres, arrogante e corrupto. Odiava os hebreus, a quem governava e nos momentos de irritação, derramava sangue livremente. Eles retribuiam-lhe cordialmente o ódio e acusavam-no de toda a espécie de crimes: má administração, crueldade e roubo. Visitava Jerusalém tão raramente quanto podia; pois, na realidade, para alguém acostumado aos prazeres de Roma, com os seus teatros, banhos, jogos e uma sociedade aberta, Jerusalém, com a sua religiosidade e uma revolta sempre presente, era um lúgubre lugar para se morar. Quando lá ia, ficava no palácio de Herodes, o Grande, sendo vulgar que os oficiais, enviados por Roma para os países conquistados, ocupassem os palácios dos soberanos depostos”.

Após o seu julgamento perante o Sinédrio, Jesus foi trazido perante o procurador romano - Pilatos -, que viera a Jerusalém, como habitualmente, para manter a ordem durante a Páscoa, morando agora, provavelmente, no castelo de Antónia, ou talvez no palácio de Herodes.

Pilatos encontrou-se com a delegação do Sinédrio que, em resposta às suas perguntas quanto à natureza da acusação que tinham contra Jesus, o acusaram de ser um “malfeitor”. Pilatos não ficou satisfeito com isto e eles ainda o acusaram: 1) de sedição; 2) de impedir o pagamento do tributo a César e 3) de assumir o título de rei (Lc 23.2).

Pilatos retira-se, então, com Jesus para o palácio (Jo 18.33) e interroga-o em privado (37,38); e depois, voltando a dirigir-se à delegação que o esperava no portão, declara-lhes que não considera Jesus culpado de nada (Lc 23.4). Isto só os enfurece mais e eles dizem, então, que Jesus espicaçou a população por todo o país, começando na Galileia. Quando Pilatos ouviu falar em Galileia, enviou o réu para Herodes Antipas, que tinha a jurisdição daquela província, esperando, assim, escapar aos problemas em que se via, desse modo, envolvido. Mas Herodes, com os seus guerreiros, não fez caso de Jesus e enviou-o novamente para Pilatos, envolto numa capa purpúrea, em tom de gozo (Lc 23.11,12).

Pilatos, então, propôs que Cristo fosse libertado, visto que, nem ele, nem Herodes o tinham achado culpado; e imaginando que eles consentiriam, Pilatos propôs-se a retificar tal decisão (Mt 27.19). Mas, neste momento, a sua mulher (Claúdia Prócula) enviou-lhe uma mensagem, implorando-lhe que nada tivesse que ver com aquele “Justo”. Os sentimentos de perplexidade e temor de Pilatos intensificaram-se com este incidente, enquanto a multidão gritava veementemente: “Não este homem, mas Barrabás.” Pilatos perguntou: “O que farei, então, com Jesus?” Logo se seguiu o terrível grito: “Crucifica-o.”

Pilatos, aparentemente vexado e sem saber o que fazer, pergunta novamente: “Porquê? Que mal fez Ele?” Mas com um fanatismo mais feroz, a multidão gritou: “Fora daqui com este! Crucifica-o! Crucifica-o!” Pilatos rendeu-se e enviou Jesus para ser chicoteado. Isto era geralmente infligido por lictores; mas como Pilatos era só um procurador, não possuía qualquer lictor e, por isso, os seus soldados infligiram a Jesus esta terrível punição. Feito isto, os soldados começaram a escarnecer do sofredor, colocando sobre ele uma capa purpúrea, talvez uma velha capa que fora posta de parte (Mt 27.28; Jo 19.2) e, colocando-lhe na mão direita uma cana e uma coroa de espinhos na cabeça, inclinaram-se perante ele em tom de gozo e saudaram-no, dizendo: “Salve, Rei dos Judeus!” Pegaram, então, na cana e bateram-lhe com ela na cabeça e no rosto, cuspindo-lhe no rosto e enchendo-o de todas as indignidades.

Pilatos conduziu, depois, Jesus para o Pretório (Mt 27.27) e colocou-o perante o povo. Cristo usava a capa purpúrea e a coroa de espinhos e Pilatos disse: “Vede este homem!” Mas ao verem Jesus, agora chicoteado, coroado e a sangrar, eles apenas demonstraram o seu ódio com mais força, gritando novamente: “Crucifica-o! Crucifica-o!” E apresentaram novas acusações contra Ele, dizendo que Cristo dizia ser “o Filho de Deus”. Pilatos ouviu esta acusação com um receio supersticioso e levando-o novamente para o Pretório, perguntou-lhe: “Donde és tu?” Jesus não lhe respondeu. Pilatos ficou furioso com o silêncio de Cristo e perguntou-lhe: “Não sabes tu que tenho poder para Te crucificar?” Jesus, com uma dignidade calma, respondeu ao romano: “Nenhum poder terias contra mim, se de cima te não fosse dado”.

Depois destes acontecimentos, Pilatos mostrou-se mais determinado em deixar Jesus partir. A multidão, ao aperceber-se disto, gritou: “Se soltas este, não és amigo de César.” Tal afirmação decidiu tudo. Pilatos temeu que o acusassem perante o imperador. Pedindo água, lavou as suas mãos à vista do povo, dizendo: “Estou inocente do sangue deste Justo”. A multidão, menosprezando os seus escrúpulos, gritou: “Que o seu sangue caia sobre nós e nossos filhos”. Pilatos, impelido pelos seus insultos, apresentou-lhes Jesus e perguntou-lhes: “Hei-de crucificar o vosso Rei?” O momento fatal chegara. Eles exclamaram furiosamente: “Não temos rei, senão a César!” Jesus foi-lhes, pois, entregue e levado para ser crucificado.

De acordo com a ordem de Pilatos e com os costumes romanos, foi colocada uma inscrição por cima da cruz, proclamando o crime pelo qual Ele tinha sido crucificado. Tendo-se certificado, através de um centurião, de que Jesus estava morto, Pilatos entregou o corpo a José de Arimateia, para que fosse sepultado. O nome de Pilatos desaparece agora do Evangelho. Encontram-se, no entanto, referências ao seu nome em Atos dos Apóstolos (At 3.13; At 4.27; At 13.28) e em 1 Tm 6.13. Em 36 d.C., o governador da Síria apresentou graves acusações contra Pilatos, tendo este sido banido para Viena, na Gália, onde, de acordo com a tradição, ele se suicidou.

Glossário
Espicaçou - Vem do verbo espicaçar, que significa: "Furar muitas vezes e em muitos lugares com o bico; bicar. Furar repetidamente ou picar com instrumento agudo.". Neste contexto, Jesus espicaçou a toda a população com a Palavra de Deus.
Lictor, lictores - na Roma Antiga, eram funcionários públicos encarregados de ir a frente de um magistrado com feixes de varas denominados fasces, abrindo espaço para que esse pudesse passar. O seu número variava de acordo com o grau de importância do magistrado. Eram também encarregados de convocar o réu, quando fosse solicitado pelo magistrado, para solução da lide, mas tal atribuição é inerente somente ao período do processo extraordinário da justiça romana, chamado de Cognitia extraordinaria, na época do dominato.
Pretório - O pretório (em latim: prætorium) era, originalmente, o nome da tenda ou residência do comandante nas fortificações da Roma Antiga, um castro ou castelo (castellum). Posteriormente, pretório passou a designar a residência do procurador romano (governador) de uma província romana, adquirindo assim um sentido administrativo e jurídico que se preservou até o Império Bizantino, onde o pretório (πραιτώριον: praitōrion) era a residência do governador da cidade. O termo também podia designar o quartel-general do imperador romano quando em campanha. O Pretor ("líder") era originalmente o título do oficial civil de mais alta patente na República Romana, se tornando posteriormente uma posição abaixo do cônsul. A guarda pessoal de um general romano era conhecida como coorte pretorial (cohors prætoriæ), de onde se originou a guarda pretoriana, a guarda pessoal do imperador.
Gália (Província) - O antigo país dos Gauleses compreendia aproximadamente o que é hoje a França e a Bélgica, alguns territórios da atual Holanda e Alemanha (margem esquerda do Reno), Suíça ocidental e, desde o século IV d. C., também a alta Itália até ao rio Pó, para onde tinham emigrado os gauleses. Esta última região chamou-se Gália Cisalpina, para a distinguir da sua congénere além-Alpes, denominada Gália Transalpina. A Gália Transalpina tinha como limites: a oeste o mar Cantábrico (golfo de Biscaia) e o oceano Atlântico; a sul os Pirenéus e o golfo de Lião; a este o rio Varus, os Alpes e o Reno; a norte a desembocadura do Reno. Segundo a divisão das Gálias, feita por César, estas distribuíam-se em três partes: Aquitânia, entre os Pirenéus e o Atlântico; Gália Narbonense, a parte sudeste do país; Gália Lugdunense, a faixa de terra entre o Loire e o Sena. A Gália Cisalpina compreendia a parte da alta Itália, a norte do rio Pó. A conquista da Gália por Roma foi operada em várias etapas. Marselha, colónia grega sob uma crescente pressão das tribos celtas, pede ajuda a Roma (125 a. C.), que vem em seu socorro. Como perigo isolado, os Romanos ocupam uma região que se estende das proximidades de Genebra aos contrafortes dos Pirenéus. Uma segunda etapa é marcada pela conquista de outras regiões da Gália. A autoridade romana vai esforçar-se a fim de obter o apoio das elites gaulesas. Três séculos sem sobressaltos maiores vão permitir o apogeu económico de um país ricamente dotado pela natureza. Sob Marco Aurélio (161-180), os povos do outro lado do Reno derrotam as defesas do Império, tanto sobre as fronteiras fortificadas como sobre as costas onde se manifestam os piratas. Em Lião, em 197, os conflitos militares à volta do poder imperial traduzem-se na devastação da cidade pelos soldados, após a batalha que opôs Albino e Sétimo Severo. No século III, o exército romano mostra-se incapaz de conter as tribos germânicas, atraídas pela riqueza do mundo romano. Por duas vezes (em 258 e 276), os Alamanos e os Francos atravessam a Gália, devastando-a. Após estas incursões, as cidades fecham-se em muralhas construídas prematuramente. A Gália, tal como o resto do Império, sucumbe à crise económica do século III, e a sua população diminui drasticamente. Em 258, os soldados do Reno proclamam augusto o seu chefe Póstumo, e o imperador legítimo, Galieno, não conseguiu pôr fim a esta dissidência.

FRASES

QUANDO A VIDA PARECE INCERTA,
CONFIAR EM DEUS É A DECISÃO CERTA.


Pr Donizeti (Um cervo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

quinta-feira, 3 de março de 2016

MISSÕES - Qualquer coisa é melhor do que a calma mortal da indiferença.

“Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.”Ap 3.16

Apocalipse nos traz uma visão da Igreja de da humanidade do ponto de vista de Jesus, a palavra apocalipse vem do grego apokálypsis, que significa "revelação", formada por "apo", tirado de, e "kalumna", véu. Ou seja, foi descoberto o que estava coberto, revelado o que era oculto.

João em Ap 1.1 partes “a” e “b” afirmam esse ponto de vista:
“Revelação de Jesus Cristo, a qual Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem acontecer [...]”
É a visão de Deus a respeito do passado (o que aconteceu), do presente (o que está em desenvolvimento) e do futuro (que irá acontecer).

O interessante é que:
  • No passado não há mais mudança (juízos e bênçãos).
  • No presente está em constante mudança (escolhas e decisões).
  • No futuro o que acontecerá já está definido, só não está definido para quem (Vida Eterna e Morte Eterna).
No tocante a Obra Missionária da Igreja, ela está inacabada. Muitos ficam calados e tapam seus olhos na expectativa mórbida (doentia) de ver outro “fazer o seu trabalho”. Não são a favor!

Sim, existem pessoas que são contra tal obra. Sabe quem são? Segundo Ap 3.16, os mornos:
  • “Maldito aquele que fizer a obra do Senhor fraudulosamente” Jr 48.10a
    • São os que de alguma maneira negligenciam em fazer a obra de coração (o centro do trabalho do Espírito Santo em nossas vidas).
    • Contribuem por obrigação ou vergonha.
  • “Porque haverá homens amantes de si mesmos” 2 Tm 3.2a
    • Não contribuem, pois só sustentam seus próprios interesses (leia-se concupiscências).
    • Não oram, pois em suas orações sé há tempo para seus próprios problemas e desejos.
    • Não evangelizam, pois não são convertidos verdadeiramente. Vivem um pseudo-evangelho de aparência e obras. Mesmo aparência não sendo essência e obras sendo vazias sem o amor que as impulsiona ao céu como resultado da verdadeira conversão.
  • Não têm as reais motivações: amor de Deus; arrependimento real; reconhecimento que é um pecador que um dia foi alcançado.
Quando faleceu em novembro de 1994 após mais de 60 anos de ministério, o pastor Leonard Ravenhill (87 anos [1907-1994], Evangelista; Avivalista; Escritor; Professor; e Especialista em História da Igreja) foi enterrado e em sua lápide está escrito: No topo: "Carregado por Anjos", e na base:

"AS COISAS PELAS QUAIS VOCÊ TEM VIVIDO VALEM A MORTE DE CRISTO?"

Pergunte-se:
  • Qual tem sido a minha motivação para fazer a Obra de Cristo?
  • Qual tem sido a minha motivação para fazer a Obra Missionária?
  • Qual tem sido a minha motivação para ser cristão hoje?
  • Tenho sido motivado pelo Espírito Santo?
  • Quero ir para o céu, pois tenho medo do inferno ou por que quero estar com Jesus?
  • Qual é o meu real motivação de ser cristão?
Não deveríamos, hoje, nas Igrejas “mendigar” por ofertas, sejam elas para Missões ou não. Não deveríamos hoje ter que fazer despertamentos missionários, pois despertamento significa:
  • Acordar; deixar de estar dormindo; sair do estado de sono, de dormência.
  • Sair do estado de inatividade, de prostração; passar a ter vigor, força.
  • Provocar; ser a origem de; dar motivo para.
  • Manifestar-se; tornar-se presente.
  • Ação de sair da inércia.
    • Inércia na Física: resistência que a matéria oferece à aceleração. (O ser que não quer se mexer, resistente ao estímulos de Deus)
    • Inércia na Química: propriedade que possui uma substância de não reagir em contato com outra. (O ser que não quer se relacionar com outros e não se importa com o bem estar alheio)
  • Só é feito despertamento em quem está dormindo!
Conclusão

“Qual é o meu estado, a minha posição diante de Deus agora?”

"Qual a importância que você tem dado para a Obra de Deus? Para Obra Missionária? Para seu próximo?"

Queridos Deus nos cobrará cada atitude, cada escolha que fizermos nesta terra. Poderemos ser envergonhados diante Dele!

O que você tem nas mãos?

FRASES

QUEM VOCÊ VAI BUSCAR PARA SE UNIR NA CAMINHADA COM JESUS HOJE?


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

quarta-feira, 2 de março de 2016

FRASES

VIDA COMPROMETIDA É OBEDIÊNCIA E SUBMISSÃO A VONTADE DE DEUS EM TODA AS ÁREAS.


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

Frase Impactante!


"Como você pode derrubar as fortalezas de Satanás, se você não tem nem a força para desligar a TV?"

Leonard Ravenhill (1907-1994), escritor e evangelista cristão britânico que focalizava em assuntos como oração e avivamento.

terça-feira, 1 de março de 2016

Devocional do Dia - Não á Nós!

"Não a nós, SENHOR, não a nós, mas ao teu nome dá glória, por amor da tua benignidade e da tua verdade."
Salmos 115.1

Temos sofrido em uma época onde a humanidade está tão comprometida com seus próprios desejos e quereres.

A cultura corporativa é agressiva, o capitalismo é selvagem e a religião tem sido implacável.

Temos nos elegido "juízes" e apontamos o dedo para os outros como se o "dedo de Deus" não tivesse apontado para nós neste momento julgando toda a nossa maldade interior.

Como temos esquecido de quem é o poder e a glória!

Neste dia de hoje lembre-se das palavras do salmista, que por duas vezes diz e afirma que "não a nós, ..., não a nós". Alguns ainda perguntarão: mas porque tudo isso?

Por que quem detêm a glória, o poder, a majestade, o domínio pelos séculos dos séculos é o Senhor!

Ele é quem julga, Ele é quem faz, é em Sua misericórdia que reside o motivo de estarmos vivos e em Sua Graça a demonstração do amor por nós a nossa expectativa de vida eterna.

Não a nós - nem hoje e nem amanhã!

A Ele toda honra e toda glória para todo o sempre, amém!

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Reflexão de Segunda-Feira


Qual a armadura que você veste?

"Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus"
Efésios 6.11-17