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| Fonte: Pinterest. |
Mt 20.1
Quando vemos Jesus expondo o Reino de Deus como uma região de domínio de um proprietário, com poder e recursos para fazer conforme lhe apraz, é simples de ser visualizado, mas difícil, a muitos, de ser compreendido.
Quando é observado o texto por completo, é compreensível a falta de um entendimento mais apurado.
São feitos vários “contratos de trabalho” com homens disponíveis pelo caminho e que, segundo necessidade aferida pelo senhor e proprietário das terras e do trabalho sobre elas.
São contratados homens em diferentes períodos; são feitos acordos justos com todos, segundo os critérios do senhor das terras e não conforme o critério dos contratados (ninguém era obrigado a aceitar).
Foca-se no primeiro contratado, ao receber igual aos últimos.
Agora, imagine, no contexto da parábola, o que os últimos pensariam nesse ajuste?
Pelo contexto, não fica explícito se havia conexão entre esses homens.
O da última hora, ao receber seu prêmio, mesmo que polpudo, poderia também pensar que, se tivesse chegado mais cedo, poderia ter conseguido mais.
Veja que é uma questão de ganância contra satisfação.
Os primeiros esperavam mais, conjecturando; os últimos, vendo o valor recebido por uma hora, poderiam também até desejar ter chegado mais cedo.
Todavia, a referência daquele senhor não foi pelo “período de trabalho”, mas pelo atendimento ao chamado para o fazer.
Deus é o “proprietário”, tem os “recursos” e “contratará” os trabalhadores.
Ninguém receberá menos do que o outro pelo atendimento ao chamado.
A diferenciação é a qualidade do serviço feito, a dedicação para fazer melhor.
Bom dia.

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