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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

O QUE É VERDADE?

Leitura: João 17.12-19

A tua palavra é a verdade
João 17.17

Tribunais. Investigações. Acusações e Negações. Novas pistas. Inquéritos policiais. Processos civis. Frequentemente o culpado é liberado e a justiça é colocada de lado. Muitas vezes parece impossível se chegar à verdade.

Muitos desistem de encontrar a verdade. Dizem coisas como: "Nada é verdade para todas as pessoas durante todo o tempo".

Será que essa declaração é verdadeira? Não!! É o mesmo que dizer: "Todas as declarações são falsas". Entretanto, se todas as afirmações são falsas, essa também é. Eis aí a contradição.

Chamamos essa forma moderna de pensar de relativismo, ou seja, a crença de que não existe verdade absoluta, mas toda verdade é relativa a cada situação.

Como discípulos de Jesus Cristo, cremos na verdade absoluta e baseamos nossa convicção na Bíblia, que afirma que Jesus é a verdade (Jo 1.14, 17; 14.6). Quando Ele orou por Seus amigos, pediu ao Pai Celeste: Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade (Jo 17.17).

Tudo o que Deus diz sempre é verdade. Por que? Porque Ele criou todas as coisas (Jo 1.1-3), conhece todas as coisas (Hb 4.13) e não pode mentir (Hb 6.18).

Mesmo que não saibamos toda a verdade a respeito de tudo o que ocorre ao nosso redor, podemos ter essa confiança: Conhecemos Aquele que sempre diz a verdade!

A verdade de Deus não tem meio-termo.


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

Frase

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"Conhecimento e madeira de construção não devem ser usados até que estejam amadurecidos."

Oliver Holmes

Carnaval

mal-triunfarMuitos já estão preparado ou preparando-se para os retiros em locais afastados como fazendas, chácaras, sitos ou qualquer outro nome de propriedade rural.

É uma atitude voltada a purificação e oração (!) durante o período da “festa da carne”, ou quem sabe uma forma de proteger os jovens dos impulsos carnais oriundos do olhar persistente que se tornará em lascivo, ou em um caso mais extremo só para saber que os jovens não estão no carnaval.

Ai eu pergunto a você líder (não sejas preguiçoso e leia cada uma das referências, estão aí por um motivo):

“Purificação e Oração são processos diários ou apenas em casos de festas carnais?” – Sl 1.1,2

“Vigilância é um disciplina diária ou apenas durante o banquete para os olhos e a carne?” – Mt 24.42; 26;41; Lc 21.36; 1 Co 16.13; 1 Pe 4.7; 5.8

“Saber onde o corpo está não significa saber onde a mente está?” – Rm 14.5; 1 Co 2.16; Ef 4.17

O preparo para enfrentar adversidades e períodos tão explícitos de luxúria é feito todos os dias, é feitos nas escolas bíblicas, cultos nos lares, discipulados, reuniões de pequenos grupos, nos cultos de doutrina e não tratando a todos como culpados e com objetivo de gerar medo. A Bíblia relata que o temor do Senhor é o principio da sabedoria (Pv 1.7) e não o medo, mas o que é o temor?

No sentido bíblico o temor é ter um sentimento de respeito e reverência e não medo, Deus não que tenhamos medo dEle.

Você prepara a igreja para enfrentar o mal ensinando, treinando, doutrinando e outros verbos no gerúndio que expressem o ato de passar conhecimento, e conhecimento que gera liberdade (Jo 8.32). A Igreja de Jesus prevalecerá sobre todo o tipo de mal (Mt 16.18).

Outra coisa Jesus mencionou que veio para os doentes e não para os sãos (Mt 9.12), então onde encontrar os doentes para trata-los?

A Igreja de Jesus, aquela doutrinada na Palavra de Deus e preparada, saí em busca dos “doentes”, “enfermos pelo pecado” todos os dias e muitas vezes não acha ninguém, então porque eu vou esconder um exercito preparado para a batalha do meu Adversário? Somos a linha de frente do Senhor, olhamos o inimigo nos olhos porque se esconder? No carnaval os homens e as mulheres eles estarão expostos pelos seus desejos carnais, esconder-se de um cristão será o ultimo pensamento deles. A porta está aberta basta que entremos.

Se estamos preparados que saíamos para ganhar almas, se não estamos preparemo-nos, pois, nossa hora irá chegar e teremos que enfrentar isso uma hora ou outra.

Pensem nisso.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

GRAVIDEZ - A ATIVIDADE CRIADORA SUPREMA


A descrição bíblica da gestação não é reconfortante. Desde o tempo da desobediência d Eva, Deus deixou claro: "Multiplicarei sobremodo os sofrimentos da tua gravidez; em meio de dores darás à luz filhos" (Gn 3.16). 

Qualquer mulher que já tenha suportado os enjoos ou vômitos dos primeiros três meses de gravidez ou dificuldades do três últimos meses, que parecem intermináveis  sabe muito bem o que Deus quis dizer. As provações da gestação, porém, produzem resultados extremamente positivos.

Em primeiro lugar, essa situação pode  produzir na mãe a paciência  que será de importância vital depois que seu filhos nascer. A paciência materna, por sua vez, pode tanto acalmar quanto fortalecer a criança. Por outro lado, a mulher que se enche de raiva ou de autocomiseração durante a gestação poder fazer mal tanto a si mesma como à criança. Em segundo lugar, a dor e o desconforto da gestação servem apenas para intensificar a alegria associada ao nascimento.

Em lugar de considerar Gn 1.28 um mandamento, encare essas palavras como a revelação de uma bênção divina. Certamente estão de acordo com as Escrituras como um todo. A que realizemos juntamente com ele. Todos os bebês são criados por ele com um propósito singular (Sl 139.13-16). É claro que possíveis enjoos matinais, ganho de peso e dificuldade de realizar certas tarefas bem como mudanças de rotina podem lançar uma sombra sobre a geração de filhos, que tem o potencial de ser fonte de grande prazer e alegria. De qualquer modo, ao compartilharmos essa experiência criadora suprema, temos a promessa de Deus de que os filhos são uma graciosa dádiva de suas mãos (Sl 127.3-5).


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

Geografia Bíblica – Mapas

Segue abaixo alguns mapas muito interessantes para o estudo desta tão esclarecedora matéria.

São mapas com as locações bíblicas, mas com fotos de satélite. Muito bom.

1 (29)

1 (30)

1 (31)

Bons estudos!

sábado, 9 de fevereiro de 2013

USOS E COSTUMES DOS TEMPOS BÍBLICO


A VINDIMA

A vindima começa em julho, mas dura até setembro. A aldeia inteira pode ir para as vinhas (como em Jz 9.27) porque o trabalho tem de ser rapidamente completado. Colher uvas era um trabalho árduo nos dias bíblicos, mas havia cânticos  danças e celebração. As celebrações fazia de tal modo parte da vindima que se estivessem ausentes, isso seria visto como um sinal do juízo de Deus (Is 16.10). Todos levavam grandes cestos (Jr 6.9) para colocar as uvas. Algumas delas eram comidas frescas ou espremidas para fazer suco de uva. 

O copeiro-chefe na interpretação do sonho de José, espremeu um cacho de uvas no copo do Faraó (Gn 40.11). Suco de  uva fresco era usado com fins laxativos. Parte do suco era também transformada em vinho, conhecido como "vinho doce" (Os 4.11).

Outras uvas eram secadas para fazer uva-passa. Eles as colocavam num canto da vinha, virando-as diariamente e aspergindo com óleo de oliva. Davi recebeu vários presentes de passas em varias ocasiões (1Sm 25.18; 2Cm 16.1; 1Cr 12.40) por serem um alimento produzido em grande quantidade. Havia uvas demais para serem todas utilizadas para fazer passas. A maioria era espremida e transformada em suco.


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus).

A Bíblia Responde 45

Para entender seu relacionamento com Deus

hum2Como entender a relação entre Deus e o Homem? Como interpretar as vontades de desejos de um e do outro?

A resposta é muito simples – fazendo a leitura analítica da Palavra e orando pelo discernimento espiritual.

Deus sempre quer se mostrar, interagir conosco, mas nós é que não compreendemos muitas vezes. Cabe ao Homem busca-Lo.

Deuteronômio 5.1-22

“E CHAMOU Moisés a todo o Israel, e disse-lhes: Ouve, ó Israel, os estatutos e juízos que hoje vos falo aos ouvidos; e aprendê-los-eis, e guardá-los-eis, para os cumprir. O SENHOR nosso Deus fez conosco aliança em Horebe. Não com nossos pais fez o SENHOR esta aliança, mas conosco, todos os que hoje aqui estamos vivos. Face a face o SENHOR falou conosco no monte, do meio do fogo (Naquele tempo eu estava em pé entre o SENHOR e vós, para vos notificar a palavra do SENHOR; porque temestes o fogo e não subistes ao monte), dizendo: Eu sou o SENHOR teu Deus, que te tirei da terra do Egito, da casa da servidão; Não terás outros deuses diante de mim; Não farás para ti imagem de escultura, nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra; Não te encurvarás a elas, nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até à terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. E faço misericórdia a milhares dos que me amam e guardam os meus mandamentos. Não tomarás o nome do SENHOR teu Deus em vão; porque o SENHOR não terá por inocente ao que tomar o seu nome em vão. Guarda o dia de sábado, para o santificar, como te ordenou o SENHOR teu Deus. Seis dias trabalharás, e farás todo o teu trabalho. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhum trabalho nele, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu boi, nem o teu jumento, nem animal algum teu, nem o estrangeiro que está dentro de tuas portas; para que o teu servo e a tua serva descansem como tu; Porque te lembrarás que foste servo na terra do Egito, e que o SENHOR teu Deus te tirou dali com mão forte e braço estendido; por isso o SENHOR teu Deus te ordenou que guardasses o dia de sábado. Honra a teu pai e a tua mãe, como o SENHOR teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que te dá o SENHOR teu Deus. Não matarás. Não adulterarás. Não furtarás. Não dirás falso testemunho contra o teu próximo. Não cobiçarás a mulher do teu próximo; e não desejarás a casa do teu próximo, nem o seu campo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma do teu próximo. Estas palavras falou o SENHOR a toda a vossa congregação no monte, do meio do fogo, da nuvem e da escuridão, com grande voz, e nada acrescentou; e as escreveu em duas tábuas de pedra, e a mim mas deu.”

Salmo 139 - A onipresença e a onipotência de Deus

João 15.1-17

“EU sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto. Vós já estais limpos, pela palavra que vos tenho falado. Estai em mim, e eu em vós; como a vara de si mesma não pode dar fruto, se não estiver na videira, assim também vós, se não estiverdes em mim. Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. Se alguém não estiver em mim, será lançado fora, como a vara, e secará; e os colhem e lançam no fogo, e ardem. Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito. Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos. Como o Pai me amou, também eu vos amei a vós; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor. Tenho-vos dito isto, para que o meu gozo permaneça em vós, e o vosso gozo seja completo. O meu mandamento é este: Que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Vós sereis meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando. Já vos não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho feito conhecer.”

Romanos 5.1-11; 8.1-17

“TENDO sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo; Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. E não somente isto, mas também nos gloriamos nas tribulações; sabendo que a tribulação produz a paciência, E a paciência a experiência, e a experiência a esperança. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado. Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus prova o seu amor para conosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores. Logo muito mais agora, tendo sido justificados pelo seu sangue, seremos por ele salvos da ira. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho, muito mais, tendo sido já reconciliados, seremos salvos pela sua vida. E não somente isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual agora alcançamos a reconciliação.”

“PORTANTO, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte. Porquanto o que era impossível à lei, visto como estava enferma pela carne, Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne; Para que a justiça da lei se cumprisse em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito. Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o Espírito para as coisas do Espírito. Porque a inclinação da carne é morte; mas a inclinação do Espírito é vida e paz. Porquanto a inclinação da carne é inimizade contra Deus, pois não é sujeita à lei de Deus, nem, em verdade, o pode ser. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. E, se Cristo está em vós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, mas o espírito vive por causa da justiça. E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita. De maneira que, irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis. Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus. Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai. O mesmo Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus. E, se nós somos filhos, somos logo herdeiros também, herdeiros de Deus, e co-herdeiros de Cristo: se é certo que com ele padecemos, para que também com ele sejamos glorificados.”

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Cabe a nós. Só a nós.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

PERSONAGENS BÍBLICOS - EFRAIM


EFRAIM

Após sua ascensão no Egito, José casou-se com a egípcia Azenate. Ela deu a ele dois filhos, Manassés e Efraim. Mais tarde, eles foram adotados pelo idoso pai de José, Jacó, tornando-se, assim, legalmente membros da tribo de Jacó e com boa posição, apesar de serem meio egípcios. Mesmo sendo Efraim o mais moço dos dois, Jacó o ungiu como primogênito, transformando- no primeiro herdeiro legal (Gn 48.13 em diante).

Efraim nasceu no fim dos sete anos de plenitude que antecederam os sete anos de fome. Seu nome (provavelmente uma de "terra pastoril") reflete a plenitude da colheita que permitiu que o Egito sobrevivesse ao período de fome e que, no fim, resultou na emigração dos hebreus para o Egito.

Sabe-se pouco a respeito do homem Efraim. Depois das histórias do livro de Gênesis, o nome é usado para ser referir a uma das doze tribos de Israel, embora a tribo de Efraim tenha sido uma das últimas a se estabelecer como tal. Josué era efraimita. As primeiras terras dessa tribo na Palestina ficavam do lado leste do rio Jordão (no local onde hoje é a Jordânia), ao passo que a maioria das outras tribos se estabeleceu do lado oeste do Jordão. No fim, a tribo de Efraim também controlava grande extensão de terra do lado oeste do Jordão.

A tribo também tinha a reputação de ser uma das mais violentas e rebeldes, e ela foi totalmente exterminada por Jefté e cidades mais importantes de Efraim foi Siquém, uma das primeiras capitais do Reino do Norte de Israel depois da ruptura do Reino Unido de Salomão.

Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

Frase

1111“Deus promete guiar-nos não para livrar-nos da responsabilidade de pensar."

John Stott

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL

Como surgiu a Escola Bíblica Dominical

O início da Escola Dominical, como a conhecemos hoje, deu-se em 20 de julho de 1780 na cidade de Gloucester. 

Era uma cidade importante da Inglaterra no período pós Revolução Industrial, notável por sua indústria de tecelagem. 

Atraía muita gente que, deixando a vida no campo, seguia para as cidades buscando melhores condições de vida. 

Entretanto, na cidade de Gloucester, a imensa riqueza de uma minoria contrastava com a grande pobreza e o analfabetismo da maioria da população. 

O fato de existirem muitas igrejas não impedia o avanço da criminalidade. 

Robert Raikes, fundador da Escola Dominical, dedicou-se à carreira de jornalista e editor, trabalhando na Imprensa Raikes, de propriedade da família, a qual ele passou a dirigir após a morte de seu pai.

Raikes preocupava-se muito em melhorar as condições das prisões, visando a regeneração dos criminosos que para ali eram conduzidos.

Descobriu que o abandono em que viviam as crianças pobres da localidade e as suas atividades, também aos domingos, eram um estímulo à prática do crime. 

Que perversos os meninos de Gloucester ! 

Lutavam uns com os outros, eram mentirosos e ladrões, indescritivelmente sujos e despenteados. 

Depredavam propriedades e infestavam ruas, tornando-as perigosas com as calamidades deles.

Robert Raikes, um homem de profundas convicções religiosas, fundou então uma escola que funcionava aos domingos porque as crianças e os jovens trabalhavam 6 dias por semana, durante 12 horas. 

Usava a Bíblia como livro de estudo, cantava com os alunos e ministrava-lhes, também, noções de boas maneiras, de moral e de civismo.

O plano de Raikes exigia um profundo sentimento de caridade cristã.

Conseguiu que algumas senhoras crentes o ajudassem, fazendo visitas aos bairros pobres da cidade, a fim de convencerem os pais a enviarem seus filhos à escola.

De 1780 a 1783, sete Escolas já tinham sido fundadas somente em Gloucester, tendo cada uma 30 alunos em média. 

Em 3 de novembro de 1783, Robert Raikes, triunfalmente, publicou em seu jornal a transformação ocorrida na vida das crianças.

O historiador John Richard Green afirmou:”As Escolas Dominicais fundadas pelo Sr. Raikes, no final do século XVIII, originaram o estabelecimento da educação pública popular”.


O efeito da Escola Dominical foi tão poderoso, que 12 anos após sua fundação, não havia um só criminoso na sala dos réus para julgamento nos tribunais de Gloucester, quando antes a média era de 50 a 100 em cada julgamento !

Em muito pouco tempo, o movimento se espalhou e várias igrejas ao redor do Mundo organizaram suas Escolas Dominicais. 

Nas E.B.D. mais antigas, segundo se tem notícia, o ensino limitava-se à leitura de passagens bíblicas estudadas simultaneamente por crianças e adultos. 

 Mais à frente, nasceu o desejo de que houvesse um sistema de lições graduadas : seriam adaptadas ao desenvolvimento da mente infantil e viria estabelecer conveniente e necessária promoção de alunos de grau em grau entre os diferentes departamentos da Escola Dominical.

Em resposta a esse apelo, o Comitê das Lições Internacionais, unanimemente, encaminhou o assunto à Convenção em Louisville, realizada em junho de 1908. 

Foi criado um Subcomitê, que preparou lições dirigidas aos principiantes, ao departamento primário elementar e ao primário superior. 

Em anexo, enviaram uma lista dos assuntos que corresponderiam aos anos seguintes desses mesmos departamentos. 

Anunciou-se também a preparação do programa geral de lições para todos os departamentos em que a Associação Internacional dividiu a Escola Dominical : Principiantes (4 e 5 anos), Primário Elementar (6 a 8 anos), Primário Superior (9 a 12 anos), Intermediário (13 a 16 anos), Superior (17 a 20 anos) e Adultos (20 anos em diante).

Fonte http://solascriptura-tt.org/EclesiologiaEBatistas/ComoSurgiuEscolaBiblicaDominical.htm


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)