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segunda-feira, 22 de junho de 2020

A QUEM ALIMENTAR

Existe dentro de cada ser humano dois lobos.

Um lobo bom e um lobo mau.

Estão sempre em luta um contra o outro.

Irá vencer e sobressair aquele que melhor alimentarmos.

Pense nisso!

Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Uma ilustrativa leitura


O mais importante em uma pregação é explicar claramente o texto ao ouvinte para que o entenda.

Se o pregador não explicou o texto, então, ele falhou.

sábado, 22 de setembro de 2018

Seguindo o exemplo de Cristo

"Porque, sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais."
1 Co 9.19

Cristo se fez servo para salvar a humanidade (Is 53), Ele se doou sem olhar para si mesmo.

Paulo, vendo Cristo em seu sofrimento não quis menos. Não salvar a humanidade, isso Cristo já tinha e de forma derradeira. Paulo queria doar-se ao máximo para levar outros a salvação que Cristo trouxe um dia a ele no caminho para Damasco (At 9).

Devemos olhar para Cristo como Paulo olhava. Ele procurava um modelo para seguir, alguém para se espelhar.

Sei que o propósito de Paulo foi único e universal em seus dias como um expansor vivo do Evangelho no mundo.

Entretanto, devemos nos esforçar ao máximo para ganhar o máximo de pessoas, na verdade o termo correto é levar pessoas até Cristo.

A melhor recompensa em pensar a um servo é satisfazer o seu Senhor.

domingo, 16 de abril de 2017

Devocional do Dia - Não é sorte

"Então tomou Samuel uma pedra, e a pôs entre Mizpá e Sem, e chamou-lhe Ebenézer; e disse: Até aqui nos ajudou o Senhor."
1 Sm 7.12

Sorte, força invencível a que se atribuem o rumo e os diversos acontecimento da vida; destino, fado. Falamos isso até mecanicamente.

Contudo, crer em sorte implica em acaso, crer no acaso implica em um mundo sem controle algum. E onde está o problema?

Um dos atributos de Deus é a onisciência, conhece tudo, sabe de tudo, o ontem, o hoje e o amanhã são o mesmo tempo para Deus.

É como se nós disséssemos que não precisamos da providência divina. O acaso não protege e nem ajuda a ninguém, mas se estamos onde estamos hoje é por que Deus preserva os Seus.

Bom dia.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Um fato sobre a nossa batalha

Tropas indo para o desembarque na praia de Omaha, na Normandia em 6 de junho de 1944, o "Dia 'D'"

Ninguém vai para a batalha realmente preparado.

Ninguém sabe realmente o que virá.

Apenas prepare-se e confie no Senhor!

"Nesta batalha não tereis que pelejar; postai-vos, ficai parados, e vede a salvação do Senhor para convosco, [...]. Não temais, nem vos assusteis; amanhã saí-lhes ao encontro, porque o Senhor será convosco."
2 Crônicas 20.17

quarta-feira, 6 de julho de 2016

O Objetivo do Casamento Gay não é o Casamento Gay


O objetivo do casamento gay não é, primariamente, o casamento gay; é principalmente o silenciamento de consciências gays.

Dado o fato de que tão poucos homossexuais de fato se casam quando têm a oportunidade legal, sua vigorosa e, muitas vezes, violenta campanha pelo casamento gay sempre me deixou confuso. Após ler o livro de Brendam O’Neill The Trouble With Gay Marriage (O Problema com o Casamento Gay), não estou mais confuso. Embora O’Neill não faça uma abordagem a partir de uma perspectiva cristã, seu artigo pós-referendo sobre a atitude da República da Irlanda de legalizar o casamento gay lança uma forte luz sobre o objetivo último da maioria daqueles que fazem campanha pelo casamento gay — e não é o casamento gay.

Validação e reconhecimento

O’Neill começa observando quão pouca conversa ou quão poucos comentários houve sobre o casamento gay após o resultado favorável. Como ele coloca: “Ao invés de dizer: ‘Finalmente podemos nos casar’, a resposta mais comum ao resultado do referendo de ambos os líderes da campanha pelo “sim” e seu considerável exército de apoiadores na mídia e nas classes políticas foi: ‘Gays finalmente foram validados’. Toda a conversa foi a respeito de ‘reconhecimento’, não casamento”.

Ele empilha citação acima de citação para provar seu ponto. Por exemplo:
  • A Vice-Primeira-Ministra da Irlanda Joan Burton disse que a votação favorável se tratava de ‘aceitação em seu próprio país’.
  • Escrevendo para o jornal Irish Examiner, um psicoterapeuta disse: ‘o referendo se tratou de mais do que igualdade no casamento… era uma questão de plena aceitação [dos gays]’.
  • O Primeiro-Ministro Enda Kenny também disse que o referendo tratava de mais do que casamento — era uma questão das ‘frágeis e profundamente pessoais esperanças’ dos gays sendo percebidas.
  • Nas palavras do romancista Joseph O’Connor, a votação favorável foi um ato de ‘empatia social’ com parte da população.
  • A campanha oficial pelo “sim” até mesmo descreveu a vitória do “sim” como um aumento da saúde e do bem-estar de todos os cidadãos irlandeses, especialmente os gays.
  • Um colunista do Irish Times descreveu a ‘sombra de preocupação’ sobre seus amigos gays antes do referendo como um ‘sentimento de que [são] inferiores de alguma maneira’, e afirmou que a vitória favorável finalmente confirmou que eles agora podem desfrutar do apoio, da bondade e do respeito da sociedade.
  • Fintan O’Toole disse que a vitória favorável foi uma questão de fazer os gays se sentirem ‘plenamente reconhecidos’.
  • ‘Meu país reconheceu que nós existimos’, disse um empresário gay irlandês.
Votar para se sentir bem

O’Neill diz que “resumindo, o resultado favorável fez as pessoas se sentirem bem”, e que o que se buscava “não era realmente o direito de se casar, mas validação sociocultural do estilo de vida de uma pessoa — ‘empatia social’ — especialmente do Estado”. Ele ressalta literatura mais antiga sobre o casamento gay que também demonstrou que “os primeiros levantadores da questão do casamento gay pareciam primariamente preocupados com ‘atenuar a ansiedade adulta’”.

Por que validação, empatia, aceitação, reconhecimento e aprovação sancionados pelo Estado são tão importantes para aqueles que fazem campanha pelo casamento gay? Por que isso é tão mais importante do que, de fato, ter a permissão para casar?

Medidas desesperadas

A resposta se encontra em Romanos 1.18-32, onde o apóstolo Paulo explica que medidas desesperadas homossexuais (e outros pecadores impenitentes) tomam para silenciar a voz da consciência. Eles ouvem a proibição de Deus e a condenação em suas consciências, a odeiam e fazem tudo o que podem para calá-la — incluindo, nos nossos próprios dias, tornar o casamento gay legalizado em todo lugar, mesmo se relativamente poucos fazem uso dele. Porque, na maioria dos casos, não se trata do direito de casar; é principalmente uma tentativa vã de abafar a voz interna da consciência ao multiplicar e amplificar as vozes externas de aprovação.

Se estou errado, então porque eles não deixam em paz a suposta minoria que ainda desaprova o casamento gay? Por que eles não toleram dissidentes? Ativistas gays têm a mídia do seu lado, têm a indústria do entretenimento do seu lado, têm o estabelecimento educacional do seu lado, têm as empresas do seu lado, têm a maioria dos políticos do seu lado, assim como a maioria dos juízes. Isso não é o suficiente? Se eles estão tão certos da justiça de sua causa, por que não podem tolerar algumas poucas vozes aqui e ali que ainda insistem: “Isso é errado”?

Proteção sem precedentes

Não há quase nenhum grupo no mundo que tem o nível de aceitação, validação, aprovação e empatia do público que os homossexuais hoje desfrutam. Eles certamente têm mais reconhecimento, proteção e promoção do que os cristãos evangélicos em qualquer lugar. Então por que não podem deixar os cristãos em paz? O que mais eles querem ou do que mais precisam?

Somente Romanos 1.18-32 pode explicar isso. Com efeito, diz que mesmo que o casamento gay seja legalizado em todos os lugares e mesmo se cada voz destoante seja extinguida, as consciências gay ainda gritarão “Errado!” e “Culpado!”. No seu íntimo, eles ainda conhecerão “a sentença de Deus, de que são passíveis de morte os que tais coisas praticam” (Rm 1.32). Essa é a “sombra de preocupação” que espreita para sempre a consciência gay.

Paz através da cruz

A mensagem cristã para a comunidade gay é que ela abandone sua tentativa fútil de garantir paz de consciência através dos tribunais, da mídia e dos milhares de votos. É muito melhor trazer tais consciências pesarosas à cruz de Cristo para plena cura e permanente silenciamento vindo do próprio Deus, através da fé e do arrependimento. Isso fará um trabalho muito melhor para remover a ansiedade, as sombras e os medos do que qualquer quantidade de referendos ou falência de padarias e floristas. Também abrirá caminho para experimentar a imensurável largura, altura e profundidade do amor de Deus.

E para cristãos que estão sofrendo ou ainda sofrerão as consequências da desaprovação da sociedade ou do Estado sobre essa questão, confie no poder de uma boa consciência. Somos zombados, desaprovados, menosprezados, marginalizados, caricaturados e rejeitados mais do que qualquer outro grupo na sociedade. Somos chamados de intolerantes, homofóbicos e cheios de ódio. Mas ter uma consciência através da qual Deus demonstra sua aprovação e aceitação a nós significa que podemos continuar nos levantando por aquilo que é certo e verdadeiro, não importa quantas vozes de intolerância e ódio gritem contra nós.


Por: David Murray. © 2015 HeadHeartHand Blog. Original: Gay Marriage Is Not About Gay Marriage.

Tradução: Alan Cristie. Revisão: Vinícius Musselman Pimentel. © 2015 Ministério Fiel. Todos os direitos reservados. Website: VoltemosAoEvangelho.com.br. Original: O Objetivo do Casamento Gay não é o Casamento Gay.

Permissões: Você está autorizado e incentivado a reproduzir e distribuir este material em qualquer formato, desde que informe o autor, seu ministério e o tradutor, não altere o conteúdo original e não o utilize para fins comerciais.

David P. Murray serviu como pastor da Locharron Free Church of Scotland de 1995 até 2000 e, posteriormente, na Stornway Free Church of Scotland entre 2000 e 2007. David Murray é professor de Antigo Testamento e Teologia Prática no Puritan Reformed Theological Seminary, em Grand Rapids, Michigan. Murray escreve no blog "Head, Heart, Hand: Leadership for Servants."


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Seitas e Heresias - Um conceituação básica

CONCEITOS BÁSICOS

Seita: (latim secta = "secionar", "dividir", "sectar") de forma geral é um conceito complexo utilizado para grupos que professem doutrina, ideologia, sistema filosófico ou político divergentes da correspondente doutrina ou sistema dominantes.

Grupo religioso que professa doutrinas que divergem dos verdadeiros ensinos bíblicos, sendo que muitos, apesar de utilizarem a Bíblia distorcem ou negligenciam a mensagem central das Escrituras. Normalmente, formam uma comunidade fechada de cunho radical cujo sistema diverge da opinião geral, mas é seguido por muitos que se dedicam intensamente ao proselitismo.

Heresia: Uma doutrina ou um conjunto delas que divergem dos verdadeiros ensinos bíblicos, e apesar de terem "aparência" de verdade, contudo não passam de mentiras. Suas origens quase sempre são as distorções nos ensinos da Bíblia.

Herege: Pessoa que propala, segue, defende ou pratica heresias.

Heresiarca: Pessoa fundadora de uma seita herética.

CARACTERÍSTICAS DE UMA SEITA

Em relação à Bíblia:
  • Têm outras fontes doutrinárias além das Escrituras.
  • Aceitam apenas algumas partes.
  • Usam uma edição "especial" adaptada às suas convicções.
  • Distorcem as doutrinas fundamentais, desprezando os princípios auxiliares de Hermenêutica.
  • Dizem que receberam uma nova revelação de Deus anulando ou mudando mandamentos e/ou preceitos existentes na Palavra de Deus.
Em relação à Jesus Cristo:
  • Não aceitam que ele seja o Filho Unigênito de Deus.
  • Não aceitam Sua natureza divina-humana.
  • Não aceitam Seu nascimento virginal.
  • Não é o centro de suas atenções.
  • Existe outra possibilidade de salvação além da realizada por Cristo, pois cabe ao homem realiza-la.
  • Quase sempre tem um líder, vivo ou morto, que possui autoridade igual ou superior a Cristo.
Além destes aspectos, as seitas negam a realidade ou a individualidade do pecado, sendo também proselitistas.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Só para que Nós entendêssemos

"E as doze portas eram doze pérolas; cada uma das portas era uma pérola; e a praça da cidade de ouro puro, como vidro transparente."
Apocalipse 21.21

O relato que o apóstolo João faz do que ele vê no céu durante a revelação das coisas vindouras é algo inefável.

Ele para algumas coisas utilizou-se de referências de grande importância e beleza conhecidos do homens para que nós em nossa tão limitada capacidade pudêssemos entender o que nos aguarda no céu.

Não que as portas fossem de pérola, um é um material orgânico duro e geralmente esférico produzido por alguns moluscos, as ostras, em reação a corpos estranhos que invadem o seu organismo, como vermes ou grãos de areia. É valorizada como gema e trabalhada em joalheria.

Não que a praça da "cidade" fosse de ouro puro e transparente, até por que o ouro é um elemento químico (símbolo Au) de número atômico 79 (79 prótons e 79 elétrons) que está situado no grupo onze (IB) da tabela periódica, e de massa atômica 197u. Na natureza, o ouro é produzido a partir da colisão de duas estrelas de nêutrons. E por suas características também não pode ser transparente.

Mas o que João viu?

João viu a glória de Deus, a manifestação física daquilo que existe como promessa para nós lá no céu, João pode nem ter visto uma cidade como nós conhecemos, mas para que os seus futuros leitores entendessem a "layout celestial" das santas moradas ele usa este termo.

Então em que crer?

Naquilo que a Bíblia diz! O relato joanino é uma visão do céu, e ele transmitiu o que foi visto e entendido por ele como uma boa forma de "transcrever" o que nos aguarda.

Que a nossa expectativa de ir para a "cidade que João viu" não se acabe ou desapareça dentro de nós. Antes sejamos consolados pelo Espírito Santo á respeito desta tão gloriosa esperança.

Amém.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Estratégias de Conquista - O Cerco

Cerco ou sítio é um método de estratégia militar onde unidades militares cercam o inimigo ou uma edificação, como as praças-fortes, onde estes se abrigam com o intuito de não permitir uma evasão ou impedir o recebimento de provisões. O termo deriva do latim sedere, "sentar". Geralmente nesta estratégia, é comum o uso de armas de assédio para a destruição de edificações.

As armas de cerco ou armas de assédio são máquinas construídas a fim de destruir muralhas e fortificações durante um cerco.

O cerco era uma das táticas militares mais comuns da Idade Média. Em vez de travar uma sangrenta batalha campal, o exército que pretendia conquistar determinado castelo ou fortificação se posicionava em volta dessa construção, evitando que os inimigos saíssem do local.

"Algumas técnicas básicas de um cerco, estabelecidas na Antiguidade, são empregadas até hoje. Eram atividades que consumiam tempo e recursos", diz o historiador australiano Stephen Wyley, um especialista em guerra medieval. Após estabelecer o cerco, o exército atacante tinha duas opções: manter a fortaleza bloqueada e esperar pacientemente uma rendição ou então organizar ataques para invadi-la. A primeira alternativa envolvia uma complicada logística para abastecer as tropas, além de grandes recursos para pagar os soldados responsáveis pelo cerco, que podia durar vários meses. Além disso, aliados do exército sitiado podiam aparecer para tentar resgatar seus companheiros.

Já a opção de invadir a fortaleza exigia o uso de máquinas de guerra, que podiam ser construídas no local ou já levadas desmontadas pelo exército atacante. Para quem se defendia, era preciso, antes de tudo, prevenir-se, investindo na arquitetura militar ao construir as fortificações. Muitos castelos eram erguidos em locais de difícil acesso, à beira de abismos ou no alto de colinas. Fossos em volta da construção e enchidos com água também ajudavam no isolamento, embora os inimigos pudessem usar terra ou galhos de árvores para tapá-los. Outra tática comum dos exércitos que lançavam o ataque era estimular traições ou rebeliões entre os sitiados, estratégias que ajudavam a vencer a batalha quase sem baixas.

O Cerco contra o Cristão

Em nossa vida temos que resistir a muitos cercos, armas de assédio, investidas contra a nossa vida e salvação.

Ninguém nunca irá atacar pelo lado mais forte, e o cerco era a oportunidade para que o inimigo durante o sítio vislumbrasse todos os pontos fracos existente nas defesas do oponente. O inimigo tem mais facilidade para ver as nossas fraquezas do que nós próprios!

O inimigo sabe que em campo aberto ele é facilmente derrotado por ser visto a distância.

Se Deus não for o nosso refúgio e fortaleza (Sl 46) seremos facilmente derrotados, só Ele é a torre forte na nossa salvação.

Se você tiver problemas com bebidas, vigie (!), pois é nisso que o inimigo irá nos atacar. E isso vale para tudo: pornografia, fumo, prostituição, idolatria, etc. Ele conhece os nosso pontos fracos, tem "boas armas" e sabe usa-las.

Se o Senhor não guardar a casa, em vão vigia o sentinela (Sl 127), coloquemos o Senhor como nosso Guarda Fiel, refúgio e fortaleza.

Sozinhos, seremos facilmente derrotados, não duvidemos disso! Entreguemos nas mãos do Senhor a defesa da nossa vida.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-um-cerco-medieval
http://tempomedieval.blogspot.com.br/2009/05/armas-de-cerco.html

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Quanta devoção deveria ser dada a um pregador?

O trabalho de um pregador é transmitido em três livros dirigidos a novos pregadores (1 e 2 Timóteo e Tito). O pregador que é devoto obedece estas instruções: “Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não; corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina (2 Tm 4.2).

Se o pregador assim o faz, ele é meramente um servo – simplesmente um homem (1 Co 3.5-7; At 10.26).

Ele deve ser respeitado pelo seu serviço e devoção, mas não deve ser reverenciado ou elevado acima de outros, menos proeminentes, servos de Deus.

Os ensinamentos de todo pregador devem ser cuidadosamente comparados com a palavra de Deus. Pregadores não estão isentos da possibilidade de errar; é bem verdade que “muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora” (1 Jo 4.1).

Falsos professores são muito difíceis de detectar. Por se vestirem com pele de cordeiro e se disfarçarem de servos da justiça divina, são estes aqueles que pregam um evangelho pervertido e parecem ser puros (Mt 7.15-20; 2 Co 11.13-15).

Jesus disse: “Ficai atentos. Os cidadãos de Beréia foram instruídos a comparar cuidadosamente com as Escrituras até o que o apóstolo Paulo ensinou (At 17.11).

Nunca simplesmente aceite o que um pregador possa vir a ensinar; sempre atenciosamente procure e acredite nos ensinamentos das Escrituras. Muitos que simplesmente acreditaram nas palavras de um certo pregador, ficarão surpresos no dia do juízo (Mt 7.21-23). Deus disse, através de Jeremias: “Maldito o homem que confia no homem" (Jr 17.5).

Nossa devoção deve ser dada somente a Deus. O seu pregador pode ser uma ótima pessoa, mas não confie no fato de que ele vá salvá-lo. Cuidadosamente compare a palavra dele com a do nosso Senhor, porque as palavras dele serão as que nos julgarão (Jo 12.48).

Fonte:

FISHER, Gary. O que a Bíblia diz?. 4ª ed., 2008.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

Nas Profundezas do Hades e nas Alturas dos Céus

Jesus precisa ser visto em Isaías 53 e no Salmo segundo.

Jesus precisa ser visto nos quatro Evangelhos e no Apocalipse.

Jesus precisa se visto como filho de Abraão e como filho unigênito de Deus.

Jesus precisa ser visto como filho de Tamar, de Rebeca de Rute e de Bate-Seba e como filho de Maria.

Jesus precisa ser visto deitado na manjedoura e sentado junto do Pai.

Jesus precisa ser visto como homem e como Deus, em sua humanidade e em sua divindade.

Jesus precisa ser visto carregado de pecados e sem pecado algum.

Jesus precisa ser visto ao lado da mulher pecadora e no colo de Maria.

Jesus precisa ser visto com fome e como Pão da Vida.

Jesus precisa ser visto com sede e como a fonte de água viva.

Jesus precisa se visto montado em um jumentinho e montado em um cavalo branco.

Jesus precisa ser visto pagando imposto do templo e multiplicando pães e peixes.

Jesus precisa ser visto na companhia de publicanos e meretrizes e na companhia de uma multidão de pessoas vestidas de roupas brancas.

Jesus precisa ser visto morto no morro da Caveira e vivo no jardim de José de Arimateia.

Jesus precisa ser visto como réu da morte e como juiz dos vivos e mortos.

Jesus precisa ser visto sendo tentado pelo Diabo e lançando o Diabo no lago de fogo e enxofre.

Jesus precisa ser visto como homem de dores e como a estrela d'alva.

Jesus precisa ser visto em sua humildade e em sua glória.

Jesus precisa ser visto como o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo e como o Leão da Tribo de Judá que quebra os selos daquele livro escrito dos dois lados.

Jesus precisa ser visto no meio de salteadores e no meio dos vinte e quatro anciãos.

Jesus precisa ser visto com as roupas manchadas de sangue no Getsêmani e com as roupas brancas como a luz no monte da transfiguração.

Jesus precisa ser visto com a coroa de espinhos e com a coroa de glória.

Jesus precisa ser visto nas profundezas do Hades e nas alturas dos céus.

Jesus precisa ser visto como aquele que desceu do céu e como aquele que ascendeu aos céus.

Jesus precisa ser visto em seu primeiro advento e em seu segundo.

Jesus precisa ser visto como Salvador e Senhor.

E. César

Fonte: Revista Ultimado, Ano XLVIII - nº 356 - Setembro/Outubro 2015, pág. 6

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Quando o pastor olha para um grupo de irmãos de pede ajuda


Não fuja de sua responsabilidade!

"Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim."
Isaías 6.8

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Um pouquinho de conhecimento...

agraphon

Termo grego (pl. agrapha) para declaração não-escrita atribuída a Jesus, mas que não é encontrada nos evangelhos canônicos.

Entre os exemplos do NT estão Atos 20.35, 1 Coríntios 11.24,25, a variante textual de Lucas 6.5, algumas possíveis declarações de textos apócrifos neotestamentários como o Evangelho de Tomé e o Evangelho de Filipe e alguns fragmentos de papiros.

Veja:

Atos 20.35 - “Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.”

1 Coríntios 11.24,25 - “E, tendo dado graças, o partiu e disse: Tomai, comei; isto é o meu corpo que é partido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente também, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que beberdes, em memória de mim.”


Lucas 6.5 - “E dizia-lhes: O Filho do homem é Senhor até do sábado.”

Glossário
  • Apócrifo - Geralmente usado como adjetivo para descrever os apócrifos ou qualquer texto ou peça que tenha autoridade ou autenticidade duvidosa.
  • Canônico - Derivado de "cânon", termo referente à condição de autoridade da formação e coleção final dos livros bíblicos. O termo significa "vara de medir, padrão".
  • Papiro - Pelo latim papyrus do grego antigo πάπυρος) é, originalmente, uma planta perene da família das ciperáceas cujo nome científico é Cyperus papyrus, por extensão é também o meio físico usado para a escrita (precursor do papel) durante a Antiguidade (sobretudo no Antigo Egito, civilizações do Oriente Médio, como os hebreus e babilônios, e todo o mundo greco-romano).

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Qual é a sua ocupação?

"Então lhe disseram: Declara-nos tu agora, por causa de quem nos sobreveio este mal. Que ocupação é a tua? Donde vens? Qual é a tua terra? E de que povo és tu?"
Jonas 1.8

"Qual é a sua ocupação? O que fazes aqui nesta terra?" - Pergunta o mundo a cada cristão, talvez não exatamente assim, mas quando fazem e agem para ver nossa reação.

O que temos demonstrado para o mundo? Cristo? Medo? Dúvida?

Temos a melhor de todas as ocupações deste mundo "servos de Deus", temos a melhor de todas as genealogias "filhos de Deus". Por que então o medo de dizer a sua ocupação?

Pregue a palavra, diga ao mundo quem você é, o fazes, o que você representa, e para onde isso irá te levar.

Enquanto tivermos medo, a salvação não será real em nossas vidas! Veja:

"Porque, qualquer que de mim e das minhas palavras se envergonhar, dele se envergonhará o Filho do homem, quando vier na sua glória, e na do Pai e dos santos anjos." Lucas 9.26

Não brinque com a sua salvação; não brinque com tudo aquilo que você que crê e que em Jesus mais espera, o céu.

"No amor não existe receio; antes, o perfeito amor lança fota todo medo. Ora, o medo pressupõe punição, e aquele que teme não está aperfeiçoado no amor." 1. Jo 4.18 KJA

Se nós quisermos Jesus por que temos medo do inferno, do diabo e tudo de ruim que ele representa, não somos dignos do dEle e nem do céu!

Temos de querer o céu por causa de Jesus e não por medo da condenação.

Qual a sua ocupação agora?

sábado, 23 de maio de 2015

LIVRE DA CONDENAÇÃO


Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, 
que não andam segundo a carne, 
mas segundo o Espírito.

Você realmente está liberto?
Pense nisso!


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

segunda-feira, 4 de maio de 2015

VENCER COM CRISTO

JESUS VENCEU A MORTE E ELA NÃO PREVALECERÁ SOBRE OS FILHOS DE DEUS!

Poucas coisas em nossas vidas se comparam com a sensação que vivenciamos quando próximos da morte, por exemplo, frente a um momento de perda de algum ente querido ou amigo próximo.
Nestes instantes nos deparamos com sentimentos como o medo, o receio, a angústia, a tristeza e quase sempre a dor. Não tem volta, está consumado, só existe uma morte!

Da mesma forma, como o homem está destinado a morrer uma só vez e depois disso enfrentar o juízo, assim também Cristo foi oferecido em sacrifício uma única vez, para tirar os pecados de muitos; e aparecerá segunda vez, não para tirar o pecado, mas para trazer salvação aos que o aguardam. (Hebreus 9. 27-28)
O amor que sentimos é tão grande que não admitimos ficar sem aquela pessoa tão especial, contudo é nesta hora, que o espírito santo nos consola, dando a paz que vem de Deus e nos lembra da sua soberania sobre nossas vidas.
Foi Ele quem nos deu a oportunidade de existirmos, de sermos acolhidos por pessoas que nos amam gratuitamente, por um simples sorriso, de crescermos, conhecermos outras pessoas, partilharmos sentimentos, experimentar coisas, provar, errar, acertar, ouvir, falar ... e, principalmente, crer e confiar em Cristo.
Essa última é a experiência mais importante de nossas vidas, afinal o sangue do cordeiro nos liberta do pecado e do medo da morte.
Sim, ela existe e, no tempo de Deus, ela virá e nos afligirá, contudo não é o fim; pelo contrário, para todos que ouviram a verdade e verdadeiramente se arrependeram das suas iniquidades e creram no Salvador, é o começo da eternidade na glória com Deus!
As lembranças de tudo o que vivenciamos nos faz recordar o quanto Deus nos ama, de forma que nos permitiu vivenciar momentos incríveis que para sempre lembraremos!
As pessoas simplesmente não vão, elas permanecem em nossos corações e lembranças, de forma que temos a certeza, de que assim como nós, se elas creram e viveram Cristo, daqui a pouco a reencontraremos no céu, afinal: “... para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia”. (2 Pedro 3:8)
Com isso, que nestes momentos nos lembremos de que nada pode nos separar do amor de Deus e de que Ele, com certeza, ainda têm muitos propósitos para nossas vidas.
A ferida cicatrizará, nunca sumirá, mas Deus nos confortará e nos dará forças para prosseguir, busquemos seguir em frente, focando a cruz de Cristo para que possamos viver todo dia debaixo de sua infinita graça, amor e misericórdia.

Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso.
Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas.
Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Mateus 11:28-30 (esta foi a leitura que ouvi pela primeira vez na igreja, nunca a esquecerei)
Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês", diz o Senhor, "planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.
Então vocês clamarão a mim, virão orar a mim, e eu os ouvirei.
Vocês me procurarão e me acharão quando me procurarem de todo o coração. Jeremias 29:11-13

Um dia, já determinado por Deus, contudo desconhecido por nós, o mal perecerá e será eliminado e não mais a morte existirá, havendo para sempre, a todos os que creram e se arrependeram, regenerados, justificados e transformados pelo sangue de Cristo, que já venceu a morte, ressuscitou e vivo está, a glória com Deus!

Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, sendo as primícias dentre aqueles que dormiram.
Visto que a morte veio por meio de um só homem, também a ressurreição dos mortos veio por meio de um só homem.
Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados.
Mas cada um por sua vez: Cristo, o primeiro; depois, quando ele vier, os que lhe pertencem.
Então virá o fim, quando ele entregar o Reino a Deus, o Pai, depois de ter destruído todo domínio, autoridade e poder.
Pois é necessário que ele reine até que todos os seus inimigos sejam postos debaixo de seus pés.
O último inimigo a ser destruído é a morte. 1 Coríntios 15:20-26
Eis que eu lhes digo um mistério: nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta.
Pois a trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis e nós seremos transformados.
Pois é necessário que aquilo que é corruptível se revista de incorruptibilidade, e aquilo que é mortal, se revista de imortalidade.
Quando, porém, o que é corruptível se revestir de incorruptibilidade, e o que é mortal, de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: "A morte foi destruída pela vitória".
"Onde está, ó morte, a sua vitória?
Onde está, ó morte, o seu aguilhão?
" O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei.
Mas graças a Deus, que nos dá a vitória por meio de nosso Senhor Jesus Cristo.
Portanto, meus amados irmãos, mantenham-se firmes, e que nada os abale.
Sejam sempre dedicados à obra do Senhor, pois vocês sabem que, no Senhor, o trabalho de vocês não será inútil. 1 Coríntios 15:51-58
Portanto, visto que os filhos são pessoas de carne e sangue, ele também participou dessa condição humana, para que, por sua morte, derrotasse aquele que tem o poder da morte, isto é, o diabo, e libertasse aqueles que durante toda a vida estiveram escravizados pelo medo da morte. Hebreus 2:14-15

Amém, que o espírito santo de Deus nos console, tenha misericórdia de nossas vidas e nos fortaleça para vivermos dia-a-dia o evangelho que é Cristo!

Pelo contrário, com toda a determinação de sempre, também agora Cristo será engrandecido em meu corpo, quer pela vida quer pela morte; porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. Filipenses 1:20-21


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus) 

sábado, 2 de maio de 2015

PENSE NISSO

Como de costume, Jesus foi para o monte das Oliveiras, e os seus discípulos o seguiram.
Chegando ao lugar, ele lhes disse: "Orem para que vocês não caiam em tentação".
Ele se afastou deles a uma pequena distância, ajoelhou-se e começou a orar: "Pai, se queres, afasta de mim este cálice; contudo, não seja feita a minha vontade, mas a tua".
Apareceu-lhe então um anjo do céu que o fortalecia.
Estando angustiado, ele orou ainda mais intensamente; e o seu suor era como gotas de sangue que caíam no chão.
Quando se levantou da oração e voltou aos discípulos, encontrou-os dormindo, dominados pela tristeza.
"Por que estão dormindo?", perguntou-lhes.
"Levantem-se e orem para que vocês não caiam em tentação!" Lucas 22:39-46
Como é difícil enfrentar as dificuldades que sorrateiramente surgem nas nossas vidas.
Algumas pessoas lutam com dificuldades financeiras, outras com doenças, outras com solidão, outras com problemas familiares, outras com vícios, etc... são tantos os problemas que assolam nossos dias tranquilos em um piscar de olhos!
Geralmente, nestas ocasiões, a nossa fé é provada!
E infelizmente, muitas vezes, ou melhor, quase sempre não somos aprovados.
Temos medo, ficamos angustiados, não sabemos o que fazer, para onde ir, a quem pedir ajuda.
Não encontramos em nós mesmos a solução para o problema!
Ficamos em pânico, perdidos, verdadeiramente desorientados!
É aí, quando toda a sua autossuficiência, soberba, riqueza, beleza, amor próprio, confiança desaba; afunda; se mostra insignificante, que o problema se fortalece parecendo um Gigante!
Mas por que isso?
É porque você é fraco, limitado, sozinho; não!
É porque você passou a dar mais crédito ao seu problema do que ao seu Deus!
Ele, sim, pode lhe proporcionar alívio nas adversidades!
Mas eu, quando estiver com medo, confiarei em ti. Salmos 56:3
Confie no Senhor de todo o seu coração e não se apóie em seu próprio entendimento. Provérbios 3:5
Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá. Salmos 37:5
Provem, e vejam como o Senhor é bom.
Como é feliz o homem que nele se refugia! Salmos 34:8
O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam. Lamentações 3:25
Nada melhor para ilustrar tal verdade que a passagem de Jesus no Getsêmani.
Alguns momentos antes de sua “captura”, para que se cumprisse o propósito de Deus através do sacrifício e ressureição do cordeiro, e nos fosse dada a esperança de salvação!
Jesus já sabia o que iria passar, todo sofrimento, todo desprezo, toda humilhação em prol de pecadores como nós!
Ele já havia enfrentado o deserto, onde o Maligno lhe tentou várias vezes, contudo Jesus se manteve íntegro e irrepreensível!
No entanto, naquele momento, Jesus na condição de homem, teve medo!
Ficou angustiado!
Contudo, não pensou em desistir da missão dada pelo Pai.
Ele chorou e orou a Deus para que este fizesse a sua vontade!
Jesus não queria sofrer daquela maneira, qual de nós teria tamanho amor, por pessoas infiéis e pecadoras?
Tão logo, Ele orou, Deus enviou um anjo para lhe acudir e apoiar, deixando-lhe claro que a sua missão era a cruz!
Jesus orou mais intensamente e chorou “lágrimas de sangue”, um lacrimejar intenso e sentido que lhe consumia suas forças!
Mas, seguiu adiante e se entregou por nós!
A minha alma descansa somente em Deus; dele vem a minha salvação. Salmos 62:1
Antes, contudo alertou seus discípulos para que orassem para que não caíssem em tentação, pois Ele já sabia o que estava por vir: perseguição, sofrimento, dor, angústia e morte!
Você já refletiu sobre tudo isso!
Se Jesus temeu, quem somos nós para não sentirmos medo frente às adversidades?
Como devemos como cristãos proceder nestas situações?
Devemos orar para que Deus faça a sua vontade, Eu falo com o Pai aquilo que desejo, contudo sei que o que ocorrerá será o que Ele quer que aconteça.
O meu futuro está nas tuas mãos; livra-me dos meus inimigos e daqueles que me perseguem. Salmos 31:15
E se não for milagre, cura, livramento, alegria, felicidade, amor, dinheiro, o que faço?
Reclamo, murmuro, blasfemo, me afasto de Deus?
É claro que não, sigo a direção que Ele me mostrou e confio que Deus nunca nós abandonará, que nada pode nos separar do seu amor e que Ele é capaz de fazer bem mais do que pedimos ou pensamos...e principalmente que Deus é todo poderoso e que a sua graça nos basta!
Faze-me ouvir do teu amor leal pela manhã, pois em ti confio; Mostra-me o caminho que devo seguir, pois a ti elevo a minha alma. Salmos 143:8
Provem, e vejam como o Senhor é bom.
Como é feliz o homem que nele se refugia! Salmos 34:8
Pode ter a certeza, que mesmo nas dificuldades, Deus já está agindo e no tempo dele, a paz dominará seu coração.
Enquanto isso, ore, chore, creia, confie e ande... ande na direção que Ele te mostrar, pois neste caminho Deus vai lhe carregar nos braços, se assim for preciso, e você será feliz porque assim contigo Ele fará: quem anda na dependência do Senhor, segue pelos altos montes de paz, amor e alegria!
Amém.
O Senhor é a minha força e o meu escudo; nele o meu coração confia, e dele recebo ajuda.
Meu coração exulta de alegria, e com o meu cântico lhe darei graças. Salmos 28:7
O Senhor é a minha rocha, a minha fortaleza e o meu libertador; o meu Deus é o meu rochedo, em quem me refugio; Ele é o meu escudo e o poder que me salva, a minha torre alta. Salmos 18:2
Confiem nele em todos os momentos, ó povo; derramem diante dele o coração, pois ele é o nosso refúgio. Salmos 62:8
Sabemos todos que não somos capazes de nos darmos bem sozinhos nesta vida e no porvir, somos carentes da Graça de Deus.

Um grande abraço, ... pense nisso!


Pr Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)