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| Fonte: Pinterest. |
At 10.34-35
Dizer que Deus é dos brancos e não nos negros; dos negros e não dos asiáticos; dos asiáticos e não dos indígenas; dos indígenas e não dos árabes e assim por diante é provar que desconhece quem é Deus.
Ele não faz distinção entre as variações genéticas do gênero humano ao redor do globo.
Não é cor de pele ou sotaque que nos torna “mais ou menos próximos de Deus”.
E, infelizmente, em pleno Séc. 21, ainda há quem pense assim.
A única distinção que Deus faz é em relação com a aceitação de Jesus Cristo como salvador.
Santidade, justiça e busca pelo que é correto são decorrência disso.
Ele procura os que estão procurando por Ele.
Encontra os que vão de encontro a Ele.
Isso é simples, e por isso, muitos não aceitam essa realidade.
Não são as principais ofertas que atraem Deus, mas as sinceras.
Não são os mais belos louvores, mas os de coração.
Não é o que podemos oferecer, mas o como estamos oferecendo!
Muitos se enganam achando que estão comprando um “lugar melhor” ofertando mais.
Que receberam mais bênçãos por terem uma melhor afinação vocal ou boa memória para reter uma série de versículos para usá-los na pregação.
Deus sempre falou para os que quiseram ouvir.
Ele escolheu Israel, por um propósito.
A Igreja, por um propósito.
Mas quando lemos sobre a salvação, ela é universal, para todos em todo o tempo.
Uma prova de que muitos na Igreja ainda não entenderão essa escolha divina, é que acham que a obra missionária é apenas dos missionários, dos obreiros e dos pastores.
A obra é de todos.
A salvação é de todos.
Bom dia.









