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| Fonte: Pinterest. |
Pv 6.16,19
Na mesa, Salomão põe uma reflexão sobre o que é repulsivo a Deus.
Elenca seis coisas que causam aborrecimento, que entristecem e provocam a discórdia.
Entretanto, a sétima, que fecha essa lista, Ele abomina. Mas o que é “abominar”?
Repelir com desprezo, horror ou ódio.
Num sentido ritual ligado à raiz da palavra (hebr. tôwʻêbah), é comparada com a idolatria.
Essa sétima e abominável coisa é “o que semeia contendas entre irmãos”.
E é aí que entram os três advogados do diabo.
São eles: “Me contaram…”, “Me falaram…” e “Me disseram…”.
São três pontos de apoio de toda contenda.
Precedem fofocas, promovem contendas e estão sempre atreladas a uma maligna curiosidade por aquilo que não é de interesse direto.
São portas para opiniões maldosas e sarcásticas.
Elas advogam pelo diabo e trazem o caos após o pronunciamento.
Quem usa esses 'advogados' e quem propaga suas palavras se torna refém desse mesmo mal.
É uma abominável cadeia de horror.
Assim como há um 'crivo' na matemática (como o de Eratóstenes) para separar os números, precisamos de um crivo para a verdade do que chega até nós.
Quando vierem a nós esses “três advogados” trazendo uma “novidade”, precisamos passá-la por um crivo.
O Crivo das Três Peneiras de Sócrates é um método filosófico que usa três filtros — Verdade, Bondade e Necessidade/Utilidade — para avaliar se algo deve ser dito ou compartilhado.
Essa ideia, embora filosófica, harmoniza com a Bíblia e evita que uma corrente do mal se propague.
Não seja um abominável elo dessa prática maligna.
Bom dia.









