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| Fonte: Pinterest. |
At 11.26
Numa definição das mais genéricas que pode ser encontrada, fica claro: um “epônimo” é uma pessoa, lugar ou coisa que dá nome a outra coisa, como no 'tendão de Aquiles', em que Aquiles é o epônimo.
Também pode se referir à coisa nomeada em homenagem a alguém ou a algo, na “era vitoriana”, que recebe o nome da Rainha Vitória.
Essa prática é comum na medicina (ex.: “Síndrome de Kawasaki”), na política (ex.: “stalinismo”) e em outros campos.
Extrapolando esse conceito recursivo de linguística, podemos levá-lo para dentro da área teológica-bíblica.
O termo “cristão”, que aparece pela primeira vez na Bíblia em At 11.26, na cidade de Antioquia, é um exemplo real dessa aplicação.
Os seguidores de Cristo passam a ser reconhecidos por uma alcunha que remete ao próprio Jesus.
Logo, não há como “ser cristão” e “não ter Cristo”.
Quem se dispõe a ser um cristão deve ter Cristo como seu expoente máximo, sua referência em meio a todas as coisas.
Ele é a base de tudo em sua vida.
Falamos que “hoje” as pessoas estão tentando se dissociar da pessoa de Cristo.
Todavia, já nos primeiros anos da Igreja, homens já estavam fazendo isso.
É fato que sempre houve quem quisesse o benefício de Cristo sem ter responsabilidade alguma com Ele.
Querem o Céu, mas rejeitam o Salvador que os leva até lá.
Desejam a graça e a bênção, mas jamais se dobram à obediência.
Com grande gosto, o cristão diz que é de Cristo!
Ele é a distinção entre tudo o que é falível e tudo o que é infalível e eterno.
Não tenha vergonha de ser chamado de “epônimo de Cristo” nesses dias maus.
Bom dia.









