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quinta-feira, 16 de abril de 2026

Devocional do Dia -

Fonte: Pinterest.
"Não fareis injustiça no juízo; não aceitarás o pobre, nem respeitarás o grande; com justiça julgarás o teu próximo."
Lv 19.15

A busca pela justiça é diária entre homens.

Além da justiça divina, operada por Jesus em nossas vidas, que nos faz aptos a receber o Senhor em nosso ser, existe um tipo de justiça baseada na sabedoria, sendo potencializada pela justiça divina.

É a justiça no proceder com o próximo.

O homem deve buscar uma vida justa e correta diante da sociedade, respeitando leis e autoridades.

Ciência de que tudo o que se faz na vida produz uma consequência, que pode ser benéfica quanto maléfica.

A busca pelo “viver corretamente”, agindo para exercer justiça aos outros, deve ser prezada como sinal de nossa transformação no Senhor.

Quando alguém é trapaceiro, julga que o outro é “bobo”, “lento” e “menos esperto” do que ele.

Agir com justiça entre os homens é considerar que o juízo de nossas ações será pesado diretamente por Deus, pois o homem é falho e seu juízo, tão falho quanto.

Já percebeu que começamos a julgar as pessoas assim que elas começam a falar conosco?

Em nossa mente fica: “será que ela nunca percebeu isso?”.

Jesus conhecia o coração e as intenções do homem, não jugava, mas oferecia uma palavra de mudança.

Quando agimos com justiça nos julgamentos e decisões, fazemos do Senhor o juiz de nossa conduta.

Preciso aprender a não considerar os outros, por suas falhas e desatenções, inferiores a nós.

Talvez hoje não estejamos em grande delito ou desatenção, mas amanhã pode ser a nossa vez.

Como você quer ser julgado?

Qual peso quer que seja contrabalanceado com você no juízo?

Um viver justo, ao homem de Deus, expõe o Senhor reinando em seu interior.

Seja justo, não importa a situação.

Bom dia.

quarta-feira, 15 de abril de 2026

SOLIDÃO, COMPANHIA E A FIDELIDADE DE DEUS NA CAMINHADA MISSIONÁRIA

Pr. Paulo Henrique P. Cunha

A VISÃO ROMÂNTICA QUE A REALIDADE CORRIGE

Antes de ser missionário na Índia, eu já estava ativamente envolvido na evangelização de minha cidade natal.

Lembro-me de momentos em que estava a evangelizar em alguns lugares difíceis na zona rural da nossa cidade e precisava me separar da equipe para alcançar uma casa isolada, atravessando um trecho de mato fechado ou subindo um morro íngreme.

Nessas caminhadas solitárias, eu me imaginava sozinho pregando em solo indiano. Era, reconheço hoje, uma visão claramente romântica e imatura da vida missionária, mas ela capturava, sem eu perceber, algo que nenhum relatório ou conferência costuma anunciar com honestidade: o peso real da solidão no campo.

O SILÊNCIO QUE A PARTIDA DEIXA

Quando estava me preparando para ir à Índia, fizemos um estágio missionário na fronteira entre o Brasil e o Paraguai. Tivemos a oportunidade de ouvir um experiente missionário naquele campo, e o texto que ele escolheu ficou gravado em minha memória: “Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo, não estou só, porque o Pai está comigo” (Jo 16.32).

Sua palavra foi breve, mas densa: o mesmo que aconteceu com Jesus diante dos discípulos acontece, em menor escala, com o missionário. As pessoas voltam para suas casas, suas rotinas, seu trabalho — e quem ficou no campo permanece só, frequentemente esquecido, ou quase.

Esse fenômeno tem um nome: descompasso (gap) missionário. Quem passa anos num campo transcultural caminha numa direção, enquanto sua igreja, seus amigos e sua família seguem em outra. Com o tempo, as diferenças se aprofundam de forma quase imperceptível.

Conversas que antes fluíam naturalmente tornam-se difíceis; referenciais comuns desaparecem; e os vínculos, sem o oxigênio da interação cotidiana, vão se tornando mais frágeis. Não por maldade ou indiferença, mas pelo simples peso da distância — não apenas geográfica.

Como alerta a especialista em cuidado missionário Antonia Leonora van der Meer, “uma reclamação comum é que os missionários não têm com quem desabafar”, e esse isolamento, silencioso e progressivo, cobra um preço alto e raramente mencionado.

OS AMIGOS QUE FICAM QUANDO OS OUTROS PARTEM

É justamente nesse cenário que a frase de John Collins Churton adquire todo o seu peso: “Na prosperidade, nossos amigos nos conhecem; na adversidade, nós conhecemos nossos amigos”. No começo da jornada missionária, quando o entusiasmo do envio ainda está fresco, muitos se aproximam, oram, contribuem e acompanham.

Mas, à medida que os anos passam, que a distância aumenta e que a vida segue seu curso de cada lado, torna-se visivelmente claro quem são os amigos de fato — aqueles que continuam presentes apesar de tudo, que oram sem serem lembrados, que escrevem sem aguardar resposta, que permanecem vinculados não pelo entusiasmo inicial, mas pelo amor genuíno que a distância não consegue desgastar. Esses amigos são raros, e por isso mesmo são preciosos.

O CUSTO QUE NINGUÉM CONTABILIZA

Além da solidão no campo, há ainda outro custo raramente descrito: o estranhamento no retorno. Certa vez li um artigo que afirmava que o missionário não pode mais voltar para casa porque a sua casa agora é em todo lugar e em lugar nenhum.

Quem passou anos num campo transcultural nunca mais é o mesmo. Ao retornar, frequentemente se sente mais deslocado em sua terra natal do que havia se sentido no campo.

Antonia Leonora Van der Meer confirma isso ao descrever que os missionários que retornam “com frequência se sentem confusos, exaustos, inseguros, perdidos e solitários”, vivendo o que é comumente chamado de choque cultural reverso.

O que deveria ser reintegração acaba sendo, muitas vezes, uma nova forma de solidão — a de estar fisicamente em casa, mas espiritualmente em outro mundo.

NUNCA VERDADEIRAMENTE SÓ

E, ainda assim — e aqui está o paradoxo glorioso da missão —, ao olhar para trás, posso afirmar com convicção: nunca estive verdadeiramente só. Deus me deu uma esposa maravilhosa que tem sido uma companheira fiel e corajosa em cada etapa.

O Senhor também levantou irmãos, pastores e igrejas que nos sustentaram fielmente — e ainda fazem — com oração e contribuições. Em momentos de grande necessidade, Deus providenciou pessoas certas que chegaram de formas que jamais poderíamos planejar. Não exatamente da maneira que nossa solidão exige, mas da maneira que a sua soberania provê.

Essa é uma lição que a caminhada missionária ensina de forma inegociável. A promessa de Deus é clara: “Nunca te deixarei, nunca te abandonarei” (Hb 13.5). Não é uma promessa de ausência de solidão, é a garantia de uma presença que não falha, mesmo quando tudo ao redor parece falhar.

A SEMENTE, AS LÁGRIMAS E OS MOLHOS

Há um versículo que, para mim, resume com precisão singular toda a experiência missionária: “Aquele que leva a preciosa semente, andando e chorando, voltará, sem dúvida, com alegria, trazendo consigo os seus molhos” (Sl 126.6).

A missão tem choro. Tem solidão. Tem caminhada por trilhas difíceis, literalmente e metaforicamente. Mas tem também — e esta é a certeza que sustenta tudo — a promessa firme da colheita. Uma colheita que pertence ao Senhor da seara, e que Ele garante para os que perseveram com fidelidade.

O missionário não vai ao campo porque é corajoso ou aventureiro. Vai porque foi chamado. E é nesse chamado que encontra a única companhia que verdadeiramente nunca falta: o Pai que está com ele — como esteve com Jesus — mesmo quando todos os outros voltam para casa.

terça-feira, 14 de abril de 2026

Devocional do Dia - “When fishermen cannot go to sea, they repair nets”

Fonte: Pinterest.
"Ó preguiçoso, até quando ficarás deitado? Quando te levantarás do teu sono?"
Pv 6.9

Talvez você já tenha ouvido esse ditado popular assim: “Quando os pescadores não podem ir ao mar, eles consertam as redes”.

A ideia aqui desse ditado é que, quando o mar está muito agitado para navegar, os sábios não esperam — eles começam a trabalhar, se preparar em terra.

Eles consertam suas redes, afiam suas ferramentas e se preparam para o momento em que a tempestade acontecer.

Porque mesmo na quietude, há progresso.

Não se trata de ficar sentado, mas de construir o que vem a seguir.

O bom pescador sabe que as redes precisam ser consertadas regularmente, mas também sabe que existem momentos apropriados para isso.

Podemos ver muito bem pela lente desse ditado sobre obreiros da Casa do Senhor que nunca consertam suas redes.

Continuam com a mesma “rede rasgada” tentando pescar, mas sem sucesso.

Entendem momentos que não estão agindo como “momentos de descanso”, “sono”.

Eles só esperam a “tormenta passar”.

A questão é que, se ela passa, mas, sem seus aparatos em condição de uso eficiente, acaba gerando transtorno.

Obreiros, quando não for seu dia de pregar — leia a Bíblia.

Quando não for seu dia de “ficar na porta” — chegue como se fosse.

Não está “evangelizando” hoje — testemunhe, porte-se como se estivesse.

“Não dou aula” — estude a Bíblia como se você fosse o professor do mundo curioso sobre Cristo.

Quem não se preparar, nunca terá uma pesca maravilhosa; sempre terá pouco ou até nada para apresentar ao Senhor.

Todos servem para algo! Você só não pode servir de “mau exemplo” para os outros.

Bom dia.

segunda-feira, 13 de abril de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

Fonte: Pinterest.

Quando um cristão fala de fé, o que ele está demonstrando?

Será que, antes de o mundo ouvir a minha voz, ele já está vendo meu testemunho?

Vivemos o Evangelho do Reino de Deus ou do nosso próprio?

Três ótimas perguntas para refletir nesse início de semana.

Boa Semana

domingo, 12 de abril de 2026

Devocional do Dia - Tome semancol ou mel

Fonte: Google.com.
"Comer muito mel não é bom; assim, a investigação da própria glória não é glória."
Pv 25.27

Muitos talvez não saibam, mas “semancol” é um substantivo masculino informal que significa a capacidade de desconfiar de alguém que se comporta, se porta ou age inconvenientemente.

Pode também significar a capacidade de avaliar ou criticar o que alguém diz ou faz. 

Normalmente, é dito isso para aquela pessoa que precisa de “um toque” sobre seu proceder entre os demais.

Vemos, também, a magnífica sabedoria; Salomão, rei de Israel, traz um texto em meio a seus escritos que diz: “Comer mel demais não é bom; assim, a busca da própria glória não é glória” e, “na lata” e com “um copo cheio de semancol”, alerta.

Segundo a medicina, comer mel em excesso pode causar aumento de peso, diarreia, vômito, constipação, fraqueza muscular e visão turva.

Mel é rico em açúcar e deve ser consumido com moderação.

O consumo excessivo pode causar um aumento significativo nos níveis de glicose no sangue, principalmente em pessoas com resistência à insulina.

O mel, um alimento tão benéfico, pode converter-se numa poderosa arma contra a saúde humana se usado em excesso.

Ligando ambos os pontos agora, aquele que se gaba, que expõe a si como “o messias”, como “o melhor”, “mais sábio” e “capaz”, acaba exposto a problemas.

Se o tal não tomar um semancol e mudar de conduta, certamente arrumará problemas com os quais será difícil lidar.

Conseguirá inimizades, pois, a falta de humildade produz desconforto e abismos entre as pessoas.

Não seja soberbo.

Haja e demonstre sua capacidade.

Todo homem que precisa dizer que é o rei não é rei de verdade.

Cuide de seu ego, já!

Bom dia.

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Vigie, vigie e vigie!

 

Fonte: Pinterest.

Não é fácil, mas devemos manter a guarda alta o tempo todo.

O diabo só espera o momento de nosso cansaço chegar, e ele chegará.

É nessas horas que o cristão descansa em seu Senhor.

Vigie enquanto puder, mas não deixe de entregar sua vida para Aquele que não se cansa nunca.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Devocional do Dia - A continuação que explica tudo

Fonte: Google.com.
"Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele."
Jo 3.17

Frequentemente, cinéfilos (amantes do cinema), críticos e a própria “fandom” (fã-clube especializado em determinada obra) citam que determinados filmes são “completos” em apenas um único filme.

São chamados “filmes redondos”, ou seja, sem falhas ou erros.

Filmes como Tubarão (1975), Highlander: O Guerreiro Imortal (1986), O Exorcista (1973), Matrix (1999), Todo-Poderoso (2003) e O Máscara (1994) são exemplos de filmes completos em si.

Criam e encerram sua história, arcos e personagens.

Todavia, todos tiveram continuações, e todas abaixo do nível da obra inicial.

Quando olhamos para os eventos do Evangelho de João, no capítulo 3, a maioria das pessoas só lembra de Jo 3.16.

E, a despeito dos demais versículos, o versículo 17 é uma continuação direta e tão importante quanto o 16.

O 16 foca no tipo de amor, o “amor sem igual”, a “única esperança”.

Já o 17 foca na manifestação do mensageiro desse amor, aquele por onde esse tal “amor” é manifesto e sua relação com a nossa situação espiritual.

Cada um tem sua importância e impacto.

Precisamos compreender que não podemos ter um sem a ação do outro.

Não há manifestação desse amor único sem a presença daquele que foi enviado como seu portador e salvador dos homens.

Nem só o amor, nem só Jesus, mas os dois!

Tem quem pregue amor sem Jesus e quem pregue Jesus sem o amor.

Ambos estão falhando.

Estão incompletos, faltos do básico: o entendimento da mensagem, do mensageiro e resultado dessa interação nas nossas vidas.

Não firme sua fé apenas em um versículo.

Não é “caixinha de promessas”, é Bíblia!

Bom dia.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Projeto Didásko PORTUGAL CARTA DE ORAÇÃO - ABRIL DE 2026

Alcabideche (Cascais), Portugal, 06 de abril de 2026.

“A adversidade não é simplesmente uma ferramenta. É a ferramenta mais eficaz de Deus para o avanço da nossa vida espiritual.” – Charles Stanley

Amados irmãos e companheiros na obra missionária,

Que a graça e paz de nosso Senhor Jesus Cristo vos sejam multiplicadas.

O frio foi embora e os dias já estão bem quentes, mesmo na primavera, o que indica que teremos um verão bastante intenso. Nesta carta, quero compartilhar algo que tem estado forte no meu coração: a maneira como Deus tem conduzido o nosso ministério ao longo dos anos.

Desde a minha conversão, estive envolvido com o ensino, não por planejamento pessoal, mas por vocação. Na Índia, não fomos com a intenção de preparar obreiros, mas o Senhor nos direcionou a isso.

Hoje, a organização que ajudamos a estabelecer segue crescendo, com missionários enviados e vidas alcançadas além do que poderíamos imaginar. Essa mesma vocação me levou a desenvolver o Curso de Capacitação Missionária do SEMIPA e o Curso Interdenominacional de Teologia, que já alcançaram centenas de alunos no Brasil e em outros países.

Quando estava na Itália, traduzi todo o conteúdo para o italiano e tive o privilégio de formar duas turmas de teologia. Futuramente, pretendo traduzir o curso de teologia para o inglês, para uso dos missionários na Índia. Nada disso foi planejado. Apenas identifiquei necessidades e procurei servir ao Senhor com os recursos que Ele me deu.

Quando estávamos no processo de vir para Portugal, planejamos com cuidado para ter um sustento que nos permitisse realizar a obra do Senhor sem preocupações nessa área. No entanto, o campo se mostrou mais desafiador do que imaginávamos.

Muitas vezes fomos provados até os limites das nossas forças, mas Deus nos sustentou de maneiras que jamais poderíamos prever. Contamos com o apoio fiel de queridos irmãos, pastores e igrejas que caminham conosco há anos. Embora alguns tenham deixado de contribuir, esses permaneceram como forte rede de apoio e encorajamento.

Sou também profundamente grato a Deus pela vida da Alessandra, minha esposa, que tem sido uma verdadeira auxiliadora. Diante da defasagem do sustento vindo do Brasil, seu trabalho tem sido essencial para que possamos permanecer no campo. Compartilho isso não para sensibilizar, mas para testemunhar como Deus usa as dificuldades para nos conduzir a caminhos que talvez não seguiríamos em tempos mais confortáveis.

Como diz um hino da Harpa Cristã: “Os mais belos hinos e poesias foram escritos em tribulação”.

Mesmo em meio às provações e limitações, este tem sido um dos períodos mais produtivos do meu ministério. Além do trabalho que tenho desenvolvido na igreja local, escrevi cinco livros, estou concluindo um novo Curso de Capacitação Missionária, mais amplo e completo, bem como revisando e ampliando o Curso Interdenominacional de Teologia.

Até aqui, nunca recebi retorno financeiro pelos cursos, e os livros apenas cobriram os custos. Agora, vou lançar esses dois cursos em formato online, com videoaulas e resumos em PDF, pela plataforma Hotmart – futuramente, penso em disponibilizar alguns outros minicursos.

Além de abençoar irmãos que desejam crescer na Palavra e na visão missionária, esperamos que os cursos possam gerar algum recurso para nos ajudar a complementar o nosso sustento, que tem caído consideravelmente. Peço que orem por isso.

Todas as informações, incluindo grade curricular, valores e pré-inscrição, estão disponíveis em: projetodidaskoportugal.com/cursos. A previsão de início é para o final de abril. Mantenedores do nosso projeto têm 50% de desconto em qualquer curso; basta me escrever informando o curso desejado.

Somos imensamente gratos a todos que têm nos apoiado na obra missionária. Oramos para que Deus recompense a cada um de maneira abundante, fazendo infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, segundo o seu poder que opera em nós (Ef 3.20).

Com gratidão,

Pr. Paulo Henrique e família

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terça-feira, 7 de abril de 2026

Devocional do Dia - Disposição em amar

Fonte: Pinterest.
"Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a sua vida pelos seus amigos."
Jo 15.13

Jesus vem apresentar uma nova dimensão nos relacionamentos: o amor ao próximo.

Não o amor por conveniência, benefícios ou como “favor”.

Nada desse amor fingido que tanto impera no mundo atual.

Não um amor feito de facilidades e apenas de alegrias.

O amor verdadeiro é formado tanto de alegrias como de tristezas.

Lágrimas e sorrisos compõem um amor verdadeiro e disposto a amar seu próximo, a doar-se verdadeiramente e sem reservas.

Olhar o outro e se colocar no lugar dele.

Esse tipo de amor, muito citado, é, na prática, ignorado num mundo cheio de egoísmo.

Como tirar seu sapato para dar ao outro num mundo em que os descalços são mal vistos?

Como ajudar alguém num mundo em que fraquezas são rechaçadas pela sociedade?

Vivemos num mundo em que todos querem ser “líderes”, mas liderança de resultados e sem amor.

Ninguém quer mais expressar amor, por ter medo de ser “passado para trás” por golpistas.

Quando endurecemos nosso ser devido à falta de outro, também vamos ficando sem amor dia a dia, tanto que, logo, ficamos “secos e sem amor” a manifestar.

Precisamos rogar a Deus que nos ensine a amar, que nos mostre as situações em que o amor será praticado, em que, sem o amor, não há ganho real.

Quem está disposto a amar?

Quem está disposto a se doar por alguém?

Não será fácil, afinal, como está difícil encontrar amigos?

Será que nos esconderemos atrás da maldade do mundo e não expressaremos amor para com outros?

Até na sua oração, quando você deixa seus pedidos de lado e, usa o tempo precioso de oração para o outro, isso também é amor.

Bom dia.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

 

Fonte: Pinterest.

Não desista, mas identifique o que falta em cada lugar.

Quantas vezes nossa vida está em caos por deixarmos as coisas fora do lugar certo?

Coloque cada coisa em seu lugar!

Boa Semana