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| Fonte: Pinterest. |
Jo 11.43
Não há registro sacerdotal, obras de fé, socorro aos necessitados ou quaisquer outras “ações audiovisuais” que o abonassem o privilégio da ressurreição.
A única descrição que temos de sua vida é a proximidade e a intimidade com Jesus em vida.
O episódio de Lázaro ainda traz em si uma carga emocional para Jesus.
Em Jo 11.35: “Jesus chorou”, tal situação mostrou a humanidade de Cristo antes de mostrar aquela divindade que ordenaria ao sistema natural que “entregasse” Lázaro.
Voltando a Lázaro, percebemos que seu único feito foi o relacionamento com Jesus.
A lição para nós?
Nem todos teremos ministérios assombrosos!
E isso não é demérito algum.
O mais relevante não é ter ministérios ou feitos extraordinários aos olhos dos homens, mas sim sermos conhecidos por Jesus, como Lázaro era.
É importante que cada um cumpra seu papel na história. Mas, graças a Deus, não somos medidos pela capacidade de nossos atos.
Lázaro era amigo, íntimo de Jesus.
Conhecido, mas não somente no sentido do “saber quem é a pessoa”.
Era conhecido também como seguidor e amigo. Veja, é bom termos experiências de fé, grandes ou pequenas.
Frisando, o importante é sermos conhecidos de Jesus!
Ele sabe quem somos por nome.
Agora, você se considera “conhecido de Jesus” como Lázaro foi?
Essa pergunta precisa ser feita, pois, também o ladrão da cruz disse: “Lembra-te de mim”, solicitando que Jesus, em glória lá no paraíso, se lembrasse dele em sua vergonha.
O que Lázaro fez?
Ele era, acima de tudo, amigo íntimo de Jesus, e isso bastou.
Bom dia.








