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terça-feira, 9 de junho de 2026

Devocional do Dia - “De novo e de novo até aprender”

Fonte: Pinterest.
"Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará."
Gl 6.7

Quantas vezes você ouviu sobre a “lei da semeadura”?

O texto do apóstolo Paulo, em carta aos Gálatas, é nítido a expor essa realidade.

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará.”

Analisemos o versículo.

“Não erreis”, a ênfase é a do alerta para não haver fingimento ou ignorância por escolha quanto à conduta escolhida e ao resultado que ela produz.

Não é possível, eternamente, fugir das consequências de seus erros.

Cedo ou tarde elas nos alcançam.

“Deus não se deixa escarnecer”; ao escolher o caminho que leva a uma conduta contrária ao ensino do Senhor, tripudiamos sobre tudo o que o Senhor é.

Uma coisa é errar por desconhecimento, fraqueza momentânea, sem premeditação. 

Veja o que diz o AT: “Porque sete vezes cairá o justo e se levantará; mas os ímpios tropeçarão no mal” (Pv 24.16).

Ou seja, quem quer estar de pé, fará tudo para continuar.

O Senhor sabe quem quer “viver de pé” e quem quer “viver se arrastando no chão”

“Porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”, eis a lei natural da criação.

Ao longo da história, todo lavrador sabe que a escolha da semente implica na escolha da árvore.

Escolhendo a árvore, temos como consequência a escolha do fruto.

E pelo fruto conhecemos a árvore — as escolhas feitas!

Em miúdos, quando o homem tenta “enganar” o Senhor, ele se engana a si.

O Senhor nunca será surpreendido por nossa astúcia.

Ele pesa os corações.

As intenções.

E pensamentos.

Não se engane, Ele te conhece melhor do que imaginas.

O que Ele conhece sobre VOCÊ?

Bom dia

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

 

Fonte: Pinterest.

O mundo segue com o bezerro de ouro, ignorando o que Deus fez até agora.

Todavia, uma hora dessas, tudo o que o bezerro representa virará pó e o que permanecerá será somente o que o Senhor diz.

Boa Semana


sexta-feira, 5 de junho de 2026

Um dia...

 

Fonte: Pinterest.


Um dia você verá que os momentos ruins que tanto te afligiram ficaram todos para trás e que um novo dia vem pela frente.

Não desista de seguir em frente.

Deixe o que passou no retrovisor como um lembrete do que você já viveu, pois o que está à sua frente é o novo de Deus para você.

quarta-feira, 3 de junho de 2026

História do Cristianismo

Fonte: Pinterest.
História de Perpétua

O nobre exército de mártires foi, na verdade, reforçado por muitas pessoas vindas da formosa capital da África romana, e Vívia Perpétua, que se convertera pouco tempo antes, foi uma dessas.

Era uma senhora casada, de 22 anos de idade, de boa família e bem educada, mãe de uma criança, que a esse tempo era ainda de colo.

Seu pai era pagão, amando-a ternamente, e, quando a agarraram e levaram-na para a prisão, procurou por todos os meios fazê-la voltar para o paganismo.

Um dia em que ele tinha sido mais eloquente do que costumava nas suas diligências, ela, mostrando-lhe um jarro que estava perto, disse: "Meu pai, veja este vaso; pode, porventura, dar-lhe um nome diferente daquele que tem?"

"Não", disse ele.

"Pois bem", disse Perpétua, "também eu não posso usar outro nome que não seja o de cristã".

A estas palavras, o pai voltou-se para ela, colérico; esbofeteou-a e então retirou-se, e durante alguns dias não lhe tornou a aparecer.

Durante esta audiência, batizou-se ela, juntamente com mais quatro jovens, um dos quais era seu irmão, e então começou a perseguição a pesar mais sobre ela, pois foi lançada com seus companheiros na masmorra comum.

Não havia luz, e quase se asfixiava pelo calor e pela aglomeração de gente.

Continua.

KNIGHT, A. E.; ANGLIN, W.. História do Cristianismo. 3. ed. Teresópolis: Casa Editora Evangélica, 1955. 404 p.

terça-feira, 2 de junho de 2026

Devocional do Dia - “A aparência importa?”

Fonte: Pinterest.
"Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifesto o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos."
1 Jo 3.2

Talvez essa seja a questão onde mais haja ambiguidade de resposta durante uma enquete.

Será respondida essa questão de duas formas.

“Não”, a aparência não é um item que faz diferença.

Agora muitos discordarão.

Educação precisa de boa aparência?

Justiça exige um específico aspecto visual?

Amor precisa de uma roupa específica para demonstração?

Por outro lado, “Sim”.

Como você reconhece um médico?

Um bombeiro?

Atleta de determinado esporte senão por sua aparência?

Roupas, postura, linguajar e olhares passam uma mensagem sensorial ao mundo ao nosso redor.

Ambas respostas possuem um viés de verdades tidas como absolutas.

Todavia, em ambas estão um problema sério.

Quantas pessoas são humilhadas por seu aspecto simples e modesto?

Quantas pessoas, vestidas com toda a classe, não passam somente de um personagem, uma “mentira”?

O real problema não está na aparência ou na falta dela.

O problema está naquilo que compõe o caráter de cada um.

Há pessoas que tem tanta aparência quando postura e linguajar alinhado a um caráter justo correto.

Outros, possuem as mesmas características, mas um pútrido caráter.

Tal como há os que estão malvestidos tanto por dentro como por fora.

O problema não está nas vestes, palavras ou postura, mas em “quem” veste, fala e se porta.

O problema é o humano não convertido trazendo a existência toda maldade possível.

Em Jesus, como filhos e servos, precisamos estar alinhados com a perspectiva do Reino para, um dia em breve, nos parecermos com o nosso estimado e amado Rei Jesus.

Bom dia

segunda-feira, 1 de junho de 2026

Reflexão de Segunda-Feira

 

Fonte: Pinterest.


"O Senhor é o meu pastor [...] guia-me mansamente a águas tranquilas."
Sl 23.1-2

Deixe Ele te conduzir.

Boa Semana

domingo, 31 de maio de 2026

Devocional do Dia - “O paradoxo do ódio não funciona com Deus”

Fonte: Pinterest.
"Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele."
Jo 3.17

O ódio é um sentimento conflitante na mente humana, e psicólogos, de Freud aos mais modernos, apontam para sua origem no medo e na recusa de confrontar a si. 

Em artigos científicos sobre a mente humana e emoções, vemos que psicólogos indicam que o ódio vem do medo, de ser obrigado a olhar para dentro de si e lidar com todos os traumas, com a própria história.

É o “vencer a si e seus medos”.

Isso cria um senso de ameaça constante, combatido instintivamente com o ódio.

É essa a origem do chamado Paradoxo do Ódio.

Você precisa odiar o mundo o suficiente para mudá-lo, mas amá-lo o suficiente para considerá-lo digno de mudança.

Por que, então, esse paradoxo não se aplica a Deus?

A resposta revela a Sua magnitude.

Ele não odeia o mundo que criou.

Ele não odeia as criaturas que criou.

Também não odeia a junção de ambos num “ecossistema físico-espiritual”.

O “ódio de Deus” é sua aversão ao pecado e sua consequência é a Ira Divina.

Ele não quis mudar o mundo impositivamente, mas, por ser Seu amor o maior de todos, Ele oferece a oportunidade de mudança para quem quiser.

Um dia, sim, mudará o mundo.

Não pela maldade de sua criação; ela foi criada “boa”, mas pela contaminação de sua criação com pecado.

O que ele fará, tudo novo e agradável será, sem pecado.

Novos céus e nova terra não nascem do ódio pelo que é imperfeito agora.

Eles são a manifestação do desejo de um mundo sem o pecado e seus efeitos nocivos.

Deus é esse que quer o melhor para o homem.

Todavia, nem sempre o homem aceita o melhor de Deus.

Bom dia.

sexta-feira, 29 de maio de 2026

quinta-feira, 28 de maio de 2026

Devocional do Dia - “Diga o fraco: Eu sou forte”

Fonte: Pinterest.
"[...] diga o fraco: Eu sou forte."
Jl 3.10c

A força apresenta um papel filosófico, ético e moral muito importante.

Na filosofia, ela é a condição de ação.

O que se faz com ela?

Na ética, é levado em consideração tudo aquilo que pode ser feito por meio dela.

Na moral, a moralidade, que julga o uso correto ou incorreto dessa força. 

Ela é o atributo que os tiranos usam contra os povos.

Também é o atributo que heróis e libertadores se fizeram valer para combater forças malignas.

A Bíblia nos ensina que a fonte principal da força é Deus.

Ele é a “força motriz do universo”!

Ele move tudo.

Ele sustenta tudo.

Ele é tanto a força do juízo quanto a força da graça divina.

É interessante quanto a isso que Deus reparte essa força sem perdê-la.

Divide-a com seus filhos, por intermédio de Cristo, para os fortalecer.

É um chamado assim para nós: “Dê a Deus sua fraqueza e Ele lhe dará sua força”

Tal chamado é para confiar que, nossas fraquezas, não serão nossa ruína se o poder de Deus estiver depositado em nós.

Os problemas não vencem. As enfermidades não vencem.

E, nem a morte e muito menos o diabo!

E essa força para vencer não é necessariamente um certificado de evitar a morte.

Ela é uma certeza de que, ao final, quem triunfa é quem tem a força de Deus em si.

O texto de Joel fala de profecias a respeito de Israel.

Profecias que falam de Deus dando força ao que está completamente sem.

Deus dando de si para que os seus vençam poderosamente e prossigam em direção ao destino reservado.

Esse ainda é o desejo de Deus para o seu povo: o abundar de sua força na totalidade de nossa fraqueza!

Bom dia

quarta-feira, 27 de maio de 2026

História do Cristianismo

Fonte: Pinterest.
Clemente de Alexandria (~150 - ~215)

Aqui convém mencionar outro bem-sucedido escritor, Clemente de Alexandria.

Nasceu mais ou menos no mesmo ano que Tertuliano, provavelmente em Atenas, Grécia, de pais pagãos.

Escreveu na língua grega e conhecia bem a filosofia grega, principalmente a filosofia neoplatônica.

Muito pouco se conhece da sua vida e nada de sua conversão.

Foi presbítero da igreja de Alexandria.

Para entender o local de seu ministério, Alexandria é a segunda maior cidade do Egito, localizada às margens do Mar Mediterrâneo.

Fundada por Alexandre, o Grande, em 332 a.C., a cidade foi a capital cultural do mundo antigo e hoje é o principal porto egípcio.

Orígenes e Alexandre (depois bispo de Jerusalém) foram alunos dele.

Morreu antes do ano 216.

Continua.

KNIGHT, A. E.; ANGLIN, W.. História do Cristianismo. 3. ed. Teresópolis: Casa Editora Evangélica, 1955. 404 p.