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quarta-feira, 13 de novembro de 2019
terça-feira, 9 de outubro de 2018
Agenda de Oração 2018
Ortodoxos, Católicos, Pentecostais, Adventistas, Batistas
quinta-feira, 27 de setembro de 2018
Agenda de Oração 2018
Católicos Romanos, Ortodoxos, Luteranos, Reformados, Metodistas, Batistas, Católicos Antigos, Pentecostais, entre outros grupos.
sábado, 14 de janeiro de 2017
Origens da Música
| A música é um agente potencializador dentro da adoração. |
Jubal é citado como o pai dos primeiros instrumentistas musicais, fato que registra a manifestação da música desde o início da humanidade. O fato de Jubal ter sido filho de um homem (Lameque) que tomou duas mulheres para si não ofuscou a compreensão nem o transporta de uma manifestação celeste, que é a música, para o mundo dos pecadores. Ao contrário das teses que argumentam que a música é fruto das experiências do homem primitivo e de suas descobertas, a narrativa de Gênesis sugere uma base para estas manifestação através de Jubal, e isso nos leva a refletir: qual foi o referencial que Jubal utilizou para construir a primeira harpa e a primeira flauta? Teria ele "se inspirado" na música que cerca o Deus vivo nas expressões de adoração daqueles seres que o louvam?" [1]
segunda-feira, 3 de maio de 2010
INSTRUMENTOS MUSICAIS DO ANTIGO TESTAMENTO
| Instrumento Bíblico | Referências |
| Percussão um instrumento que soa por agitação ou atrito | |
| Címbalo | 2Sm 6.5; 2Cr 5.12-13; Sl 150.5 |
| Pandeiro | 2Sm 6.5 |
| Tamboril | 2Sm 6.5; Jó 21.12; Is 5.12; 24.8 |
| Adufe | Gn 31.27; Êx 15.20; Jz 11.34; Sl 81.2; 150.4 |
| Cordas um instrumento que se toca dedilhando ou percutindo com arco | |
| Harpa | Gn 4.21; 1Sm 16.16; Sl 33.2; 98.5; Is 5.12 |
| Alaúde | Sl 71.22; 92.3 |
| Lira | Dn 3.5,7,10,15 |
| Saltério | Dn 3.5,10,15 |
| Instrumentos de cordas | Sl 150.5; Is 14.11; Am 5.23 |
| Sopro um instrumento soado por sopro | |
| Flauta | Gn 4.21; Jó 21.12; Sl 150.4; Dn 3.5 |
| Trompa | 1Rs 1.34; Dn 3.5,7,10,15 |
| Trombeta | Nm 10.2-10; Jz 3.27; 6.34; 2Cr 5.12-13; Ne 4.18,20 |
Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)
sexta-feira, 9 de abril de 2010
PERSONAGENS BÍBLICOS
Asafe era um dos três músicos principais no tabernáculo de Davi. Ele era levita, portanto da linhagem dos sacerdotes hereditários, embora não se sabia se ele, de fato, era sacerdote. Aparentemente, ele era o ancestral de uma longa linhagem de músicos do templo conhecidos como "filhos de Asafe".Asafe é mencionado nas linhas de abertura dos salmos 50 e de 73 a 83. Isso quer dizer que ele os escreveu, ou foram escritos no estilo estabelecido por ele, ou ainda foram compostos pela corporação que tinha seu nome. Provavelmente, esse doze salmos pertencem a cada uma dessas categorias.
Quando Davi construiu o tabernáculo e trouxe a arca da aliança para Jerusalém, foi acompanhado pelos músicos Asafe, Hemã e Etã, representantes dos três maiores clãs dos levitas. Eles cantavam e tocavam o címbalo enquanto a arca da aliança entrava na cidade, e desse momento em diante, Asafe tornou-se o chefe dos músicos, cantando e tocando a harpa e os címbalos em cerimônias formais no tabernáculo.
A música de Asafe foi considerada profética (1Cr 25.1-2). Jaaziel, um músico do templo e "levita e descendente de Asafe" (2Cr 20.14), utilizou a canção profética para inspirar Judá a derrotar os edomitas. Ele é chamando de "vidente Asafe" em 2 Crônicas 29.30. A corporação dos "filhos de Asafe" era responsável pela música no templo depois do exílio (Ed 3.10).
Pb. Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
MUSICALIZAÇÃO INFANTIL
Base bíblica: "E disseram-lhe: Ouves o que estes dizem? E Jesus lhes disse: Sim; nunca lestes: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?" (Mateus 21.16)
O que é musicalizar?
Musicalização é um processo pelo qual desenvolvemos nas crianças vários aspectos musicais, através de vivências, jogos e dinâmicas, visando despertar nelas a apreciação e descobertas dos talentos musicais. Através deste processo, a criança aplicará seus conhecimentos recebidos, num louvor a Deus, com maior entendimento e significado, para o exercício de uma atividade espiritual-musical eficaz na igreja.
Porque musicalizar crianças na igreja?
No início do séc. XX encontramos três grandes compositores e musicólogos que muito contribuíram para o desenvolvimento de uma pedagogia musical orientada para as crianças e também para os jovens: o alemão Carl Orff, o húngaro Zoltán Kodály e o violinista japonês Schinichi Suzuki. O sistema Orff usa música totalmente simples e ritmicamente viva para conjuntos de instrumentos de percussão (de altura definida e indefinida), desenvolvidos especialmente para dar efeitos rítmicos interessantes e bem definidos. Nas escolas húngaras, o uso do método de Kodály, em que os conceitos musicais vão sendo construídos em fases cuidadosamente graduadas, levou a que praticamente deixasse de haver analfabetismo musical, o que constitui um brilhante resultado. No sistema de ensino do violino desenvolvido por Suzuki, as crianças começam com violinos pequenos logo que são capazes de segurar neles. A técnica é desenvolvida como uma resposta física natural à percepção auditiva e não há leitura musical em jogo, no início.
A característica mais comum entre estes três métodos é fato de que eles ensinam primeiro o aluno a se familiarizar com os ritmos e com a melodia da música, dando-lhe a possibilidade de perceber as diferenças e semelhanças sonoras, para posteriormente vir a lê-la e escrevê-la. Suzuki, em seu livro Educação é Amor[1], defende a tese de que da mesma forma que a criança aprende primeiro falar sua língua mãe para depois aprender a escrevê-la, assim deve acontecer com a educação musical, onde primeiro o aluno toca um instrumento, ou canta uma melodia, para depois ler e escrever a música aprendida. Seguindo esta didática, o aluno poderá entrar no universo musical através da leitura da partitura, ouvindo cada som, cada nota; da mesma maneira que ele lê um conto de fadas e consegue imaginar seus personagens.
Se, simplesmente por amor à arte e à música, estes compositores famosos citados, se preocuparam com a formação musical das crianças de seus países, quantos mais nós, que pregamos a importância da música para louvor, adoração e propagação do evangelho de Cristo. Indo mais além, sabemos que as crianças judaicas aprendiam, desde cedo, a entender as Escrituras e também a cantar e tocar os salmos para louvarem ao Senhor. Precisamos trabalhar com afinco no trabalho do ensino musical aos nossos pequeninos, para que, num futuro bem próximo, eles possam servir ao Senhor através da música, no ministério de louvor e adoração.
[1] SUZUKI, Shinichi. Educação é Amor. Santa Maria, RS: Gráfica Pallotti, 1994.
Tratemos agora a respeito do que ensinar.
O que ensinar?
a) Elementos da Música: Melodia; Notas Musicais; Solfejo; Altura, Noção de médio, grave e agudo; Intervalos Musicais; Harmonia; Ritmo; Pulsação; Tonalidade; Acidentes (b e #); Timbre; Nome dos Instrumentos; Intensidade e Escala
b) A Importância da Música na Adoração
c) Apreciação Musical
d) Criação Musical
e) Interpretação Musical
f) História da Música e também História dos Hinos – Contextualização
Como ensinar na igreja?
1) Bandinha Rítmica
Como ensinar elementos rítmicos, auxiliando o desenvolvimento da percepção musical das crianças e também de sua coordenação motora? A Bandinha Rítmica é uma ótima opção para estimular as crianças no universo musical. Ela ensina a explorar o som dos instrumentos. A bandinha rítmica pode ser montada com:
- Instrumentos específicos para bandinha rítmica;
- Instrumentos de Sucata;
- Instrumentos de Bolso (chaveiros, lápis, canetas, etc);
- Instrumentos de Percussão; e
- Com os sons do corpo
Como trabalhar:
- Ensine pulsação e as células rítmicas
- Exponha os instrumentos e a maneira correta de tocá-los, com disciplina e ordem
- Conte uma história que apresente os instrumentos
- Trabalhe com eco e ostinatos
- Ensine as músicas por partes
- Use a improvisação e criação
- Utilize ritmos escritos, pré-definidos
2) Coro Infantil
O coro é um dos meios que trabalha todos os aspectos da musicalização acrescendo deles a voz. O trabalho do coro não abrange apenas o cantar melodias, mas desenvolver um ouvinte pensante, afinado e que saiba se comunicar através de sua expressividade e musicalidade.
a) Regente: Amar as crianças e o ensino; Ter noção de psicologia infantil; Conhecer a voz da criança, tessitura e as possibilidades de seu grupo para desenvolvê-la; Ter noção de regência e técnica vocal e Ter empatia.
b) Ensaios: Um ensaio semanal de no máximo 1:15 hs; Elementos dos ensaios: aquecimento, vocalize, noção postural, exercícios de respiração, exercícios de dicção, repertório e desaquecimento e Deve ser planejado.
c) Aspectos Importantes: Repertório de linguagem simples e acessível ao grupo; Iniciar o trabalho com canções em uníssono, cânones, pergunta e resposta. Quando o grupo estiver equilibrado, trabalhar vozes; Preferia músicas com acompanhamento instrumental, pois isto ajuda a percepção auditiva. Trabalhe com um bom instrumentista.
CRIANÇA DESAFINADA – Veja se ela tem dificuldades de percepção (saber ouvir) ou está com distúrbios nas pregas vocais:
- Na primeira hipótese, treinar ouvido interno.
- Na segunda hipótese – encaminhar ao otorrino ou fonoaudiólogo.
3) Aulas Com Instrumentos Musicais
Existem crianças que tem facilidade e o sonho de aprender a tocar algum instrumento. Se o professor de musicalização infantil perceber este talento em alguma criança de sua aula, deve conversar com seus pais e encaminhá-la para algum professor específico. Bom seria se todas as nossas igrejas tivessem escola de música onde as pessoas teriam a oportunidade de aprender qualquer instrumento tocado nos cultos.
4) Cultinho
Sabemos que os objetivos do cultinho na igreja vão muito mais além do que simplesmente ensinar musiquinhas. A música do cultinho é primordial para ensinar a Palavra de Deus, auxiliar na memorização de versículos, e levar as crianças a terem momentos de profunda adoração e comunhão com Deus. As músicas do culto infantil devem ter qualidade, letra apropriada para ao entendimento das crianças e devem ser condizente ao tema do cultinho, para enfatizar o ensino. Para que a musica no cultinho funcione de forma eficaz, deve-se ter:
- Professores afinados e que saibam liderar a adoração com as crianças
- Músicos instrumentistas, para acompanhar os cânticos infantis, que tenham amor pelas crianças
- Caso não tenha instrumentista, pode usar e abusar dos playbacks
- Letras legíveis em transparências ou em cartolinas
- Pastas com cânticos cifrados
- Escala de músicos e professores “cantores”
(Exercício – montar uma ordem de cânticos para um cultinho – temas variados)
MUZICALIZANDO COM FLAUTA DOCE
A musicalização tem grande influência na formação da criança, pois desenvolve qualidades preciosas como a capacidade de perceber complexidades e sutilezas, isto é, a perspicácia, e ajuda no aperfeiçoamento da socialização, inteligência, expressividade, coordenação motora fina, memória, concentração, raciocínio, disciplina, sensibilidade, auto-estima e criatividade.
A escolha de um instrumento musical que supra essas qualidades é relevante, e a Flauta Doce é o instrumento que contém características interessantes: ela é um instrumento de sopro direto, melódico, de timbre doce e suave, proporciona o aprendizado dos elementos básicos da teoria musical e da percepção rítmica; pode ser tocado individualmente, em conjunto e acompanhada de outros instrumentos, sendo utilizada em vários estilos musicais. Além disso, seu baixo custo facilita o acesso de todos.
Por Silvana Azevedo de Matos Rocha é formada em Fisioterapia, Formanda
quarta-feira, 29 de julho de 2009
O Piano: O grande mestre e o aprendiz

terça-feira, 26 de agosto de 2008
Louvor em Tempo de Angústia
"Está alguém entre vós aflito? Ore. Está alguém contente? Cante louvores."
Baseado neste texto bíblico, temos a impressão de estarmos diante de um paradoxo, onde torna-se impossível louvar ao Senhor, se tivermos atravessando um período de sofrimento e adversidades múltiplas. O que o texto registrado expressa, é que nós refletirmos aquilo que estamos vivenciando através de nossas atitudes. "O coração alegre aformoseia o rosto".
É muito mais fácil exteriorizar o que se sente, do que mostrar-se forte, ou interpretar uma aparência de alegria, estando triste. No entanto, a Bíblia Sagrada nos dá exemplo de homens que vivendo em situações difíceis, encontraram forças para louvar ao Senhor. Paulo e Silas foram açoitados pelos romanos, rasgaram-lhes as vestes, foram lançados no cárcere.
"E, depois de lhe darem muitos açoites, os lançaram no cárcere, ordenando aos carcereiros que os guardassem com toda segurança" Atos 16.23.
Não é necessário termos uma imaginação muito aguçada, para compreendermos a situação vivida por Paulo e Silas.
Açoites = Dores, Sofrimento
Vestes rasgadas = Humilhação
Cárcere = Perda da Liberdade
"Por volta da meia noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, os demais companheiros de prisão escutavam" Atos 16:25.
Embora Paulo e Silas, creio, estivessem alegres na alma, seus corpos estavam padecendo, em decorrência dos maus-tratos aplicados neles.
O hino tradicional da Harpa Cristã 126, diz: "Os mais belos hinos e poesias, foram escritos em tribulações”.
O ato de Louvor em tempos de angústia é quase uma atitude de heroísmo, mas apresenta-se com uma declaração ao inferno, de que a esperança no Deus Todo-Poderoso ainda permanece, por outro lado é um cumprimento bíblico "em tudo dai graças".
Fanny Crosby, a mais proeminente compositora de todos os tempos, ficou cega nas primeiras semanas de vida, viveu praticamente toda a sua vida, a angústia da escuridão, mas compôs belíssimas canções que comovem corações até hoje quando entoadas, como por exemplo: Que Segurança.
"Canta Minh'alma , canta ao Senhor, Rende-lhe Sempre ardente louvor", "Porque para mim tenho por certo, que os sofrimentos do tempo presente, não são para comparar com a glória por vir, a ser revelado em nós" Rm 8:18.
Autor: Anderson Flávio - Ministro de Louvor do Ministério Aliança Apostólica



