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quarta-feira, 8 de julho de 2026
Projeto Didásko PORTUGAL - CARTA DE ORAÇÃO - JULHO DE 2026
sexta-feira, 25 de julho de 2025
Projeto Didásko PORTUGAL - CARTA DE ORAÇÃO - JULHO DE 2025
Pela saúde física, emocional e espiritual de toda nossa família;
Pelos desafios espirituais de Portugal;
Pela melhoria das economias brasileira e portuguesa;
Por novos mantenedores para nos apoiarem no nosso sustento mensal;
Por sabedoria e direção de Deus para os nossos passos e planos.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
Projeto Didásko PORTUGAL - CARTA DE ORAÇÃO - FEVEREIRO DE 2025
* Pela saúde física, emocional e espiritual de toda nossa família;* Pelos desafios espirituais de Portugal;* Pela melhoria das economias brasileira e portuguesa;* Por novos mantenedores para nos apoiarem no nosso sustento mensal;* Por sabedoria e direção de Deus para os nossos passos e planos.
quarta-feira, 20 de dezembro de 2023
Notícias Obra Missionária - Projeto Didásko PORTUGAL CARTA DE ORAÇÃO - DEZEMBRO DE 2023
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- Pela saúde física, emocional e espiritual de toda nossa família;
- Pelos desafios espirituais de Portugal;
- Pela melhoria das economias brasileira e portuguesa;
- Por novos mantenedores para nos apoiarem a completar o nosso sustento mensal;
- Por sabedoria e direção de Deus para os nossos próximos passos e planos.
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
Notícias Obra Missionária - Projeto Didásko PORTUGAL - Carta de Oração - Outubro de 2020
Pela saúde física, emocional e espiritual de toda nossa família.
Por novos mantenedores e intercessores para nos apoiarem na obra missionária.
Pela valorização do Real, que neste ano foi a moeda que mais desvalorizou no mundo.
Pela atual situação de Portugal e pela salvação de muitos portugueses.
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Notícias Obra Missionária - [Projeto Didásko PORTUGAL] MISSÕES EM TEMPOS DE PANDEMIA
terça-feira, 11 de agosto de 2020
Notícia Obra Missionária - Projeto Didásko PORTUGAL Carta de Oração - Agosto de 2020
Pela completa restauração da saúde do Matheus.Pela saúde física, emocional e espiritual de toda nossa família.Por novos mantenedores e intercessores para nos apoiarem na obra missionária.Pela valorização do Real diante do Euro.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Agenda de Oração 2018
51% Crenças Indígenas
29% Cristãos
20% Muçulmanos
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
Agenda de Oração 2018
48% Cristãos (Protestantes 25%, Católicos 23%)
22% Hinduístas
14% Muçulmanos
11% Sem Religião
5% Outros Grupos
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Agenda de Oração 2018
60% Muçulmanos
27% Budistas
10% Cristãos
3% Hinduístas e Outros Grupos
segunda-feira, 9 de julho de 2018
Agenda de Oração 2018
80% Cristãos (maioria de católicos com grupos muito pequenos de Testemunhas de Jeová e protestantes)
20% Muçulmanos (entre 800 mil a 1 milhão), ateus e agnósticos
terça-feira, 19 de junho de 2018
Agenda de Oração 2018
85,1% Muçulmanos
9,2% Protestantes
3,5% Católicos
1,8% Hinduístas
0,4% Budistas
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
Notícias Obra Missionária - SEARA Itália
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Notícia Obra Missionária - SEARA Itália
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Notícias Obra Missionária - Itália
- Por nossa saúde física, emocional e espiritual;
- Por direção, estratégias e graça de Deus para alcançarmos os italianos com a mensagem do Evangelho;
- Por novos mantenedores e por um milagre em nossas finanças.
- Banco do Brasil Ag 3159-3 C/C 6573-0 ou Banco Itaú Ag 6116 C/C 00485-1 (Paulo Henrique P. Cunha)
- Banco do Brasil Ag 3470-3 C/C 6927-2 ou Banco Itaú Ag 6116 C/C 10124-4 (Alessandra de Carvalho Cunha)
quinta-feira, 29 de maio de 2014
terça-feira, 2 de outubro de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Leia e alegre-se!
Número de evangélicos aumentou mais de 60% em 10 anos, diz IBGE
O número de evangélicos no Brasil aumentou 61,45% em 10 anos, segundo dados do Censo Demográfico divulgado nesta sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2000, cerca de 26,2 milhões se disseram evangélicos, ou 15,4% da população.
Em 2010, eles passaram a ser 42,3 milhões, ou 22,2% dos brasileiros. Em 1991, o percentual de evangélicos foi de 9%, enquanto que em 1980 era apenas 6,6%.
Um dos fatores que alavancou o crescimento dos evangélicos foi o aumento de membros das igrejas pentecostais como a Assembleia de Deus. Hoje, no Brasil, os assembleianos somam cerca de 12,3 milhões de pessoas (veja o infográfico abaixo).
O IBGE registrou que, ao mesmo tempo em que o número de católicos caiu no Norte e no Nordeste, o número de evangélicos cresceu com maior volume nas duas regiões. A representatividade no Norte saiu de 19,8% (2000) para 28,5% (2010), esse crescimento se confirma já que é da região o estado mais evangélico: Rondônia, que conta com cerca de 34% da população evangélica.
No Nordeste, o aumento de evangélicos foi menor, saindo de 10,3% para 16,4%, se comparados os censos de 2000 e de 2010, respectivamente.
Redução do número de católicos
Por outro lado a parcela da população católica teve queda de 93,1% para 64,6%, em 50 anos. Segundo o IBGE, o número de católicos foi de 123,3 milhões no censo realizado em 2010. No levantamento feito em 2000, eles eram 124,9 milhões, ou 73,6% dos brasileiros, a queda registrada foi de 1,3%.
A queda do percentual de católicos é histórica, de acordo com o instituto. Até 1970, em quase 100 anos, a queda foi de 7,9 pontos percentuais: o número de católicos em 1872 (ano do primeiro Censo) representava 99,7% da população e passou a 91,8% em 1970.
O Nordeste ainda mantém o maior percentual de católicos, com 72,2% em 2010. Apesar de ser a região do país de maior concentração do grupo religioso, a população nordestina católica sofreu queda. Em 2000, o percentual era de 79,9%. No entanto, mesmo com a queda nos números, o nordeste é o estado mais católico do Brasil.
O Piauí têm cerca de 85% da população adepta do catolicismo. No Sul, o percentual de católicos reduziu, saiu de 77,4% para 70,1% nos censos de 2000 e de 2010, respectivamente. A maior redução foi registrada no Norte, passando de 71,3% da população em 2000 para 60,6% em 2010. No estado do Rio de Janeiro, o percentual de católicos é 45,8% da população em 2010, o menor do país.
Ainda de acordo com a pesquisa 15 milhões de pessoas se declararam sem religião no Censo de 2010, o que representa 8% dos brasileiros. Em 2000 eram 12,5 milhões, o equivalente a 7,3% da população.
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Fonte: G1 e Folha
Veja os infográficos:
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
A descência que sempre foi pregada e que agora virou “moda”
Moda Evangélica 'alegra' empresários
Em meio ao competitivo mercado da moda, a confecção de Fabrício Guimarães Pais tem visto sua produção crescer cerca de 20% a cada ano. O segredo do empresário foi encontrar o público certo.
“Depois que mudamos para moda evangélica, nosso faturamento aumentou de forma considerável”, diz Pais, diretor da Kauly Moda Evangélica, instalada no Brás, tradicional centro de compras da capital paulista, e que hoje fabrica 30 mil peças por mês e lança de 100 a 200 modelos diferentes em cada coleção.
Assim como Pais, empresários do ramo de confecção têm investido cada vez mais na moda evangélica, atendendo à mulher que antes tinha de procurar em lojas não especializadas roupas que correspondessem ao estilo exigido pela maioria das igrejas: mais comportado, porém, não menos sofisticado.
"A gente conseguiu achar esse mercado, que é um mercado inovador, que muita gente procurava essa moda, mas que quase ninguém fabricava. Um pouco, acho, por medo. (...) Todo mundo tem um pouco de medo de fazer um foco só, direcionado, e a roupa não vender. No nosso caso, poderia ter dado tudo errado”, conta Pais.
Nas mãos dessas confecções brasileiras, o que poderia ser encarado como limitação se transforma em estímulo para criar peças cada vez mais modernas, sem deixar de obedecer às regras de vestimenta dos evangélicos, que, embora tenham algumas variações, dependendo da igreja, vetam calças, decotes e transparências. De acordo com os dados mais recentes do IBGE, com base no Censo de 2000, a população de evangélicos do país era de 26,18 milhões.
Outros empresários viram na necessidade da própria família uma oportunidade de negócio. Sabendo que a principal queixa das mulheres era encontrar roupas adequadas às exigências, mas com estilo, Laerte de Oliveira Tolentino entrou no ramo de moda evangélica e viu sua equipe crescer de 20 para 250 funcionários diretos e indiretos em dez anos. Dono das grifes de moda evangélica Applausos e Via Toletino, de Maringá, no interior do Paraná, o empresário agora tem planos de expandir seus negócios, melhorando seus pontos de venda, que hoje estão mais concentrados nas regiões Sul e Sudeste, e na qualidade dos produtos.
"A necessidade de segmentação vem se intensificando nos últimos anos. As mulheres evangélicas tinham muita dificuldade para conseguir roupas no estilo que precisavam e desejavam, porque a mulher evangélica também quer ficar bonita, na moda, quer frequentar os cultos bem vestidas. Ser vaidosa não é negativo”, diz Selma Felerico, coordenadora da pós-graduação na área de Comunicação da ESPM, especializada em estudos sobre o público feminino.
A cantora Damares é um exemplo de evangélica que gosta de se vestir bem e estar na moda. "Meu estilo é clássico, mas diferente, com um toque pessoal. No meu caso, compro as roupas prontas ou mando fazer, dependendo da ocasião. Já até recebi umas propostas para lançar uma marca de roupas evangélicas e sapatos", conta.
Diante da dificuldade de encontrar roupas em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, a auxiliar de SAC Leila Silva Fonseca, 28 anos, se desloca para São Paulo atrás de roupas que atendam a seu gosto. “Por ser pastora de uma igreja evangélica, tenho que estar sempre bem vestida e elegante, e as lojas que existem hoje em dia não estão adequadas a este perfil. Por isso, quando vou comprar, vou até São Paulo para comprar roupas de grife. Já comprei roupas de outros tipos de marca, mas há aproximadamente um ano, só compro roupas e sapatos de marca [evangélica]”. Para Leila, a vantagem dessas roupas está na confecção e no acabamento, “deixando a roupa mais confortável e elegante".
Pensando nisso, Ivone Pizani Gonçalves abriu uma das primeiras confecções especializadas em moda evangélica, a Raje, que também fica na região do Brás. Evangélica, Ivone sempre trabalhou no ramo, costurando ou revendendo roupas, até decidir se especializar em moda feita especialmente para esse público.
“Hoje a gente tem equipe trabalhando, mas naquela época [perto dos anos 2000], era só eu que fazia tudo: criava, desenvolvia. Eu e meu filho. Nós começamos cortando uma quantidade bem pequena, sempre com um pouco de medo, mas depois ficamos muito surpresos. Foi espantosa a procura”, relata Ivone, que, no início, contava apenas com seus dois filhos e hoje, entre as equipes de venda, de criação, de corte e acabamento final emprega 30 pessoas diretamente.
Na Raje Jeans, o carro chefe são as saias, que custam de R$ 39 a R$ 45 e recebem no tecido aplicações de muitos detalhes.
“A moda evangélica não proíbe nada de acabamento que não seja escandaloso. Hoje, as moças evangélicas querem sempre estar dentro da moda. Podem estar discretas, mas com a cor da moda, por exemplo. Qualquer tipo de roupa que esteja sendo usada, que é lançado por estilista famoso, que está na mídia, pode ser usada, sem problema nenhum. Tudo é permitido desde que [ela] não esteja usando uma roupa muito curta, uma calça comprida, uma roupa sem manga e decotada”.
Na busca por estampas e cores que estarão nas lojas nas próximas estações, as equipes de estilistas das confecções viajam a feiras de moda em outros países e participam de todas as semanas de moda realizadas no Brasil.
“A gente faz uma pesquisa ampla de estamparia, de tecido para adaptar à moda evangélica. Buscamos inspiração em Fashion Week, em feiras do setor. Eu ando muito, então, vou vendo o que está acontecendo no dia a dia, nos filmes, nas músicas, até nos jornais”, disse o estilista Jonhson Cavalcanti, que traz o design de moda festa em suas experiências anteriores.
Hoje, os três principais canais de venda das confecções evangélicas são lojas físicas, revenda e internet, cuja procura tem sido cada vez maior. “Pela internet, economizo tempo e adquiro peças que geralmente não encontro por aqui. Nem sempre os tamanhos dão certo, mas, no meu caso, sempre encontro alguém em que caiba e nunca devolvi nenhuma peça”, disse a policial civil Maria de Fátima Costa da Silva, 51 anos, de Natal (RN).
Isabel dos Santos Ramos, 35 anos, veio pela segunda vez a São Paulo para comprar roupas evangélicas e revendê-las no interior do Acre. “Compensou muito na primeira vez. Fiz um teste e agora voltei cheia de encomendas”, disse a revendedora, acompanhada da amiga Maria Aparecida Gusmão da Silva, 55 anos, que mora na capital paulista e a levou para “os melhores lugares”. “Me sinto muito mais à vontade”, diz.
Thais Cristina Barbosa, 26 anos, é de Osasco, região metropolitana de São Paulo, trabalha com moda evangélica há quatro anos e meio e revende roupas de oito marcas. No início, trabalhava sozinha. Porém, teve de pedir ajuda para o marido e para a irmã. No primeiro mês em que começou a vender, tinha cinco clientes e, um ano depois, esse número já tinha subido para 180.
Do total de clientes que Thais atende hoje – ela não revelou o número – 10% não são evangélicas. E é esse filão que muitas empresas também querem atingir. “São mulheres que trabalham em banco, escritório, por exemplo, e que querem roupas bonitas, mas mais discretas, na altura do joelho.” “É muito difícil achar coisas que sejam discretas, mas de bom gosto. Eu mesmo passei por isso no início. Agora não, uso as roupas que gosto e faço até marketing”, conta.
Como as roupas costumam cobrir ombros e pernas, muitas mulheres que usam tamanhos grandes e que, independentemente de serem evangélicas ou não, não gostam de mostrar os braços, por exemplo, têm recorrido aos modelos desse tipo de moda. “Às vezes, as clientes entram aqui, se apaixonam por um vestido e só quando vão pagar é que veem que a loja é de moda evangélica”, afirmou Fabrício Pais.
Tamanho aumento da quantidade de confecções que estão sendo abertas – ainda não há dados oficiais -, muitas empresas chegam a se queixar e até começam a reduzir a produção neste início de ano. É o caso da Clara Rosa Moda Evangélica, de Cianorte, no interior do Paraná. “A procura é grande no setor, mas nós não crescemos de 2010 para 2011. Mantivemos o faturamento, porque houve um reajuste de preços, mas não crescemos”, afirma o diretor Aparecido Martins de Lima.
Riscos
Antes de abrir um negócios, por mais interessante que possa parecer, é preciso antes de tudo estudar o público alvo e desenvolver um plano de negócios, principalmente em moda, de acordo com Ivan Bismara, coordenador do curso de Moda da Fundação Armando Alvares Penteado (Faap).
“Segmentação é, sem dúvida, uma tendência, como vem sendo desde os anos 1980, na época em que surgiram as surf shops. O risco que se corre é quanto à administração dos negócios, saber onde você está investindo. Onde eu me comunico com meu público? Nesse caso das lojas de surf, a maioria quebrou por não ter sido bem administrada.”
Para os próximos anos, a coordenadora da pós em Comunicação da ESPM afirma que o universo infantil deverá ganhar mais atenção da moda evangélica. “Era uma coisa muito necessária [a moda evangélica]. Cresceu e vai continuar crescendo”, diz Selma.
Fonte: G1 | Divulgação: Midia Gospel
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