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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

David Livingstone

David Livingstone (Blantyre, Escócia, 19 de março de 1813 — Zâmbia, 1 de maio de 1873) foi um missionário escocês e explorador europeu da África, cujo desbravamento do interior do continente contribuiu para a colonização da África.

Biografia

David Livingstone nasceu em Blantyre, a sul de Glasgow, em 19 de Março de 1813. Aos 10 anos começou a trabalhar na fábrica local de algodão, com aulas na escola à noite. Em 1834, perante os apelos da Igreja Presbiteriana, que queria mandar missionários para a China, decidiu preparar-se para assumir essa função. Em 1836, ele começou a estudar grego, medicina e teologia em Glasgow, na Escócia e decidiu tornar-se um missionário médico. Em 1841, ele foi colocado à beira do deserto do Kalahari, em África Austral. Em 1845, ele se casou com Mary Moffat, filha de um colega missionário.

Livingstone sentiu-se fascinado pela missão de chegar a novos povos no interior da África e apresentá-los ao cristianismo, bem como libertá-los de escravidão. Foi isso que inspirou suas explorações. Em 1849 e 1851, ele viajou por todo o Kalahari, na segunda visita ao rio Zambeze. Em 1842, ele começou uma expedição de quatro anos para encontrar uma rota a partir do Alto Zambeze à costa. Esta enorme expedição contribuiu para o preenchimento das lacunas do conhecimento ocidental sobre a África central e do sul. Em 1855, Livingstone descobriu uma espetacular cachoeira, a que ele chamou 'Victoria Falls ". Ele ainda chegou à foz do Zambeze sobre o Oceano Índico, em Maio 1856, tornando-se o primeiro europeu a atravessar a largura da África meridional.

David Livingstone não foi o primeiro, mas com certeza o maior explorador da África. Quando embarcou pela primeira vez para o continente negro, em 1841, pretendia atuar principalmente como missionário. Constatou logo que as missões em território pouco povoado não seriam promissoras, se não viajasse muito e visitasse os "selvagens" – como os negros eram chamados pelos colonizadores. Ao todo, ele percorreu 48 mil quilômetros em terras africanas. Numa aventura de mais de 15 anos, atravessou duas vezes o deserto de Kalahari, navegou o rio Zambeze de Angola até Moçambique, procurou as fontes do Nilo, descobriu as cataratas Vitória e foi o primeiro europeu a atravessar o lago Tanganica. Cruzou Uganda, a Tanzânia e o Quênia. Andava a pé, em carros de boi e em canoas. Nas aldeias, tratava dos doentes, conquistando assim a amizade dos nativos.

Combateu, desde o início, o tráfico de escravos que, embora proibido no império britânico desde 1833, ainda era praticado pelos portugueses e árabes. O objetivo de Livingstone era levar o livre comércio, o cristianismo e a civilização para o interior do continente africano.

Descobertas

Durante sua atividade missionária, ele ouvira falar de regiões frutíferas além do deserto de Kalahari. Em 1849, partiu com a família e um amigo em direção ao norte. Enfrentou o calor inclemente e a escassez de água do deserto, até descobrir o lago Ngami – seu primeiro êxito de descobridor. De 1852 a 1856, viajou pelo rio Zambeze, cruzando quase todo continente africano, de leste a oeste.

De volta à Inglaterra, Livingstone publicou, em 1857, o livro "Viagens missionárias e pesquisas na África do Sul", que virou bestseller. Famoso, passou a trabalhar para o governo britânico. A serviço da Royal Geographical Society partiu em 1865 à procura da nascente do Nilo. Foi atacado impiedosamente pela malária, sua "companheira" de viagens. Além disso, ele se encontrava numa região completamente desconhecida e hostil. Muitas tribos o viam como traficante de escravos. Sua esposa morreu de malária em 1862, um amargo golpe e em 1864 ele foi convocado pelo governo a retornar trazendo os resultados de suas viagens.

Em sua penúltima expedição, partiu de Zanzibar, na costa oriental da África, e queria chegar ao lago Nyasa. Abandonado pelos guias africanos, que fugiram com a comida e os remédios, e enfraquecido pela malária, o explorador chegou à aldeia de Ujiji, na margem tanzaniana do lago Tanganica. Na Europa, a estas alturas, ele já era dado como desaparecido. Supunha-se que estivesse mortalmente enfermo nas selvas africanas ou tivesse sido assassinado. Só nos Estados Unidos ainda se acreditava encontrá-lo vivo. Esta expedição durou de 1866 até a morte de Livingstone em 1873.

A procura

Em março de 1871, o editor James Gordon Bennett encarregou o jornalista Henry Morton Stanley, correspondente em Madri do jornal New York Herald, a procurar Livingstone, de quem não se tinha nenhuma notícia há vários meses, e contar sua história. Com o auxílio de 200 carregadores, o repórter finalmente encontrou o explorador, aos 58 anos de idade e esqueleticamente magro, em Ujiji (na fronteira entre o Zaire e a Tanzânia), onde hoje se situa o Parque Gomba, um santuário de 52 quilômetros quadrados para chimpanzés. Este encontro se deu em outubro de 1871, no Lago Tanganyika onde Stanley proferiu a famosa frase: "Dr. Livingstone, eu presumo"

Depois de recuperar suas forças com os alimentos e remédios levados pelo jornalista, Livingstone acompanhou Stanley em viagens ao extremo norte do lago Tanganica. Quando se preparava para retornar aos EUA, Stanley insistiu para que o explorador voltasse à Inglaterra, porém o fanático pesquisador resistiu. Passou seus últimos dias de vida errante na região do lago Bangweolo.

O desfecho

Por muitos anos sua saúde demonstrava fragilidade vindo a falecer no dia 1 de Maio de 1873. Os nativos encontraram David Livingstone morto em Ilala, ajoelhado ao lado da cama. Morreu orando. Souzi e Chouma, seus auxiliares de confiança, enterraram seu coração debaixo de uma árvore. Depois lavaram o corpo com sal e aguardente e o puseram para secar ao sol. Envolto numa manta de lã e dentro de uma caixa de casca de árvore, foi levado a Zanzibar. Ele fora o primeiro a descrever a geografia, a estrutura social, os animais e as plantas do continente africano. Contudo, seu trabalho como missionário teve menor êxito do que o de descobridor. Hoje, os ossos do explorador se encontram na Abadia de Westminster, em Londres.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/David_Livingstone

Frases Atribuídas

“Esta geração só pode alcançar esta geração para Cristo.”

“A missão da Igreja é missões.”

“A qualquer lugar, contanto que seja para frente, em Cristo.”

“Senhor, envia-me a qualquer lugar, mas vá comigo! Põe em mim qualquer peso, mas sustenta-me; desfaz todos os laços, menos os laços que me prendem a ti! Eu ainda prefiro a pobreza e o serviço de missões à riqueza e felicidades. Esta é a minha decisão!”

“Deus tinha um único Filho e fez dele um Missionário.”

“E impossível orar ‘Venha o Teu Reino’ sem nunca dizer ‘Envia-me a mim?’”

Evangelismo: Prioridade ou Opção?

PORQUE EVANGELIZAR? - DEZ RAZÕES

1) Porque os mortos não podem (Lc 16.19-31; Hb 9.27)
Os anjos também não podem (1 Pe 1.12).

2) Para isso que Jesus veio ao mundo.
Ele nos deu o exemplo. “Ele veio buscar e salvar o que se havia perdido” Lc 19.10b.
Todo o seu ministério foi dedicado à conquista das almas (Jo 4.34).
Por esta razão Ele as ensinava e curava (Mt 9.35).
Expulsava demônios (Lc 4.35 e 36).

3)É um mandamento para o crente.
Ele nos ordenou a pregar o evangelho a toda criatura (Mc 16.15).
A todas as nações (Mt 28.19).
A todo o mundo (Mc 16.15).
Em todas as aldeias (Mt 9.35).
E em todo lugar (At 17.30).

4)Todos os crentes sem exceção receberam esta incumbência do Senhor (1 Pe 2.9; Mt 10.8).

5)É uma obrigação de todos os salvos (1Co 9.16; Ez 33.8).

6)É um dever de todo cristão ( 2Tm 4.1 a 3; Mt 14.16)
Diante de um mundo tão necessitado da salvação, o Mestre nos diz: Dai-lhes vós de comer (Mt 21.28).

7)É um privilégio de cada salvo
Um dos maiores privilégios do crente é poder cooperar com Deus (Mc 16.20).

8)É uma grande responsabilidade confiada ao crente (Ez 33.8).

9)É a prova de que o crente tem a mesma natureza de Deus
O crente é descrito na bíblia como tendo a natureza divina (1 Pe 1.4).
Como tendo o mesmo sentimento de Cristo (Fp 2.5).
A mente de Cristo (2 Co 2.16).
A vida de Cristo (Cl 3.3).

10)É a condição para o crescimento da igreja (Rm 10.14; At 8.27 a 33; Jo 5.1 -15; At 10.42 a 48).


Deus abençoe!
Pr. Cassio Castelo

FRASES


Que eu não perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos dolorosa.

Que meu otimismo seja constante, mesmo sabendo que o futuro que nos espera não é assim tão alegre.


Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

GRANDEZA DE DEUS

"Tudo o que podemos ver é pouco e incomparavel perante a grandeza de nosso Deus"

No Princípio criou Deus os Céus e a Terra (Gn.1.1) Em linguagem teológica Deus é o Único Ser Eterno, causou todas as coisas e não foi causado por nada. De Eternidade a Eternidade Ele é Deus diz o santo livro.
Somente Ele o Eterno é que Existia, nada além Dele existia e nada além Dele poderia dar vida e dignidade, beleza e simetria.
Nada poderíamos saber de sua majestade, soberania e graça, porem Deus não se escondeu no véu impermeável da eternidade e nem se escondeu na masmorra intocável de sua glória e santidade.
O silencio inviolável do Deus Trino é quebrado na regência inquestionável de sua voz que brada retumbante até os dias de hoje ecoando a bela canção divinal: “E Disse Deus”
A candura de Deus e a sua voz soberana cria, decora e enfeita o universo. Em Genesis o universo pelo Ato soberano de Deus veio a existir e este existir tem rima, ritmo e dinamismo, contudo tem beleza, coroação, respeito , brilho e mistério.
No Primeiro livro da Bíblia, Deus o Eterno se revela, se mostra se aproxima e com isto outra existência ocorre no percurso santo da criação.
Deus se deixa conhecer e o conhecimento do seu Ser é o víeis de tudo que é sagrado, belo e fulgor.
É no Conhecimento de Deus que eu entendo a minha existência, propósito e destino.
É no Conhecimento de Deus e de sua revelação que eu respondo a poética, filosófica e teológica pergunta: De onde eu vim, o que estou fazendo aqui e para onde eu irei!
Neste ato simétrico a afirmação militar do Imperador César “ Vi, Vim e Venci” pode ser parafraseada por “Fui Criado, Fui Amado e Fui Chamado”.
Fora de Deus não existe e nem existirá conhecimento do seu Ser e nem conhecimento seguro de suas obras.
Sem o Ato Soberano de Deus não existiria o Universo com sua beleza e complexidade.
Sem a Auto Revelação de Deus, não existiria o conhecimento prático de sua pessoa e com isto não existiria a Bíblia e nem a teologia ciência esta que estuda Deus e tudo que está relacionado a Ele.
Na verdade sem o ato criativo de Deus nada existiria, pois o nada não produz absolutamente nada.
Com isto não existiria o homem este ser pensante e inquietante. O homem pela vontade divina também cria não a criação oriunda de Deus, pois ele não é Deus é criatura mais a criação que Deus estabeleceu que ele criasse.
O ser-humano não é um agente passivo na criação de Deus mais ele é um agente ativo no mundo de Deus e suas atitudes serão avaliadas e julgadas por Deus.
Se o homem não fosse criado por Deus não haveria criação humana, invenção antropológica, conquistas, mundo das idéias, pensamentos, argumentos, projetos, sentimentos, sonhos, realizações, afetos, sociedade ,família e religião,pois o homem não é fruto colhido do pomar da mutação e do acaso, pelo contrário ele faz parte da teia sagrada do contexto bíblico.
O homem é a coroa da criação de Deus mais ele não é o centro do universo, pois a centralidade do universo é Deus o criador inquestionável.
Deus do nada criou tudo e não precisou de nada para criar o que hoje existe. O criador também é o sustentador de tudo e do seu trono Ele governa com maestria e soberania o mundo e se deleita na sua criação.
Em sua bondade Deus preparou uma casa para os homens habitarem.
Em linguagem poética poderíamos dizer que o eterno fez uma tenda para nós morarmos.
Em linguagem teológica ai esta a graça comum de Deus, suprindo as necessidades humanas.
Deus nos dá pão, alimento,salvação, proteção, alegria, suprimento oriundos da sua majestosa criação.
O mundo foi criado fora de Deus e com isto Deus é transcendente e divinamente imanente ou seja esta “fora” mais também esta “dentro” e isso não é panteísmo barato que reduz a divindade dizendo que “tudo” é Deus assassinando no ninho a bela doutrina da criação. Pelo contrário Deus é um Ser auto Existente e fato é que nada existe fora Dele.
Deus é Independente, pois, Ele não depende do universo criado.
Ele é Deus eterno e se completa em si mesmo. Deus é Auto Suficiente e criou o mundo não por que estava entediado ou em solidão como os mortais mais Ele criou o universo com um propósito claro e santo.
Deus o Deus Auto Suficiente criou tudo para o louvor da sua glória.
Nós mortais é que dependemos dele em tudo, mais ele nada depende de nós ou da sua criação.
Ele é livre, soberano, gracioso, criador, onisciente, onipotente, onipresente, majestoso o Grande Eu Sou.
As palavras de Gênesis devem sempre fazer parte da nossa existência: “No Princípio Criou Deus os Céus e a Terra”.

Pastor Carlos Augusto Lopes

( Eu li a achei um tanto profundo, resolvi compartilhar com os amados leitores e ainda parabenizando o Pr Carlos Augusto Lopes por esta dádiva.)


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

domingo, 26 de dezembro de 2010

CONHECENDO E ENTENDENDO A BÍBLIA


Vinho com mirra ou vinagre com fél?

Muitas pessoas, a fim de por em dúvida a autoridade , autenticidade e inspiração das Escrituras Sagradas, afirmam que ela está cheia de contradições.

E para reforçar sua tese, citam os textos dos Evangelista sinóticos Mateus e
Marcos sobre a bebida oferecida a Jesus na cruz do calvário.

Perguntam eles; Deram-lhe a beber vinagre com fél ou vinho com mirra?

Examinemos os textos:

"Deram-lhe a beber vinagre misturado com fél;" (Mt 27.34)

"E deram-lhe a beber vinho com mirra". (Mc 15.23)

Se considerar-mos que naquela época as palavras "fél e mirra" e "vinagre e vinho" eram empregadas como sinónimos a tão falada contradição se desfará.
A mirra dava ao vinho azedo um sabor melhor e, tal como o fél produzia um efeito narcótico e estupefante.
O vinagre, por sua vez, era um vinho azedo, frequentemente misturado com agua, sendo comummente a bebida usada pelos soldados.
Portanto, não há nenhuma contradição entre Mateus e Marcos, uma vez que, como é mencionado "fel e mirra" e "vinho e vinagre" eram apenas palavras diferentes para indicarem uma mesma coisa.


Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

* A História do Lápis *

A História do Lápis


O menino olhava a avó escrevendo uma carta.

A certa altura, perguntou:


- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?


E por acaso, é uma história sobre mim?


A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:


- Estou escrevendo sobre você, é verdade.


Entretanto, mais importante do que as palavras,


é o lápis que estou usando.


Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.


O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.


- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!


- Tudo depende do modo como você olha as coisas.


Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las,


será sempre uma pessoa em paz com o mundo.



"Primeira qualidade:


Você pode fazer grandes coisas,


mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos.


Esta mão nós chamamos de Deus,


e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".



"Segunda qualidade:


De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo,


e usar o apontador.


Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final,


ele está mais afiado.


Portanto, saiba suportar algumas dores,


porque elas o farão ser uma pessoa melhor."



"Terceira qualidade:


O lápis sempre permite que usemos uma borracha


para apagar aquilo que estava errado.


Entenda que corrigir uma coisa que fizemos


não é necessariamente algo mau, mas algo importante


para nos manter no caminho da justiça".



"Quarta qualidade:


O que realmente importa no lápis não é a madeira


ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro.


Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."



"Finalmente, a quinta qualidade do lápis:


ele sempre deixa uma marca.


Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida,


irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".



Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)



sábado, 25 de dezembro de 2010

NATAL VERDADEIRO


O QUE OFERECER A JESUS?


(Eu tenho o que oferecer e agradecer a Jesus, uma família maravilhosa que Ele me concedeu, obrigado Jesus! ... Pb Donizeti)


"Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?"

Sl 116.12

Muitas vezes o relacionamento das pessoas com Deus, consiste em apenas receber e pouco em oferecer! Mas será que Deus espera receber algo de seus filhos?

Quando os magos encontraram Jesus na manjedoura, tiveram atitudes que demonstravam o reconhecimento, de que, aquele menino era o Emanuel, o Deus conosco! Eles prostraram-se, adoraram, abriram os seus tesouros e ofertaram-lhe dádivas.

O verdadeiro adorador oferecerá o melhor para Jesus e de maneira voluntária! Devemos buscar e adorar a Jesus, não em função daquilo que Ele faz, mas daquilo que Ele é! Quando o nosso coração for de Jesus, tudo o mais também será! Quando o nosso coração for Dele, nós nos doaremos e ofereceremos o que for preciso para trazer glória ao Seu nome!

Vivemos um momento triste na história da igreja, pois Jesus tem sido usado como moeda de troca; tem sido feito à comercialização da fé! As pessoas buscam e querem suas mãos, ou seja, querem as suas bênçãos, entretanto não querem a Sua face, não querem compromisso, sua santidade e seu caráter!

Que neste natal possamos fazer um exame introspectivo e nos perguntar: O que Jesus representa para mim? O que Ele deseja de mim?

Ele quer o nosso amor, como resposta ao seu amor por nós!

"Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro." (I João 4.19);

Quer a nossa dedicação e adoração desinteressada

- "E eis que uma mulher da cidade, uma pecadora, sabendo que ele estava à mesa em casa do fariseu, levou um vaso de alabastro com ungüento; E, estando por detrás, aos seus pés, chorando, começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento". Lc 7.37,38;

E Ele também nos quer na intimidade de sua presença, seja no monte da transfiguração, no jardim do Getsêmani ou na cruz!

Jesus nasceu! Ele veio para nos reconduzir à presença de Deus e ao propósito original, de que devemos viver para glorificar o nosso Criador em amor, dedicação e intimidade!

F e l i z N a t a l !



Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)


DIAS DE FELICIDADES

Desejo a todos os seguidores e leitores deste Blog e a você que por acaso ou coincidência tenha passado por aqui nesta oportunidade, que o dia de hoje seja de plena alegria.
E que os demais dias de sua vida, se igualem a este em alegria, realizações, paz e sempre debaixo do querer e das graças de nosso grande Deus.


Antonio Donizeti Pereira
Presbítero da Assembléia de Deus
Ministério de Madureira- Campo de Vila Alpina - São Paulo
Congregação em Olímpia Estado de São Paulo.


Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)

QUANDO CALAR


Calar sobre sua própria pessoa é humildade.

Calar sobre os defeitos dos outros é caridade.

Calar quando a gente está sofrendo é heroísmo.

Calar diante do sofrimento alheio é covardia.

Calar diante da injustiça é fraqueza.

Calar quando o outro está falando é delicadeza.

Calar quando o outro espera uma palavra é omissão.

Calar e não falar palavras inúteis é penitência.

Calar quando não há necessidade de falar é prudência.

Calar quando Deus nos fala no coração é silêncio.

Calar quando Deus manda falar é desobedecer.


Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)



sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

ROUBANDO A DEUS


Por que me roubais?

Alguns crentes murmuram dizendo que não são abençoados em suas finanças, como promete a bíblia, estando Deus lhes provando com períodos de sofrimento e miséria. Para estes, uma das respostas pode ser esta: “Roubará o homem a Deus? Todavia, vós me roubais e dizeis: Em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Com maldição sois amaldiçoados, porque a mim me roubais” (Mal. 3: 8,9a.)

Se as bênçãos não vêm quando e como se deseja, isso pode ser provação, mas não castigo. É possível, ainda, que você não esteja deixando o Senhor agir (abençoar) em sua vida, o que é diferente. Se tiveres fé e devolver o dízimo, além de ofertar com alegria, as bênçãos de Deus cairão do céu, pois não há meio termo nessa promessa (Deus não é homem para que minta): “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa; e provai-me nisto, diz o Senhor dos Exércitos, seu eu não vos abrir as janelas do céu e não derramar sobre vós bênçãos sem medida” (Mal. 3:10)


Pb Donizeti ( Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)