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Sl 9.17
Thomas Hobbes, filósofo inglês e famoso por seu livro de 1651, “Leviatã”, no qual discorre sobre a teoria do contrato social.
Tido como um dos fundadores da filosofia política moderna.
É dele a frase-título do devocional.
Essa ideia filosófica profunda alinha-se à teoria sobre a natureza humana, a sociedade e a necessidade de “um poder soberano”.
Em essência, a frase é um alerta severo: nossa desgraça não é um acidente, mas o resultado direto de ignorarmos uma verdade crucial que estava disponível o tempo todo.
Fazendo um resumo: A tragédia não está em não saber a verdade, mas em descobri-la quando já não há mais remédio ou salvação.
Na Filosofia, essa verdade é um campo vasto para decisões.
Mas, teologicamente, é uma realidade fria, precisa e sem versatilidade.
Muitos reconhecerão que chegaram ao inferno e à condenação somente quando nenhum recurso mais couber.
Ao longo de suas vidas foram senhores de seus desejos.
Entretanto, pela eternidade serão escravos dos resultados deles.
Não é nem a Lei da Semeadura, mas a ignorância do pecado, como se ao homem coubesse algum tipo de imunidade ou antídoto natural.
Diante dessa inevitabilidade espiritual, o que fazer então?
Primeiro, ouvir Jesus.
Ele é quem mais fala sobre a realidade do juízo eterno.
Segundo, entender que todo o homem já está condenado pelo pecado original (Jo 3.18).
E, terceiro, que só há um único caminho, verdade e vida — Jesus.
Não deixe o tempo se esvair pelos dedos como água.
A vida passa mais rápido do que percebemos.
Logo, pode ser tarde…
Hoje é o tempo de ouvir Jesus.
Bom dia

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