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terça-feira, 5 de outubro de 2021

De quem você dá testemunho?

"A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome."
At 10.43

Algo unânime nas Escrituras é justamente o testemunho a respeito de Jesus.

Seja sem conhece-lo pessoalmente como os profetas que deram testemunhos de suas qualidades vindouras.

Seja os discípulos e depois apóstolos a darem as suas vidas por esse testemunho e agora todos os santos da Igreja do primeiro século até o último, todos dão testemunho de Jesus.

O principal testemunho do cristão é o de Cristo, daquele que o salvou de seus pecados, que o redimiu de suas condenações, que aplacou a ira livrando-nos do pecado e que nos dá entrada ao céu na presença de Deus.

É Dele de quem primeiro testemunhamos.

Quando veem a mudança em nós reconhecem que é Ele quem a fez e sustenta.

Nosso testemunho já é sobre Ele, por isso temos de tomar cuidado.

Quando olham para nós cristãos veem o Cristo que salva.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Atitudes de Daniel

"Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará."
Dn 6.16

As atitudes de Daniel ante os ardis de seus perseguidores:

1. Não discutiu e nem questionou com o rei o seu edito, aceitando a pena por ser fiel a Deus. (Estevão é um exemplo do NT de semelhante situação, At 7.56-60).

2. Não interrompeu suas orações contínuas a Deus. (1 Ts 5.17 - "Orai sem cessar.")

3. Daniel confiou a Deus sua vida. (Sl 37.5 - "Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará.")

O nosso testemunho pode mudar o pensamentos dos outros a respeito de Deus! O imperador cria no poder do Deus de Daniel. Ele tinha certeza que Deus não desampararia o seu servo fiel.

Isso não o livrou da cova, mas fez com que ao entrar nela o destino de todo um reino fosse mudado.

Será que estamos mudando o mundo com nosso testemunho?

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Estratégias de Conquista - O Cerco

Cerco ou sítio é um método de estratégia militar onde unidades militares cercam o inimigo ou uma edificação, como as praças-fortes, onde estes se abrigam com o intuito de não permitir uma evasão ou impedir o recebimento de provisões. O termo deriva do latim sedere, "sentar". Geralmente nesta estratégia, é comum o uso de armas de assédio para a destruição de edificações.

As armas de cerco ou armas de assédio são máquinas construídas a fim de destruir muralhas e fortificações durante um cerco.

O cerco era uma das táticas militares mais comuns da Idade Média. Em vez de travar uma sangrenta batalha campal, o exército que pretendia conquistar determinado castelo ou fortificação se posicionava em volta dessa construção, evitando que os inimigos saíssem do local.

"Algumas técnicas básicas de um cerco, estabelecidas na Antiguidade, são empregadas até hoje. Eram atividades que consumiam tempo e recursos", diz o historiador australiano Stephen Wyley, um especialista em guerra medieval. Após estabelecer o cerco, o exército atacante tinha duas opções: manter a fortaleza bloqueada e esperar pacientemente uma rendição ou então organizar ataques para invadi-la. A primeira alternativa envolvia uma complicada logística para abastecer as tropas, além de grandes recursos para pagar os soldados responsáveis pelo cerco, que podia durar vários meses. Além disso, aliados do exército sitiado podiam aparecer para tentar resgatar seus companheiros.

Já a opção de invadir a fortaleza exigia o uso de máquinas de guerra, que podiam ser construídas no local ou já levadas desmontadas pelo exército atacante. Para quem se defendia, era preciso, antes de tudo, prevenir-se, investindo na arquitetura militar ao construir as fortificações. Muitos castelos eram erguidos em locais de difícil acesso, à beira de abismos ou no alto de colinas. Fossos em volta da construção e enchidos com água também ajudavam no isolamento, embora os inimigos pudessem usar terra ou galhos de árvores para tapá-los. Outra tática comum dos exércitos que lançavam o ataque era estimular traições ou rebeliões entre os sitiados, estratégias que ajudavam a vencer a batalha quase sem baixas.

O Cerco contra o Cristão

Em nossa vida temos que resistir a muitos cercos, armas de assédio, investidas contra a nossa vida e salvação.

Ninguém nunca irá atacar pelo lado mais forte, e o cerco era a oportunidade para que o inimigo durante o sítio vislumbrasse todos os pontos fracos existente nas defesas do oponente. O inimigo tem mais facilidade para ver as nossas fraquezas do que nós próprios!

O inimigo sabe que em campo aberto ele é facilmente derrotado por ser visto a distância.

Se Deus não for o nosso refúgio e fortaleza (Sl 46) seremos facilmente derrotados, só Ele é a torre forte na nossa salvação.

Se você tiver problemas com bebidas, vigie (!), pois é nisso que o inimigo irá nos atacar. E isso vale para tudo: pornografia, fumo, prostituição, idolatria, etc. Ele conhece os nosso pontos fracos, tem "boas armas" e sabe usa-las.

Se o Senhor não guardar a casa, em vão vigia o sentinela (Sl 127), coloquemos o Senhor como nosso Guarda Fiel, refúgio e fortaleza.

Sozinhos, seremos facilmente derrotados, não duvidemos disso! Entreguemos nas mãos do Senhor a defesa da nossa vida.

Fonte:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cerco
http://mundoestranho.abril.com.br/materia/como-era-um-cerco-medieval
http://tempomedieval.blogspot.com.br/2009/05/armas-de-cerco.html

domingo, 14 de dezembro de 2014

Responsabilidade como Membro da Igreja 1/2

1. Para com o Mundo
  • Pregar a palavra (Contar em testemunho o que Jesus fez por vocês).
  • Dar bom testemunho mediante uma boa conduta (Responder com nossa vida o que pregamos).
  • Obedecer e orar por suas necessidades.
  • Pagar as dívidas e ser honesto.
  • Amar os nosso inimigos.

2. Para com os irmãos da fé
  • Visitar os enfermos e os com problemas.
  • Orar uns pelos outros, consolar e ajudar.
  • Perdoar a quem nos ofendem.
  • Apartar-se de quem faz contendas, de quem murmura e critica.

domingo, 9 de novembro de 2014

O Exemplo de George Müller (Vale a pena ler e reforçar a sua fé)

George Müller
O gigante da fé, George Müller (1805-1898), nasceu na Alemanha, e converteu-se com idade de 20 anos numa missão morávia. Foi para a Inglaterra em 1829, onde trabalhou para o Senhor até o final de sua vida.

Em 1830, três semanas depois de seu casamento, Müller e sua esposa decidiram abrir mão de seu salário como pastor de uma pequena congregação, e depender exclusivamente de Deus para suas necessidades. Já desde o início, ele tomou a posição que manteria durante todo o seu ministério, de nunca revelar suas necessidades às pessoas, e de nunca pedir dinheiro de ninguém, somente de Deus. Ao mesmo tempo, decidiu que também nunca entraria em dívida por motivo algum, e que não faria reservas, nem guardaria dinheiro para o futuro.
Durante mais de sessenta anos de ministério, Müller iniciou 117 escolas que educaram mais de 120.000 jovens e órfãos; distribuiu 275.000 Bíblias completas em diferentes idiomas além de grande quantidade de porções menores; sustentou 189 missionários em outros países; e sua equipe de assistentes chegou a contar com 112 pessoas.
Seu maior trabalho foi dos orfanatos em Bristol, na Inglaterra. Começando com duas crianças, o trabalho foi crescendo com o passar dos anos, e chegou a incluir cinco prédios construídos por ele mesmo, com nada menos que 2000 órfãos sendo alimentados, vestidos, educados e treinados para o trabalho. Ao todo, pelo menos dez mil órfãos passaram pelos orfanatos durante sua vida. Só a manutenção destes órfãos custava 26 mil libras por ano. Nunca ficaram sem uma refeição, mas muitas vezes a resposta chegava na última hora. Às vezes sentavam para comer com pratos vazios, mas a resposta de Deus nunca falhava.

No decorrer da sua vida, Müller recebeu o equivalente a sete milhões e meio de dólares, como resposta de Deus. Além de nunca divulgar suas necessidades, ele tinha um critério muito rigoroso para receber ofertas. Por mais que estivesse precisando (pois em milhares de ocasiões não havia recursos para a próxima refeição), se o doador tivesse outras dívidas, se tivesse evidência de que havia alguma atitude errada, ou alguma condição imprópria, a oferta não era aceita.

E mesmo quando tinha certeza de que Deus estava dirigindo para ampliar o trabalho, começar uma outra casa, ou aceitar mais órfãos, ele nunca incorria em dívidas. Aquilo que Deus confirmava como sua vontade certamente receberia os recursos necessários, e por isto nunca emprestava nem contraía obrigações sem ter o necessário para pagar.

A seguir, um trecho da sua autobiografia, onde ele define sua posição com relação a dívidas:

"Minha esposa e eu nunca entramos em dívidas porque acreditávamos que era contrário às Escrituras (Rm 13.8). Por isto, nunca tivemos contas para o futuro com alfaiate, açougue, padaria ou mercado. Pagamos por tudo em dinheiro. Preferimos passar necessidade do que contrair dívidas. Desta forma, sempre sabemos quanto temos, e quanto podemos dar aos outros. Muitas provações vêm sobre os filhos de Deus por não agirem de acordo com Romanos 13.8.

Alguns podem perguntar: Por que você não compra o pão, ou os alimentos do mercado, para pagar depois? Que diferença faz se paga em dinheiro no ato, ou somente no fim do mês? Já que os orfanatos são obra do Senhor, você não pode confiar que ele supra o dinheiro para pagar as contas da padaria, do açougue, e do mercado? Afinal, todas estas coisas são necessárias para a continuidade da obra.

Minha resposta é a seguinte: Se esta obra é de Deus, certamente ele tanto quer como é capaz de suprir todo o necessário. Ele não vai necessariamente prover na hora que nós achamos que deve. Mas quando há necessidade, ele nunca falha. Podemos e devemos confiar no Senhor para suprir-nos com o que precisamos no momento, de forma que nunca tenhamos que entrar em dívida.

Eu poderia comprar um bom estoque de mantimentos no crediário, mas da próxima vez que estivéssemos em necessidade, eu usaria o crediário novamente, ao invés de buscar o Senhor. A fé, que somente se mantém e se fortalece através de exercitar, ficaria mais e mais fraca. No fim, provavelmente acabaria atolado em grandes dívidas, sem perspectiva de sair delas.

A fé se apóia na Palavra Escrita de Deus, mas não temos nenhuma promessa de que ele pagará nossas dívidas. A Palavra diz: "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" (Rm 13.8), e: "Quem nele crer não será de modo algum envergonhado" (1 Pe 2.6). Não temos nenhuma base bíblica para entrar em dívidas.

Nosso alvo é mostrar ao mundo e à igreja que mesmo nestes dias maus do tempo do fim, Deus está pronto para ajudar, consolar, e responder às orações daqueles que confiam nele. Não precisamos recorrer a outras pessoas, nem seguir os caminhos do mundo. Deus tanto é poderoso, como desejoso, de suprir todas nossas necessidades no seu serviço.

Consideramos um precioso privilégio continuar a esperar no Senhor somente, ao invés de comprar mantimentos no crediário, ou de emprestar de bondosos amigos. Enquanto Deus nos der graça, olharemos somente para ele, mesmo que de uma refeição para a próxima tivermos que depender do seu suprimento. Já faz dez anos que trabalhamos com estes órfãos, e ele nunca permitiu que passassem fome. Ele continuará a cuidar deles no futuro também.

Estou profundamente consciente da minha própria incapacidade e dependência no Senhor. Pela graça de Deus, minha alma está em paz, embora dia após dia tenhamos que esperar a provisão milagrosa do Senhor para nosso pão diário."

Extraído da Revista Impacto (www.revistaimpacto.com.br), nº 25.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Notícias Obra Missionária - Itália

Desafios ItáliaSomos muito gratos a todos aqueles que nos apoiaram com suas orações e contribuições no ano de 2013.

E em 2014 continuamos esperando poder continuar contando com o apoio de todos.

As vossas orações e apoio são muito importantes para que possamos continuar semeando a Palavra de Deus em terras italianas!
 










 
Pr. Paulo Henrique, Alessandra e Lucas
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Banco Itaú Ag 6116 C/C 00485-1
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sexta-feira, 14 de junho de 2013

DEFINIÇÃO DE SAUDADE


DEFINIÇÃO DE SAUDADE

(artigo do Dr. Rogério Brandão, Médico oncologista)


Como médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional, posso afirmar que cresci e modifiquei-me com os dramas vivenciados pelos meus pacientes.

Não conhecemos nossa verdadeira dimensão até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.

Recordo-me com emoção do Hospital do Câncer de Pernambuco, onde dei meus primeiros passos como profissional.

 Comecei a freqüentar a enfermaria infantil e apaixonei-me pela onco-pediatria.

Vivenciei os dramas dos meus pacientes, crianças vítimas inocentes do câncer.

Com o nascimento da minha primeira filha, comecei a me acovardar ao ver o sofrimento das crianças.

Até o dia em que um anjo passou por mim! 

Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada por dois longos anos de tratamentos diversos, manipulações, injeções e todos os desconfortos trazidos pelos programas de químicos e radioterapias.

Mas nunca vi o pequeno anjo fraquejar. 

Vi-a chorar muitas vezes; também vi medo em seus olhinhos; porém, isso é humano!

Um dia, cheguei ao hospital cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. 

Perguntei pela mãe. 

A resposta que recebi, ainda hoje, não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.

— Tio, — disse-me ela — às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. 

Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade. 

Mas, eu não tenho medo de morrer, tio. 

Eu não nasci para esta vida!

Indaguei:

— E o que morte representa para você, minha querida?

— Olha tio, quando a gente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e, no outro dia, acordamos em nossa própria cama, não é?

(Lembrei das minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, com elas, eu procedia exatamente assim.)

— É isso mesmo.

— Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. 

Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!

Fiquei "entupigaitado", não sabia o que dizer. 

Chocado com a maturidade com que o sofrimento acelerou, a visão e a espiritualidade daquela criança. 

— E minha mãe vai ficar com saudades — emendou ela.

Emocionado, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei:

— E o que saudade significa para você, minha querida?

— Saudade é o amor que fica!

Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um a dar uma definição melhor, mais direta e simples para a palavra saudade: é o amor que fica!

Meu anjinho já se foi, há longos anos. 

Mas, deixou-me uma grande lição que ajudou a melhorar a minha vida, a tentar ser mais humano e carinhoso com meus doentes, a repensar meus valores.

Quando a noite chega, se o céu está limpo e vejo uma estrela, chamo pelo "meu anjo", que brilha e resplandece no céu. 

Imagino ser ela uma fulgurante estrela em sua nova e eterna casa.

Obrigado anjinho, pela vida bonita que teve, pelas lições que me ensinaste, pela ajuda que me deste. 

Que bom que existe saudade! 

O amor que ficou é eterno.

ATITUDE É TUDO!!!

Seja mais humano e agradável com as pessoas. 

Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.

- Viva com simplicidade.

- Ame generosamente.

- Cuide-se intensamente.

-Fale com gentileza.

- E, principalmente,

NÃO RECLAME!

Lembre-se...

Você é especial...

E... não estamos aqui por acaso!



Pb Donizeti (Um servo do Senhor Jesus a serviço do reino de Deus)