"Ai do dia! Porque o dia do Senhor está perto, e virá como uma assolação do Todo-Poderoso."
Jl 1.15
Joel teve uma visão aterrorizante do que ele chamou "o dia do Senhor". Ele usou termos como "Ai!" e "grande e terrível dia" (Jl 2.31) para descrevê-lo. A expressão "dia do Senhor" é conhecida de outros profetas. Amós pode ter sido o primeiro a empregá-la.
Ele falou sobre um período pelo qual os israelitas ansiavam, sem perceber as consequências negativas que esse período traia a eles. Aparentemente, eles pensavam que seria um período de "luz" e "esplendor", ao passo que, na realidade, seria "trevas" e "destruição" (Am 5.18-24).
Tanto Joel como Amós mencionam um período de restauração depois de um período de juízo (Jl 3; Am 9), de modo que alguns sejam salvos de ira de Deus. Joel enfatizou o aspecto da salvação com a sua proclamação de que "todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Jl 2.32).
Para Joel, a praga de gafanhotos foi tão severa, que ele a comparou ao vindouro Dia do Senhor. Somente o completo arrependimento por parte do povo poderia dar à nação qualquer esperança de que o Senhor poderia recuar do juízo que a praga representava. A praga podia trazer uma destruição que, para todos os aspectos práticos, seria parecida com o juízo final.
Trazendo para nossos dias, não devemos agora temer uma praga devastadora de gafanhotos, não que Deus não o possa fazer, contudo, o terror deve consistir em não estar apto para a volta do Senhor.
Existe um veio de luz em meio a escuridão que é Cristo, ele é o meio por onde o arrependimento encontra Deus. É em Jesus que se escapa da "ira vindoura" após a partida da Igreja aos céus.
Só Jesus.
Fonte:
BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudo Defesa da Fé: Questões Reias, Respostas Precisas e Fé Solidificada. Tradução de João Ferreira de Almeida. Edição Almeira Revista e Corrigida. Rio de Janeiro: CPAD, 2010.
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