Pesquisar no Blog do J.A.

Mostrando postagens com marcador Debate. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Debate. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Série - Grandes Heresias da Atualidade

6. Agnosticismo

A palavra "agnosticismo" significa "não conhecer".

O agnóstico afirma que o ser humano não pode chegar ao conhecimento pleno da verdade, uma vez que todo conhecimento é relativo, parcial e incerto.

Diferentemente do ateu, ele não nega a existência de um Deus pessoal e criador, apenas afirma ser impossível ter qualquer garantia de que Ele realmente exista.

Isso amortece a consciência, pois isenta o homem dos princípios divinos de certo e errado, céu e inferno.
__________

Próximo post "Materialismo".

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Vai e vem

"Ai daqueles que nas suas camas intentam a iniquidade, e maquinam o mal; à luz da alva o praticam, porque está no poder da sua mão!"
Mq 2.1

Existem pessoas que sempre que podem manisfestar a maldade exteriormente, manisfestam.

Tudo o que fazem exteriormente, reflete uma imagem de seu interior. E, fato é, que muitas pessoas têm o mal dentro si.

Seja por opção, ser por consequências da vida, a adoção do mal não foi evitada, mas abraçada. E é mais fácil não amar, não buscar o bem do próximo.

Só que a seu tempo o mal cobra de seu usuário. Sem piedade tudo que puder ser tirado o será.

Os que assim praticam tais obras são escravos delas, e a sede de poder realizar algo contra alguém só cresce.

Jesus nos ensina totalmente o contrário, que devemos amar o nosso próximo como nós nos amamos (Mc 12.31).

E aquele não que se ama? Esse nada saciará o desejo de sua alma.

Pense nisso.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Efeitos de Cristo

"Escrevi-te confiado na tua obediência, sabendo que ainda farás mais do que digo."
Fm 1.21

Paulo foi um grande conhecedor de suas ovelhas e do poder de Cristo sobre elas.

Ao escrever pelo acolhimento ao irmão Onésimo, diz a Filemom que sabe que ele fará melhor do que o esperado ou solicitado.

Paulo queria que Filemom desenvolvesse o caráter cristão por conta de suas próprias experiências. Agora era a hora da verdade para Filemom.

O cristão deve buscar a obediência ao Senhor em todos os aspectos e objetivando uma transformação de caráter que só Cristo faz no homem.

Nos coloquemos no lugar de Filemom e respondamos:
"Você perdoaria um ladrão?"
"Você perdoaria uma traição?"
"Você perdoaria uma homicida?"
"Você perdoaria um viciado?"
Independente do crime o foco foi o perdão, perdão como Cristo havia perdoado os pecados de Filemom, Onésimo, Paulo e o nossos.

Devemos deixar Cristo mudar nosso caráter se quisermos algo mais Dele.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Ainda preferem Simão, o Mágico

"E estava ali um certo homem, chamado Simão, que anteriormente exercera naquela cidade a arte mágica, e tinha iludido o povo de Samaria, dizendo que era uma grande personagem; ao qual todos atendiam, desde o menor até ao maior, dizendo: Este é a grande virtude de Deus. E atendiam-no, porque já desde muito tempo os havia iludido com artes mágicas."
At 8.9-11

Vendo certos homens que se dizem "líderes religiosos" na TV fico abismado como o povo acredita em tais falácias ambulantes.

São homens mais folclóricos do que santos, são mais teatro do que realidade e o povo os seguem, e em alguns casos os idolatram como se tais fossem conduzir alguém a salvação.

Estão eles iludindo o povo ou o povo quer ser iludido por tais?

Essa é uma pergunta difícil, entretanto, a Bíblia já havia alertado que a sã Palavra causaria incomodo a muitos (2 Tm 4.3), que tais líderes não teriam nada em si e só seriam ilusão (Jd 1.4) e que deveríamos vigiar contra tais ensinos difusos (1 Co 12.3).

O povo têm pecado por não ler a Bíblia e por crer em qualquer coisa (Os 4.6a). Veja que o problema não é o alimento, mas o que tem sido comido no lugar dele.

Muitos ainda preferem "o mágico" por ele satisfazer seus desejos, ao passo que os homens de Deus (os verdadeiros) trazem o confronto que a Palavra apresenta entre o homem pecador e o Deus santo.

Fiquemos com a Palavra.

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Tempo de igreja não significa salvação

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido”
2 Tm 3.14

Novos convertidos aprendendo errado é uma coisa, agora crentes maduros deixando a verdade pelas heresias por aí a fora não dá!

Temos visto irmãos já antigos na fé aderindo a modismos atuais (unção de coisas e não pessoas, flores ungidas, copos d’água, canetas para o ENEM e outros tantos), que isso levanta uma questão importante: “Tempo de igreja não significa salvação?”.

Muita gente está confundindo, achando que cartão de membro é igual a cartão de crédito onde lemos “cliente desde XX/XX”. Ter um cartão (ou não) e ser membro (ou não) não traz a santificação necessário para “ver o Senhor” de perto.

Devemos ter em nós a convicção de que tem de ser bíblico o ensino, tem de ser bíblico o embasamento, tem de ser como Cristo deixou para a Igreja.

Estão “enfiando” (desculpe a expressão, mas não vejo outra que se enquadre figurativamente melhor) goela abaixo no povo folclore e crendices, e pior o povo por não ter base bíblica por não ler (a maioria) aceita. Muitos estão deixando o certo bíblico pelo aparentemente certo bíblico.

Homens tem usado versículos isolados para justificar suas “mandingas, poções e feitiços” para “atrair bênçãos” sobre o povo.

Muitos não entendem que a maior bênção é a salvação, o resto é a misericórdia de Deus em nos abençoar. Temos de entender que não será do nosso jeito, mas do de Deus. Lázaro em toda a sua vida na terra sofreu, não teve nada, mas em sua morte depois de uma vida correta recebeu o direito de ir ao Seio de Abraão (o lugar dos mortos salvos antes de Cristo ressuscitar). Já o rico, que teve do bom e do melhor e não se preocupou com seu post-mortem, sentia o sofrimento da morte.

Veja que o paradigma não é hoje, mas amanhã! Se não pensarmos na glória estaremos fadados a crer que a vitória é aqui, se amarmos a terra o céu deixará de ser buscado!

Fiquemos na boa Palavra aprendida a duras penas, mas valiosas para nos garantir um lugar no Reino de Deus.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Para onde estas olhado?

"Olhai para mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro."
Is 45.22

Olhos são feito para ver e o cérebro para enxergar.

Nosso cérebro é encarregado de transformar o que é visto em algo concreto, seria o enxergar, reconhecer o que os olhos veem.

Entretanto, os homens não têm olhado tudo, mas veem só o que querem ver. Isso não é de hoje, Paulo lá em Romanos 1.19-22 declara que Deus está aí a mostra desde o principio, Ele está a vista, mas não é enxergado.

O pecado cega o entendimento do homem, tira-lhe não o poder de ver, mas o de enxergar e entender o que vê.

Só o Espírito Santo pode romper a barreia imposta pelo pecado indo diretamente ao coração do homem e trabalhando na vontade maior.

Dela de dentro, do interior do coração ele esclarece o que os olhos estão vendo e direciona os olhos do homem não mais para o que é mal, mas para o Senhor e sua salvação.

Deixe Ele te libertar.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Os Livros Bíblicos - Novo Testamento

48. Gálatas:

Para quem foi escrito este livro?
Para as igrejas do Sul da Galácia (Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra e Derbe).

Por quem foi escrito (autor)?
Paulo.

Em qual momento histórico?
Por volta do ano 49 d.C.

Por que este livro foi escrito?
Porque surgiram judeus agitadores entre os gálatas, tentando desacreditar o apóstolo Paulo com o objetivo de implantar nestas igrejas uma forma distorcida de cristianismo (um “evangelho” legalista, que requeria a circuncisão para a salvação – 6.12).

Para quê este livro foi escrito?
Para defender o apóstolo Paulo de suas falsas acusações; para defender a “verdade do evangelho” (2.5, 14); e, para instruí-los a resistir aos corruptores da verdade a todo o custo (1.8-9).

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Se não te custar nada, não é sacrifício!

Sacrificar é você doar algo importante para você em função de algo ou alguém.

Se não custa nada, se o objeto apresentado em sacrifício não faz a menor diferença para você, o que você oferta não é sacrifício.

Biblicamente, o sacrificar era uma forma de chamar a atenção de Deus para si por meio de uma oferta que tivesse valor para o homem. Seja para o perdão ou para glória de Deus.

Vemos Abraão, Isaque, Jacó, o povo de Israel no deserto, no tabernáculo, Salomão no primeiro Templo, todos oferecendo coisas que custaram tempo, dedicação, valor monetário, abnegação e humilhação.

Em contrapartida vemos o rei Saul, primeiro rei oficial de Israel. Ele foi privilegiado em ser o primeiro rei de Israel, mas se ensoberbeceu e desobedeceu uma ordem direta e explicita de Deus.

Ao ser cobrado por Samuel, o sacerdote em exercício, a respeito do cumprimento da ordem divina, ele diz que não o fez, pois tomou posse do que Deus havia mandado destruir. Não valorizando o sacrifício que a obediência traz, falou ao sacerdote que iria oferecer sacrifícios para Deus como "desculpa" pela transgressão premeditada e consciente que cometeu.

Ele pensou, por ser poderoso, por ter posses posso, então, errar e não me arrepender. Dou a Deus um "sacrifício" pelo erro e fica tudo certo.

Fica aqui outra lição:

Não adianta sacrificar por um erro que escolhemos realizar.

O maior sacrifício foi pago por Jesus através da obediência a vontade de Deus, Jesus foi o sacrifício perfeito. Custou a Deus ver o sofrimento de Jesus, custou a Jesus trinta e três anos despido de sua glória celestial, custou o sangue de sua carne humana, mas foi por obediência.

Obedecer a Deus é o maior sacrifício que podemos fazer nesta terra.

Pense nisso.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Torre de Vigia na vinha

Era também era chamada de um torre de vigia, que era uma pequena torre abrigada no meio de uma vinha.

Elas eram muito importantes durante o tempo de colheita, onde toda a família iria freqüentemente residir.

A torre de vigia era um símbolo de proteção contra inimigos e ladrões e subia acima da vinha e deles.

Pv 18.10 - "Torre forte é o nome do Senhor; a ela correrá o justo, e estará em alto refúgio."

Sl 27.5,6 - "Porque no dia da adversidade me esconderá no seu pavilhão; no oculto do seu tabernáculo me esconderá; pôr-me-á sobre uma rocha. Também agora a minha cabeça será exaltada sobre os meus inimigos que estão em redor de mim; por isso oferecerei sacrifício de júbilo no seu tabernáculo; cantarei, sim, cantarei louvores ao Senhor."

Is 62.6,7 - "Ó Jerusalém, sobre os teus muros pus guardas, que todo o dia e toda a noite jamais se calarão; ó vós, os que fazeis lembrar ao Senhor, não haja descanso em vós, nem deis a ele descanso, até que confirme, e até que ponha a Jerusalém por louvor na terra."

Is 5.1,2 - "Agora cantarei ao meu amado o cântico do meu querido a respeito da sua vinha. O meu amado tem uma vinha num outeiro fértil. E cercou-a, e limpando-a das pedras, plantou-a de excelentes vides; e edificou no meio dela uma torre, e também construiu nela um lagar; e esperava que desse uvas boas, porém deu uvas bravas."

sábado, 9 de julho de 2016

Mistérios da Escritura 4-10

O MISTÉRIO DA IGREJA

"Ora, àquele que é poderoso para vos confirmar segundo o meu evangelho e a pregação de Jesus Cristo, conforme a revelação do mistério que desde tempos eternos esteve oculto"
Rm 16.25

A Igreja foi um segredo escondido desde o princípio do mundo até ao tempo dos apóstolos. Aí foi relevado aos apóstolos e profetas do período do Novo Testamento (Ef 3.5). É essencial compreendermos as várias feições da Igreja, tal como revelada no Novo Testamento.

1) A Igreja é o corpo de Cristo (1 Co 12.12,13).

2) Cristo é a Cabeça do Corpo, sendo este a Igreja (Cl 1.18).

3) Todos os crentes nascidos de novo são membros do Corpo (1 Co 12.13).

4) Os crentes judeus e gentios compartilham a mesma esperança, tendo a antiga inimizade entre Judeus e Gentios sido abolida através de Cristo (Ef 3.6; Cl 1.26,27; Ef 2.14,15).

5) A Igreja é a Noiva de Cristo (Ef 5.26,27,31,32).

6) É o propósito de Deus fazer de Cristo a Cabeça do Universo redimido (Ef 1.9,10), com a Igreja reinando como Sua Noiva e participando da Sua glória para sempre.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

sábado, 11 de junho de 2016

Porque não existem "super-heróis"


1º - Eles são invenção da mente humana.


Todos os super-heróis que existem no folclore atual partem da criação vinda da mente do homem. Eles possuem fraquezas, pois assemelham o caráter de seus criadores, assim como, seus super-poderes são reflexo do desejo humano em fazer o extraordinário.

2º - Todos são referência ao aspecto físico humano.

Temos a tendência de "humanizar" tudo que há no imaginário popular. Os ET's na maioria das vezes possuem traços humanos, os super-heróis, mesmo os de outros planetas ou mundos, possuem aspectos humanos e isso os torna "identificáveis" com a humanidade.

3º - Excluem Deus da vida dos homens.

A autossuficiência que os super-heróis transmitem excluí o poder da ação de um ser soberano no universo. Muitos morrem e voltam a vida, muitos desafiam as leis que regem o universo e fazem da Terra um lugar perfeito em meio a todo o universo para que haja vida.

As quatro Forças Fundamentais da Natureza

Sabemos que existem apenas 4 forças, ou interações, fundamentais na natureza. São elas a interação gravitacional, a interação eletromagnética, a interação forte e a interação fraca. A tabela mostra detalhes sobre estas forças que serão logo explicados:

força (ou interação)
fundamental
intensidadeteoriamediador
forte10cromodinâmica quânticagluon
eletromagnética10-2eletrodinâmicafóton
fraca10-13flavordinâmicaW± e Z0
gravitacional10-42geometrodinâmicagraviton

Vamos explicar o conteúdo da tabela.
  • Intensidade: Os valores acima atribuídos para as intensidade das forças não devem ser considerados de modo absoluto. Você verá valores bastante diferentes em vários livros, em particular no que diz respeito à força fraca. O cálculo desta intensidade depende da natureza da fonte e a que distância estamos fazendo a medição. O que importante notar é a razão entre elas: a força gravitacional é, de longe, a mais fraca entre todas, porém é a de maior alcance, sendo a responsável pela estabilidade dinâmica de todo o Universo.
  • Força gravitacional: A teoria clássica da gravitação é a lei de Newton da Gravitação Universal. Sua generalização relativística é a teoria da Gravitação de Einstein, também chamada de Teoria da Relatividade Geral de Einstein. O melhor termo para ela seria Geometrodinâmica, uma vez que a relatividade geral geometriza a gravitação. Para descrever os estágios iniciais da formação do Universo precisamos de uma teoria quântica da gravitação, algo que os físicos ainda não possuem, apesar dos enormes esforços desenvolvidos para isto.
  • Eletrodinâmica: Esta é a teoria física que descreve os fenômenos elétricos e magnéticos, ou seja as forças eletromagnéticas. A formulação clássica da Eletrodinâmica foi feita por James Clerk Maxwell. A teoria clássica construída por Maxwell já era consistente com a teoria da relatividade especial de Einstein. O "casamento" desta teoria com a mecânica quântica, ou seja, a construção de uma "Eletrodinâmica Quântica", foi realizada por grandes nomes da física tais como Feynman, Tomonaga e Schwinger nos anos que compõem a década de 1940.
  • (Interação) Fraca: As forças fracas são aquelas que explicam os processos de decaimento radiativo, tais como o decaimento beta nuclear, o decaimento do pion, do muon e de várias partículas "estranhas". É interessante notar que esta força não era conhecida pela física clássica e que sua formulação como teoria é estritamente quântica. A primeira teoria das interações fracas foi apresentada por Fermi em 1933. Mais tarde ela foi aperfeiçoada por Lee, Yang, Feynman, Gell-Mann e vários outros nos anos da década de 1950. Sua forma atual é devida a Glashow, Weinberg e Salam, que a propuseram nos anos da década de 1960. A nova teoria das interações fracas, que é chamada de flavordinâmica por causa de uma das propriedades intrínsecas das partículas elementares, é mais justamente conhecida como Teoria de Glashow-Weinberg-Salam. Nesta teoria, as interações fraca e eletromagnética são apresentadas como manifestações diferentes de uma única força, a força eletrofraca. Esta unificação entre a interação fraca e a interação eletromagnética reduz o número de forças existentes no Universo a apenas 3: força gravitacional, força forte e força eletrofraca.
  • (Interação) Forte: As forças fortes são aquelas responsáveis pelos fenômenos que ocorrem a curta distância no interior do núcleo atômico. A estabilidade nuclear está associada à força forte. É ela que mantém o núcleo unido evitando que os prótons que os constituem, por possuírem a mesma carga elétrica, simplesmente sofram uma intensa repulsão e destruam o próprio átomo. Se a força forte não existisse a matéria que forma o Universo, tal como o conhecemos, também não existiria. Prótons e nêutrons não conseguiriam se formar. Nós, seres humanos, não poderíamos existir. O trabalho pioneiro sobre as forças fortes foi realizado por Yukawa em 1934 mas até meados da década de 1970 não havia, realmente, uma teoria capaz de explicar os fenômenos nuclear. Foi então que surgiu a cromodinâmica quântica.
  • Mediadores: Após a física ter abandonado o conceito de "ação-a-distância", foi introduzido o conceito de "campo". Cada partícula criava à sua volta uma perturbação, seu "campo", que era sentido pelas outras partículas. A Teoria Quântica de Campos (TQC) introduziu o conceito de "mediadores". Segundo a TQC cada uma das forças que existem na natureza é mediada pela troca de uma partícula que é chamada de "mediador". Estes mediadores transmitem a força entre uma partícula e outra. Assim, a força gravitacional é mediada por uma partícula chamada graviton. A força eletromagnética é mediada pelo fóton, a força forte pelos gluôns e as forças fracas pelas partículas e Z0, que são chamadas de bósons vetoriais intermediários. Isto complica ainda mais o estudo das interações entre as partículas. Veja que antes descrevíamos a interação entre dois prótons como sendo a interação entre duas partículas. Hoje, sabendo que os prótons são partículas compostas por 3 quarks, vemos que a interação entre dois prótons é, na verdade, uma interação entre 6 quarks que trocam gluôns incessantemente durante todo o processo. Só para te avisar, existem 8 tipos de gluôns. Como você pode ver, aqui não existe simplicidade.
Os super-heróis burlam todas elas, isso sem falar nas questões biológicas. Estas leis físicas regem todo o conhecimento cientifico do universo que hoje o homem detém, só um Ser superior poderia ter as ajustado de forma a permitir que por meio delas a vida fosse mantida.

Ignorá-las é ignorar seu criador.

4º - Você pode até acreditar, mas eles não existem.

Muitos são iludidos pela ideia de que podem fazer o que quiser sem consequências, já que o super-poder te coloca em um "nível acima de leis".

A Bíblia é clara quanto a Lei da Semeadura (Gl 6.7 - "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará."), não há como fugir disso. Somos responsáveis por tudo o que fizermos, não nos livrar desta "lei espiritual".

Conclusão

Nós nos enganamos, mas a Bíblia traz uma luz ao homem que está em meio as trevas sem ver. O único que tem todo o poder nos céus e terra e Jesus (Mt 28.18).

Disso não como fugir.

Glossário:
  • E.T. - Ufologia - 1.Sigla usada para visitante extraterrestre. 2. Fig. Visitante inesperado.
  • Interação - influência mútua de órgãos ou organismos inter-relacionados; ação mútua ou compartilhada entre dois ou mais corpos ou indivíduos.
  • Píon - Na física de partículas, o píon (abreviação de méson pi, denotado pela letra grega pi: π) é uma das três partículas subatômicas: π0, π+ e π−. Cada pião é composto por um quark e um antiquark e é, portanto, um méson. Píons são os mésons leves e são instáveis​​, sendo que os píons carregados π+ e π− se deterioram depois de um tempo de vida média de 26 nanossegundos, enquanto o píon π0 neutro deteriora-se em um tempo ainda mais curto. Píons carregados normalmente decaem em múons e neutrinos do múon e píons neutros em raios gama.
  • Múon - É uma partícula elementar semelhante ao elétron, com carga elétrica unitária negativa de -1 e um spin de 1⁄2, mas com uma massa muito maior (105,7 MeV/c2). É classificado como um lépton, assim como o elétron (massa de 0,511 MeV/c2), o Tau (massa de 1777,8 MeV/c2), e os três neutrinos. Como é o caso com outras léptons, não se acredita que o múon tenha qualquer sub-estrutura; ou seja, não apresenta quaisquer partículas mais simples. O múon é uma partícula subatômica instável, com uma vida média de 2,2µs. Entre todas as conhecidas partículas subatômicas instáveis, só o nêutron e alguns núcleos atômicos têm uma vida útil mais longa; outros decaem significativamente mais rápido. O decaimento do múon (bem como do nêutron, o bárion instável de vida mais longa), é mediada exclusivamente pela Força fraca. O decaimento do múon sempre produz, pelo menos, três partículas, que devem incluir um elétron da mesma carga que o múon e dois neutrinos de diferentes tipos.
  • Próton - O próton é uma partícula subatômica, de símbolo p ou p+, com uma carga elétrica positiva de +1e carga elementar e com uma massa ligeiramente menor do que a de um nêutron (Outra partícula subatômica encontrada nos átomos). Os prótons e os nêutrons, possuem massa de aproximadamente uma unidade de massa atômica, são referidos coletivamente como "núcleon", prótons estão presentes no núcleo de um átomo. O número de prótons no núcleo é conhecido como número atômico. Uma vez que cada elemento tem um único número de prótons, cada elemento tem o seu próprio número atômico. A palavra próton significa em grego "primeiro", e esse nome foi dado ao núcleo de hidrogênio por Ernest Rutherford em 1920. Nos anos anteriores, Rutherford descobriu que o núcleo de hidrogênio (conhecido por ser o núcleo mais leve) podia ser extraído dos núcleos de nitrogênio por colisão. O próton foi, portanto, um candidato a ser uma partícula fundamental e um bloco de construção para nitrogênio e todos os outros núcleos atômicos mais pesados.
  • Nêutron - Um nêutron é um bárion eletricamente neutro. Formado por dois quarks down e um quark up, forma o núcleo atômico juntamente com o próton e, uma vez fora deste, é instável e tem uma vida média de cerca de 15 minutos, emitindo um eletrón e um antineutrino,convertendo-se em um próton. Foi descoberto pelo físico inglês James Chadwick em 1932, que recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1935 por essa descoberta. Para saber a quantidade de nêutrons que um átomo possui, basta fazer a subtração entre o número de massa (A) e o número atômico (Z).
  • Glúon - Glúons são partículas fundamentais que agem como partículas de troca (ou bósons de calibre) para a força forte entre quarks, análoga à troca de fótons na força eletromagnética entre duas partículas carregadas. Em termos técnicos, os glúons são bósons vetoriais que mediam as forças fortes de quarks na cromodinâmica quântica (QCD). Os próprios glúons levam a carga de cor da interação forte. Isso é diferente do fóton, que medeia a interação eletromagnética, mas não tem uma carga elétrica. Glúons, portanto, participam da força forte, além de mediá-la, tornando a QCD significativamente mais difícil de se analisar do que a QED (eletrodinâmica quântica).
  • Quark - O quark, na física de partículas, é uma partícula elementar e um dos dois elementos básicos que constituem a matéria (o outro é o lépton). Quarks se combinam para formar partículas compostas chamadas hádrons; os mais estáveis desse tipo são os prótons e os nêutrons, que são os principais componentes dos núcleos atômicos. Devido a um fenômeno conhecido como confinamento, quarks nunca são diretamente observados ou encontrados isoladamente; eles podem ser encontrados apenas dentro de hádrons, como os bárions (categoria a que pertencem os prótons e os nêutrons), e os mésons. Por esta razão, muito do que se sabe sobre os quarks foi elaborado a partir das observações dos próprios hádrons.
Fontes:
AS QUATRO FORÇAS FUNDAMENTAIS DA NATUREZA, link: , acessado em 10/06/2016.
A BÍBLIA ONLINE, link: , acessado em 10/06/2016.
DICIONÁRIO INFORMAL, link: <http://www.dicionarioinformal.com.br/et/>, acessado em 10/06/2016.
GOOGLE, link: , acessado em 10/06/2016.
WIKIPÉDIA, LINK: ,, acessado em 10/06/2016.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Nós aprendemos...

10% com o que nós lemos.

20% com o que nós ouvimos.

30% com o que nós vemos.

50% com o que nós vemos e ouvimos.

70% com o que nós debatemos.

80% com o que nós temos experiência.

95% com o que nós ensinamos para os outros.

Em todos os casos depende de uma atitude nossa, uma proatividade que nós compele a aprender e crescer.

Vivamos o desejo de aprender a cada dia mais, seja, lendo, ouvindo, debatendo, experimentando e ensinando a outros.

Só lembrando: A missão de ensinar o mundo a respeito de Jesus é da Igreja e para ensinar alguém é primeiro preciso aprender!

"Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; Ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."
Mateus 28.19,20

sábado, 21 de maio de 2016

O que tem nos faltado!


"Recompensou-me o Senhor conforme a minha justiça, retribuiu-me conforme a pureza das minhas mãos."
Salmos 18.20

Jesus procura entregar o melhor para cada um de nós.

O salmista viveu em uma época e dispensação que Deus havia prescrevido ao homem seus desígnios pela Lei.

Hoje, desfrutamos da misericórdia e graça, tanto que não somos recompensados conforme nossos atos por causa dela.

Imagine se Deus nos recompensasse conforme as nossas atitudes?

Creio que poucos ou ninguém aprovaria tal métrica, uma vez que somos todos falhos por natureza.

Busquemos a graça e a misericórdia não para receber o que merecemos, mas o que Jesus quer nos dar.

E mudar de vida, pois senão receberemos o que realmente merecemos...

terça-feira, 17 de maio de 2016

Razão no culto ao Senhor.

"Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional."
Romanos 12.1

Racional vem da palavra razão.

Etimologicamente, razão - o termo vem do latim rationem, que significa cálculo, conta, medida, regra, derivado de ratio, particípio passado de reor, ou seja, determino, estabeleço, e portanto julgo, estimo. É a faculdade do homem de julgar, a faculdade de raciocinar, compreender, ponderar.

Razão - considerada por muitos teóricos como uma das faculdades mais elevadas do ser humano, cuja função, é a de ordenar o conhecimento: ela deduz, demonstra estabelecendo as relações entre os fatos. O comportamento ético refere-se também a forma como se observa e valoriza o outro nas nossas relações.

Em fatos a racionalidade ou a razão aplicadas ao culto ao Senhor implicam em:

1º - Saber o que se faz no ambiente. O cristão deve reconhecer que não está mais em um momento qualquer quando fala com o Senhor. Ele tem de entender que o "lugar comum" transformou-se em local da presença de Deus e que Deus é santo.

2º - Saber para quem o faz. O cristão deve atribuir adoração a Deus em todos os seus atos no momento que ele estiver exclusivamente na presença de Deus. Louvar, pregar, orar, gesticular, e outros formas de manifestação têm de apontar para a glória de Deus. Qualquer outro motivo oculto por de trás de qualquer tipo de manifestação que não seja a glória a Deus, Deus por sua vez não receberá.

3º - Saber o momento de manifestar-se. Paulo faz algumas recomendações aos irmãos coríntios, pois eles possuíam os elementos cultuais em forma e quantidade admiráveis, mas fora de compasso entre si e Deus. Nunca um ato de manifestação do Espírito Santo pode atrapalhar o outro. Deus não opera na bagunça, mas na ordem.

4º - Sentimento de recebimento. Muitos gratificam-se no seu interior, não por oferecerem a Deus uma adoração verdadeira, por fazerem seus "shows" particulares. Muitos, sozinhos, jamais fazem "ações" de adoração exacerbadas e profundas, contudo se lhes é dada oportunidade em meio ao corpo de Cristo, aplicam uma virtuosidade e profusão de variações que chamam muitas vezes para si e não para o Criador. Lembremo-nos que o que somos diante de Deus, verdadeiramente o é, aquilo que somos quando ninguém está nos olhando, quando estamos debaixo apenas das "lentes" do Todo-Poderoso.

Analise a luz da razão, como estamos nos relacionando com o Senhor?

Como temos apresentado o nosso culto racional ao Senhor?

Fontes de consulta:
  • WIKIPÉDIA. https://pt.wikipedia.org/wiki/Raz%C3%A3o, acessado em 16/05/2016.
  • BASTOS, Maria Clotilde Pires. Metodologia Científica. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2015.

sábado, 7 de maio de 2016

O novo nascimento e velho homem

"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te maravilhes de te ter dito: Necessário vos é nascer de novo."
João 3.5-7

A ordem do título é proposital, o novo nascimento implica em novas construções, novas edificações, novos caminhos, nova direção!

Já não há mais ligação entre o novo e o velho, remendos novos em panos velhos não suportam, imagine então algo tão forte quanto intenso como o nascer do espírito.

Se dissermos que nascemos de novo, mas vivemos o velho homem, nada mudou em nós, não houve nascimento - nascimento implica em vida e quem jaz no pecado, jaz em morte.

Ao nascermos devemos olhar para cima, para as coisas que vem do alto, as excelentes.

Para mudar não olhe em suas fraquezas, mas olhe para força de Deus em te ajudar a vence-las.

Aproveite.

sábado, 23 de abril de 2016

Meta na vida


Algumas vezes colocamos algumas metas em nossa vida. Isso é bom!

Contudo, quando a meta obscurece as bênçãos do dia a dia as coisas começam a não ir bem....

Pessoas se esquecem de agradecer as misericórdias que se renovaram sobre suas vidas, da saúde, da família, do trabalho, da vida.

Temos de ver o horizonte e focar um ponto lá e buscar alcança-lo, mas sem desprezar todas as bem-aventuranças do caminho até o ponto no horizonte.

Sonhe, planeje, faça escopos, crie projetos, mas não seja ingrato esquecendo-se daquele que está de concedendo mais uma oportunidade de concretizar seus sonhos.

E o mais importante:

"Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele o fará."
Sl 37.5

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Para que servem as provas?

As provas vem em nossas vidas para cumprir uma função específica: fazer com que venhamos a dar fruto abundante e aperfeiçoar nossa vida espiritual.

A palavra de Deus nos ensina que há uma vide, um lavrador e mais de uma árvore. A vide representa o reino de Deus; o lavrador representa Jesus; nós representamos as árvores.

João 15.1,2 nos diz: "Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda a vara em mim, que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto."

Na passagem, lemos que tem duas classes de árvore: o que é útil e o que é inútil. O trabalho que o lavrador vai realizar depende da utilidade de cada árvore. Ele corta porque é inútil ou a limpa para que dê mais fruto.

O Senhor deseja que sejas uma pessoa que dê muitos frutos.

Ele determinada estação do ano, se podam as árvores para que possa dar mais frutos. Quando se observa uma árvore podada, parece que está seca e morta; mas não é assim; depois de algum tempo nos galhos começam a brotar frutos abundantes, até mesmo melhores que os anteriores. Deus tem usado as provas para que possamos dar frutos abundantes.

A Palavra de Deus nos mostra como as provas vieram sobre pessoas íntegras diante de Deus.

No Antigo Testamento temos Jó, um homem que agradava a Deus (Jó 1.6-12; 2.1-6); no Novo Testamento temos o discípulo Pedro (Lc 22.31).

Jó era íntegro, reto, temeroso a Deus e se apartava do mal (Jó 1.1). Pedro também agia da mesma forma que Jó, apesar de ser impulsivo; era filho de Deus. Aprendamos então que as provas vem na vida do cristão para aperfeiçoar a vida espiritual.

As provas não vêm para nos destruir, mas são permitidas por Deus para nosso bem (Rm 8.28). Hb 12.11 fala sobre o que acontece logo depois que passamos pelas provas: dá frutos pacíficos de justiça. O que isso significa?
  • Fruto - Gl 5.22 - "Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança."
  • Pacífico - É uma palavra derivada de paz, tranquilidade.
  • Justiça - Significa retidão, santidade.
Então, fruto pacífico de justiça significa a santidade que o Espírito Santo produz no crente que tem paz com Deus, através de Jesus.

Serve também para viver em uma dimensão diferente, tal como Deus.

Diferença entre compreender naturalmente e discernir espiritualmente o significado das provas: A mente natural não pode interpretar o pensamento de Deus, nem sujeitar-se a Ele. Isaías 55.9 diz: "Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos."

A Bíblia afirma que os filhos de Deus têm a mente de Cristo (1 Co 2.16). Que significa ter a mente de Cristo? É receber a Palavra de Deus, crer no coração e estar disposto a colocá-lo em prática.