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Mc 14.24
A afirmação "Xerxes não pode sangrar" era uma crença de que o rei persa era um deus-rei, imune a ferimentos físicos.
Era uma crença promovida pelo próprio Xerxes para inspirar medo nos inimigos.
No entanto, no filme 300, o Rei Leônidas prova que essa noção é falsa ao enfiar uma lança no rosto de Xerxes, fazendo-o sangrar, desmistificando sua suposta divindade.
Quantos homens poderosos, ao longo da história, atribuíram a si próprios um estado “divino”?
Criam que suas vontades eram sobre tudo, mesmo que parecessem até ridículas.
O imperador romano Calígula, que declarou guerra ao oceano e mandou que seus soldados atacassem a água com suas espadas.
Homens que criam ser imunes a doenças e outras situações que os humanizassem e diminuíssem sua “glória pessoal”.
Entretanto, quando olhamos Cristo, vemos algo diferente.
Sendo “Deus”, entrega-se pelos perdidos homens.
Sendo único de seu tipo, se doa por completo.
Tem seu sangue vertido até a última gota.
Ele não precisou de superpoderes ou imunidade especial para provar sua grandeza.
O que Jesus faz, não faz para ser; mas tudo o que faz, o faz por ser.
Ele sangra.
Sangra muito a ponto de sua oferta ser aceita por Deus como obra de redenção.
Para Jesus, o derramar do sangue não foi vergonha, mas distinção de capacidade única para Ele.
Onde ninguém mais podia, inclusive os ditos “grandes homens”, lá estava o Filho de Deus.
Ao aceitar ser 'moído' por nós, Jesus permitiu que sua existência física e seu sangue fossem a prova final de seu sacrifício.
Como rei, sangrou pela minha redenção.
Bom dia.

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