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Pv 15.13
Embora essa frase específica não seja de Salomão, a ideia do versículo é a mesma.
O que somos de verdade, cedo ou tarde, aparece em nossa feição e nos trejeitos mais inconscientes.
O filósofo indiano, Jiddu Krishnamurti (1895–1986), tem uma frase também nesse mesmo pensamento: “Quanto maior a exibição externa, maior a pobreza interna”.
Muito se faz para mudar o exterior.
Hoje há muita opção para “enfeitar” o homem exterior.
São plásticas, exercícios, dietas, infusões, spas, roupas e muita maquiagem!
Tudo isso para tentar esconder o que está palpitando no peito.
É possível vestir uma porca com cetim, lantejoulas e brilhantes.
Todavia, sua natureza ainda é a de uma porca.
A Bíblia relata a necessidade de nascer de novo.
Que quem nasce em Cristo é algo novo, não é meramente algo subjetivo ou alegórico.
Toda uma estrutura natural do homem precisa ser mudada.
Não tecidos, ossos ou cor do cabelo, mas uma estrutura espiritual profunda.
O que regia o coração já não rege mais.
Toda amargura, insegurança e dores já não ditam mais os pensamentos, atitudes e reações.
O homem que antes estava preso agora é livre.
Sua alegria não está na nova aparência.
Sua alegria é na nova condição interior!
O homem aceita Jesus e, embora continue na mesma casa e no mesmo trabalho, sua estrutura física carrega agora uma nova estrutura espiritual.
O que é visto no rosto não serão somente rugas e sinais de nascença, mas um “novo brilho”.
Sua felicidade será vista a cada passo.
Em cada olhar.
Tudo ele estará renovado de dentro para fora.
Bom dia.

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