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1 Rs 18.21
Um ponto de virada espiritual de Israel se deu nos dias do profeta Elias.
Ele traz uma confrontação: ora vexativa para o povo por colocá-lo em posição de vergonha histórica; ora por chamar a razão diante do que estava em curso naquele momento.
Hoje, diante de nós, há escolhas importantes; todas com peso e resultados.
A frase “Indecisões persistentes escondem decisões já tomadas” é frequentemente atribuída a Jean-Paul Sartre, um importante filósofo do existencialismo, e ela é esclarecedora.
Toda dúvida entre escolher o “certo” e o “errado” é, se não tomada atitude alguma, uma opção inconsciente pelo “errado”.
Não existe a indecisão nesse campo da vida.
Omissão é a escolha não declarada que fazemos sem perceber. “Você não sabe o que se passa comigo”, alguém pode dizer.
Todavia, ninguém precisa.
Quando falamos de “certo” e “errado”, o ponto é definido sobre algo já claro.
A indecisão de Israel não era sobre algo desconhecido.
Eles já tinham a Lei, já conheciam o “poder do Senhor” e não lhes falta indicação ou sinal algum sobre isso.
Mas, ao escolherem a Baal, ou, até, em “não o escolher” e nem lutar contra ele, também já haviam decidido por ele.
O Servo de Deus é chamado para se posicionar firmemente sobre sua fé.
Tanto AT quanto NT apresentam isso em seus textos.
Não é só no episódio de Elias contra os servos de Baal, mas a história dos servos de Deus em todo o tempo da história, posicionando-se em favor de sua crença.
Não pode haver dúvidas sobre sua situação em Cristo.
Se existirem, decisões precisam ser tomadas já!
Bom dia.

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