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Pv 15.13
Fazendo um jogo de palavras com a 30ª obra de Richard Strauss, 'Also sprach Zarathustra', introduzimos uma reflexão atribuída a Sêneca.
O poema sinfônico foi composto em 1896 por Strauss, com inspiração no tratado filosófico de mesmo nome, escrito por Friedrich Nietzsche.
No original, tal tratado se chama “Also sprach Zarathustra” (Assim falou Zaratustra).
Todavia, o foco não está no filósofo Friedrich Wilhelm Nietzsche, nem no ilustre compositor Richard Georg Strauss.
São grandes homens, mas a vez é de Sêneca (4 a.C./65 d.C.).
Filósofo, escritor e político romano.
Mestre da arte da retórica e estoicismo no Império Romano.
É dele a frase “solidão não é estar só, é estar vazio”.
A importância de tal afirmação é sua consonância com uma visão bíblica de longa data.
“O coração alegre aformoseia o rosto, mas, pela dor do coração, o espírito se abate” (Salomão).
Um coração vazio pode promover algo bom?
No afã de preencher suas vidas, as pessoas buscam em coisas vãs uma alegria que não dura.
Até Nietzsche e Strauss tentaram preencher o coração humano (com filosofia e música).
Pessoas estão cercadas de pessoas, mas vazias por dentro.
Sem nada para lhe trazer alegria.
Quantas festas são feitas à base de todo tipo de estimulante.
Todavia, acabam e o vazio está lá.
O vazio no coração é espiritual.
Sêneca, tal como Salomão, também já havia percebido ser algo intangível ao natural.
Viver fugindo de Deus não é fácil.
E, no fim, não é possível fugir Dele.
Por último, todos acabam convergindo para Ele de alguma forma.
O vazio é a opção de quem não quer Cristo.
Bom dia

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